Arquivo da categoria ‘Monumento’

11

out

Monumento: 1927 РMonumento do Caf̩

Foi colocado no Largo do Pará pela Comissão Central Organizadora das Festas do 2º. Centenário do Café no Brasil e inaugurado em 27 de novembro de 1927, pelo então prefeito da cidade de São Paulo. Dr. Pires do Rio.

Foi executor da peça, o escultor Celso Antônio. O monumento tem 4 faces simbolizando cada uma: o cafeeiro, o português, o preto escravo e a mulher italiana. Está assim, explicada a evolução do café desde o seu plantio até a época do 2º. Centenário da sua introdução no Brasil.



Um pouco antes de sua inauguração, em setembro de 1927, realizou-se na capital paulista o Congresso e Exposição do Café.

Pela resolução no. 855, de 1º. de outubro de 1927, o prefeito Orosimbo Maia autorizou a ida de uma representação de Campinas às solenidades, bem como, cedeu o terreno necessário à localização do Monumento do Café; no Largo do Pará.

03

out

Monumento: Mãe Negra

A arte é de Júlio Guerra, fundição de Antonio Di Giordono, e é uma réplica do que existe na Largo do Paissandu, na cidade de São Paulo, capital do Estado de São Paulo. Foi instalado em 1983 no Largo São Benedito.

30

set

Monumento

Monumento: o termo vem do Latim “monumentu”, significando “obra de arquitetura ou escultura feita em honra de alguém cuja memória se quer perpetuar ou para comemorar algum fato notável”. Este é o verdadeiro sentido dos monumentos públicos, homenageando e perpetuando através do tempo, personalidades e fatos que, nos mais diferentes setores, trabalhararam pelo bem da comunidade ou de importância para esta. Campinas orgulha-se dos seus monumentos. São muitos e algums deles, verdadeiras obras de arte e neste espaço estaremos contando a história deles e a quem ou que se refere. E como diz nossa professora e cronista, Sra. Célia Siqueira Farjallat: “O significado de cada monumento de cada cidade é também uma lição de História”.

23

ago

Monumento: O Monumento à Fundação da Cidade de Campinas

O monumento que lembra a fundação da cidade de Campinas está na praça Guilherme de Almeida na confluência entre: av. Francisco Glicério, av. Campos Sales, rua General Osório e rua Regente Feijó e em frente ao Palácio da Justiça. Poucos devem saber da existência do símbolo que foi e é palco de tantas histórias, cada uma a seu tempo.

Na realidade, monumento deveria estar na Praça Antônio Pompeu / Praça Bento Quirino, em frente ao Largo do Carmo (Igreja do Carmo) onde está o “Marco Zero”. Ali foi construída a primeira capela da cidade, então bairro e também rezada a primeira missa em homenagem à fundação da cidade que após a celebração se tornou a Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas de Mato Grosso.

O monumento dos fundadores é o símbolo concreto da história oficial; além do brasão de Campinas e do nome em destaque de Franscisco Barreto Leme, aparece os de seus colaboradores (José de Souza Siqueira, Diogo da Silva Rego, José da Silva Leme, Domingos da Costa Machado, Francisco P. de Magalhães, Salvador de Pinho, Luís Pedrosa de Almeida, Bernardo Guedes Barreto); mas não há qualquer menção a Dom Luís António de Souza Botelho Mourão, IV Morgado de Mateus, que teve papel fundamental no processo de fundação de Campinas, como a história comprova.

A única referência ao IV Morgado de Mateus na cidade é a Rua Dom Luís António de Souza, no Jardim Proença, bairro onde esteve localizado o primeiro pouso de tropeiros da “Campinas do Mato Grosso”, no ‘campinho’ onde hoje está o estádio de futebol do Guarani Futebol Clube.

O próprio bairro Jardim Proença, urbanizado à partir do loteamento da Chácara Paraíso onde passava o Caminho de Goiáses, resta pouco do passado original. A única construção que lembra o momento da fundação de Campinas é a casa onde morava o proprietário da chácara, Joaquim José de Carvalho e onde residiu ex-prefeito Antônio da Costa Santos (morto em 2001).

Já a Avenida José de Sousa Campos (Via Norte–Sul), o asfalto esconde o córrego Proença que servia de percurso para o caminho de Goiáses, estrada que determinou a criação da cidade. Mas a estrada que dava acesso ao ‘caminho’ está desfigurada. Depois de passar pelo bairro Jardim Tamoio, o roteiro do antigo trajeto é engolido por uma mar de edifícios no Jardim Proença.

