agosto, 2009

31

ago

Memória Fotográfica: Colyseu Taurino e Cine Colyseu

Por saber, que se tem muitos espectadores que gostam da seção; isto por estar sempre recebendo emails elogiando e pedindo mais. Segue aqui mais dados para a memória fotográfica.
Interessante memória fotográfica e ângulo diferente de uma foto de 1910 (sacada do livro de Geraldo Sesso – Retratos da Velha Campinas) mostrando parte do antigo Colyseu Taurino e depois Cine Colyseu.


Na foto abaixo, de 1936, pode-se ver (entre as palmeiras imperiais) a silhueta diferente do mesmo edifício.


Pode-se ver o mesmo assunto em outras matérias já publicadas neste blog. Para vê-las; basta acessar os endereços abaixo:

http://pro-memoria-de-campinas-sp.blogspot.com/2008/08/curiosidades-cine-colyseu-e-outros.html

http://pro-memoria-de-campinas-sp.blogspot.com/2006/10/curiosidades-1905-coliseu-taurino.html

30

ago

Personagem: Bob Nelson (Nelson Roberto Perez) – Morte

Bob Nelson nasceu em Campinas, em 12 de outubro de 1918 e faleceu neste 28 de agosto de 2009 próximo passado.

Filho do espanhol José Perez, ferroviário da Mogiana, e Florismina (dona da pensão, Hotel Dalva, na av. Andrade de Neves). Fez o grupo escolar no anexo da Escola Normal e se formou contador na Escola de Comércio São Luiz. Antes de ser “crooner” do Julinho e solista do conjunto “Cacique”, na Rádio Educadora, trabalhou na Mogiana, foi contador do Frigorífico Armour, vendedor das meias ‘Etehel’ e caixeiro-viajante.

O primeiro caubói-cantor brasileiro era campineiro. Caubói com calça rancheira, revólver na cinta e chapéu. E chamava-se Nelson Roberto Perez. É claro!! Por imitar os “cowboys americanos”; teve que trocar de nome e aí virou Bob Nelson.

Quando Carmen Miranda se apresentou em Campinas em 1939, ele e Paulinho Nogueira tocaram para ela. Tentou a vida na capital paulista, em 1940, com a ajuda da irmã, Dalva, participando de programas de calouros.Por esta época, inspirado nos filmes de Gene Autry, passou a se caracterizar como “tirolês-caubói” e a cantar à maneira das montanhas do Tirol, ou seja “Tiro lei-í-te…”.

Fez dupla com Libertad Lamarque e Gregório Barrios, acompanhado por Luiz Gonzaga (em início de carreira).

Em 1943, na vóz de Bob Nelson, “Oh Suzana”, versão do sucesso de Stephen Foster, vendeu mais de 300 mil cópias. Ganhando um prêmio na Rádio Cultura de São Paulo por versão da mesma música.

De 1946 a 1971, participou por volta de dez filmes, entre eles “Este Mundo é Um Pandeiro”” (1946), “Segura essa Mulher” (1946) e “É Com Este Que Eu Vou”. Cantou também para o general texano Douglas McArtrhur (que participou da rendição do Japão, na Segunda Guerra). Aposentou na Rádio Nacional do Rio de Janeiro, em 1976.

No auge da carreira, quando já fazia a mistura do caipira com o country, Bob Nelson chegou a compor músicas para Luiz Gonzaga.

Serviu de inspiração para Erasmo Carlos, que era seu grande fã, para a música “A Lenda de Bob Nelson.

Apareceu pela última vez na TV no ano passado, em homenagem que lhe prestou outro grande fã: Jô Soares.

Em recente entrevista, Bob Nelson afirmou que a primeira coisa que comprou com o dinheiro que ganhou cantando foi um maço de cigarros.

O músico continuou a fazer shows até chegar aos 90 anos. Em entrevista recente, ele disse que “não conseguiria parar até morrer.”.

Bob Nelson casou com Antonietta Leal Perez, em 1950, e tiveram dois filhos, Nelson Roberto e Eduardo José, e dois netos, Luciana Antonela e Victor Eduardo.

Bob Nelson, morreu sexta-feira, aos 90 anos, vítima de câncer e complicações pulmonares; tendo ao fim uma parada cardíaca. Bob Nelson foi sepultado no sábado (28/08/2009), pela manhã, no cemitério São João Batista, em Botafogo, Rio de Janeiro.

Abaixo algumas filmagens onde aparece o homenageado.

http://www.youtube.com/get_player

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29

ago

Memória Fotográfica: Rua Barão de Jaguara em 1904

Interessante cartão postal de 14 de dezembro de 1904; como aponta no mesmo. O arvoredo, ao lado direito do espectador, pertence ao Largo do Rosário e era assim que o mesmo se apresentava na passagem dos séculos de 1800 para 1900.

28

ago

Personagem: Expedito Ramalho de Alencar – Título de Cidadão Campineiro

O diploma e sua entrega.


Abaixo o homenageado e sua esposa, Ivanilde.

Grandes personalidades campineiras estiveram presentes ao evento.

Abaixo Arita Damasceno Pettená e Regina Marcia Moura Tavares.

Abaixo Maria Conceição Arruda Toledo.


Acima Alduíno Zini, marcando presença.

Na foto acima, da esquerda para a direita do espectador: Rubem Costa, Lauro Péricles Gonçalves, Duílio Battistoni Filho e João Plutarco Rodrigues Lima.

O que já bloguei sobre o personagem:

http://pro-memoria-de-campinas-sp.blogspot.com/2008/12/personagem-expedito-ramalho-de-alencar.html

http://pro-memoria-de-campinas-sp.blogspot.com/2008/12/histria-agradece-revista-no-1-do-ihggc.html

27

ago

Ontem e Hoje: Rua Sales de Oliveira – Bairro Vila Industrial

Em setembro de 1973.

Em agosto de 2009.