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Mal de Parkinson

27/09/16

A doença de Parkinson, ou Mal de Parkinson, é uma doença neurológica muito prevalente em pessoas entre 55 e 65 anos de idade, mas pode surgir em crianças, adolescentes e pessoas de idade bem avançada. Não se conhece a causa que leva à doença na maioria dos casos. Em outros, há história de trauma de crânio repetitivo, como nos boxeadores, ou traumas de crânio violentos, como em acidentes de carro, ou história de abuso de álcool e de drogas, ou, ainda, história de exposição a agrotóxicos.
A doença é causada pela morte de células cerebrais que produzem dopamina e se caracteriza por tremores, decomposição de movimentos e rigidez postural. Quando o quadro é típico, qualquer médico pode fazer o diagnóstico. Quando o quadro é sutil, um bom neurologista pode levar algum tempo para estabelecer o diagnóstico. Sem tratamento, a doença evolui para a invalidez, situação em que a pessoa doente nem consegue se alimentar sem ajuda. O parkinsoniano grave não consegue andar nem ficar em pé. Pode até morrer da doença, pela dificuldade para engolir e pelo fato de se engasgar com facilidade.
O tratamento da doença de Parkinson se faz por meio de remédios e tem bons resultados, na maioria dos casos. Em alguns outros, muito graves, é necessário realizar uma neurocirurgia com implante de uma espécie de marca-passo eletrônico no cérebro. Nenhum resultado é brilhante porque a doença é crônica, evolutiva e pode não responder a nenhum tratamento.
Quem trata a doença de Parkinson é o neurologista clínico, que pode precisar da ajuda de fisioterapeuta, psiquiatra e neurocirurgião. Por sem complexa, a doença requer do paciente e de sua família muito investimento em tempo e recursos financeiros. O objetivo do tratamento é melhorar a qualidade de vida e preservar a autonomia dos pacientes até onde for possível.
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A doença de Parkinson, ou Mal de Parkinson, é uma doença neurológica muito prevalente em pessoas entre 55 e 65 anos de idade, mas pode surgir em crianças, adolescentes e pessoas de idade bem avançada. Não se conhece a causa que leva à doença na maioria dos casos. Em outros, há história de trauma de crânio repetitivo, como nos boxeadores, ou traumas de crânio violentos, como em acidentes de carro, ou história de abuso de álcool e de drogas, ou, ainda, história de exposição a agrotóxicos.
A doença é causada pela morte de células cerebrais que produzem dopamina e se caracteriza por tremores, decomposição de movimentos e rigidez postural. Quando o quadro é típico, qualquer médico pode fazer o diagnóstico. Quando o quadro é sutil, um bom neurologista pode levar algum tempo para estabelecer o diagnóstico. Sem tratamento, a doença evolui para a invalidez, situação em que a pessoa doente nem consegue se alimentar sem ajuda. O parkinsoniano grave não consegue andar nem ficar em pé. Pode até morrer da doença, pela dificuldade para engolir e pelo fato de se engasgar com facilidade.
O tratamento da doença de Parkinson se faz por meio de remédios e tem bons resultados, na maioria dos casos. Em alguns outros, muito graves, é necessário realizar uma neurocirurgia com implante de uma espécie de marca-passo eletrônico no cérebro. Nenhum resultado é brilhante porque a doença é crônica, evolutiva e pode não responder a nenhum tratamento.
Quem trata a doença de Parkinson é o neurologista clínico, que pode precisar da ajuda de fisioterapeuta, psiquiatra e neurocirurgião. Por sem complexa, a doença requer do paciente e de sua família muito investimento em tempo e recursos financeiros. O objetivo do tratamento é melhorar a qualidade de vida e preservar a autonomia dos pacientes até onde for possível.
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