Os marcos de tão aclamado progresso de Campinas representam o gradativo aniquilamento da memória da cidade.

22

ago

Monumento: “Marco Zero” da História de Campinas

Localizado entre as ruas Barreto Leme, Sacramento, Barão de Jaguara e Av. Benjamin Constant, está o “Marco Zero” (como se pode ver nas fotos acima. É um quadrado em branco com um círculo preto bem ao meio) da Vila de São Carlos.

O local é testemunho da transformação de Campinas de “bairro rural” em Freguesia (1774), foi nas suas imediações que, no último quarto do século XVIII, desenhou-se o traçado das primeiras ruas (então denominadas “rua de baixo”, “rua do meio” e “rua de cima”) do povoado. Entre as praças Bento Quirino e Antônio Pompeo (pequeno jardim localizado entre o Jockey Club e a Rua Tomás Alves), delimitou-se o centro tradicional da cidade, instalando-se nesta área a primeira Igreja Matriz, o cemitério e os principais edifícios da Freguesia.
Na atual Praça Bento Quirino é ainda possível ver dois monumentos importantes: o monumento-túmulo de Antônio Carlos Gomes (há uma cópia desse monumento defronte ao Teatro Municipal do Rio de Janeiro) e o monumento a Bento Quirino dos Santos. Ficando ao lado das praças está a Igreja do Carmo.
Hoje o Município de Campinas está formado pela cidade do mesmo nome e os distritos de Barão Geraldo, Nova Aparecida, Sousas e Joaquim Egídio.
Localização absoluta:
Latitude: 22º 53’ 20″
Longitude: 47º 04’ 39″ Oeste
Altitude média: 696 metros
Localização relativa:
Municípios limítrofes: Jaguariúna (N), Pedreira (NE), Morungaba (I,), Valinhos (SE), Itupeva e Indaiatuba (S), Monte Mór (SO), Sumaré (O), Paulínia (NO).

A cidade está na parte central do município, na região centro leste do estado de São Paulo, a 93 km. da capital pela Rodovia Anhanguera e 98 pela Rodovia dos Bandeirantes. Dista 437 km do Rio de Janeiro, cidade a que se tem acesso pelas rodovias D. Pedro I e Dutra, e 1000 km de Brasília (se faz pela Rodovia Anhanguera, atravessando-se o Rio Grande, na passagem para Minas Gerais, seguindo pelo triângulo mineiro, chega-se a Goiás), a que tem acesso pelas rodovias D. Pedro e Fernão Dias. Por via aérea, chega-se em uma hora ao Rio e, via São Paulo, em duas horas a Brasília.
Aspectos geográficos
Superfície: 781 km
Relêvo: O município está localizado na área de contato entre o Planalto Cristalino Atlântico e a Depressão Periférica do Estado de São Paulo. Não há mudança brusca na passagem dessas áreas, surgindo gradualmente a diferenciação entre elas. As rochas sedimentares são as que apresentam formas mais suaves enquanto que as cristalinas favorecem o aparecimento de formas mais movimentadas, com algumas
serras como a das Cabras em Joaquim Egídio.
Solo: Latossolo roxo, latossolo vermelho escuro; latossolo vermelho-amarelo, fase rasa e latossolo vermelho amarelo.
Vegetação: Mata tropical latifoliada com folhas largas e aplainadas. Suas árvores típicas são: pau d’a1ho, peroba, sucupira, jacarandá, jatobá e ipê.
Clima: Subtropical de altitude, com verão quente e úmido e inverno frio e seco.
Temperatura média anual de 20°C com influência das massas de ar equatorial continental, tropical atlântico e polar atlântica. Predomina o vento sudeste, mas são comuns as mudanças de intensidade e direção durante o dia, provocando alterações violentas na temperatura, esfriando à noite. 70% das chuvas acontece entre outubro e março, com intensidade maior entre dezembro e fevereiro, sendo a média anual de precipitação de 1.380 mm.
Hidrografia: O município está cortado, ao Norte e Nordeste, pelos rios Atibaia e Jaguari (o Atibaia tem dois afluentes, os ribeirões das Cabras e Anhumas, onde é despejado parte do esgoto) e pelo Rio Capivari na faixa sul, que tem como principal afluente o Córrego Piçarrão, que leva a maior parte do esgoto.