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Infertilidade Рde quem ̩ a culpa?

03/06/13

Em nossa moderna cultura ocidental, não ter filhos é uma coisa mais ou menos comum e perfeitamente aceitável. Um número crescente de casais modernos optam por não ter filhos. Preferem dedicar-se a outros ideais ou às suas profissões. A maioria dos casais, no entanto, prefere ter filhos, ou pelo menos tentar tê-los.
Isso nem sempre foi assim. No passado, dependendo da geografia e da cultura, não ter filhos era uma maldição, uma enorme e insuperável vergonha, motivo de discriminação social e até religiosa. Infelizmente, a culpa sempre recaía sobra a mulher. Hoje sabemos que o problema não é da mulher somente. Pode ser do homem. Mas antigamente não se sabia nada disso e o machismo dominante fazia da mulher a grande culpada e do homem a vítima de um casamento mal-sucedido. Mesmo nos dias de hoje, em determinadas culturas orientais, a mulher que não pode conceber, qualquer que seja o motivo, é considerada uma cidadã de segunda classe.
A História está repleta de exemplos de reis e rainhas, príncipes e princesas, nobres e plebeus, que não conseguiram ter seus próprios filhos.
Na Bíblia Sagrada há também diversos exemplos de casais inférteis que viveram enormes conflitos conjugais por não terem filhos quando o desejaram. Abraão e Sara, Isaque e Rebeca, Jacó e Raquel são talvez os melhores exemplos. É possível que nesses três casos a linhagem masculina tivesse problemas médicos, mas a cultura hebraica extremamente machista daquela época não permitiria que outra fosse a responsabilizada que não a pobre da mulher.
Atualmente, graças às conquistas da Medicina na área da reprodução humana, sabe-se que tanto a mulher como o homem são igualmente responsáveis pela fertilidade ou infertilidade conjugal. Nenhuma mulher, pelo menos no Ocidente, seria abandonada sem o devido amparo da Lei, em caso de impossibilidade de gravidez.
Ter filhos é uma bênção, mas a impossibilidade de tê-los não é uma maldição. Além disso, existe tratamento muito eficiente para quase todos os casos de infertilidade conjugal.
A infertilidade conjugal não é um problema do homem nem da mulher. É sempre um problema do casal e pode ser superado com ajuda médica.

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Soluções para a infertilidade

27/05/13

Há vários anos atrás você teve a oportunidade de acompanhar pelos noticiários a luta de Pelé para ter mais um filho com sua então nova esposa. Ele já havia tido filhos com outras mulheres, mas havia ficado estéril porque ter sido submetido a uma cirurgia de esterilização – a vasectomia. Quando se casou de novo, enfrentou um problema que muitos homens divorciados e viúvos enfrentam quando se casam novamente. Sua nova esposa não tinha filhos e queria tê-los, como qualquer mulher normal.
Para superar sua esterilidade, primeiro Pelé fez a cirurgia de reversão da vasectomia, que dá certo na maioria dos casos, cerca de 75%, mas que no caso dele infelizmente não deu. Depois ele foi tratado por meio de modernas técnicas de fertilização assistida e conseguiu finalmente que sua esposa ficasse grávida dele mesmo, isto é, com seus próprios espermatozoides. E foi feliz porque ela ficou grávida de gêmeos. Pelé foi pai de novo, desta vez de gêmeos. Parabéns a ele, à esposa e à equipe médica que cuidou deles!
 O exemplo de Pelé ilustra um ponto muito importante: a medicina moderna já tem soluções muito eficientes para a maioria dos casos de infertilidade conjugal. O que é muito bom porque o número de casais que não consegue ter filhos é enorme. Cerca de 10 a 15% de todos os casais que tentam ter filhos não o conseguem sem ajuda médica. Até há pouquíssimos anos atrás, a medicina podia ajudar apenas a alguns, mas os outros continuavam vivendo a frustração de não poder ter seus filhos ou recorriam à adoção. Agora, com os recursos tecnológicos disponíveis, quase todos os casais poder ter seus filhos biológicos. Infelizmente, os recursos técnicos para se obter esse sucesso só se encontram em cidades grandes, em algumas poucas universidades e geralmente são caros, muito caros.
 Num futuro próximo, no entanto, o tratamento da infertilidade estará ao alcance de todos, como estão hoje a cirurgia cardíaca, as vacinas e os antibióticos.
 Se você conhece algum casal lutando para ter seus próprios filhos, dê a eles essa boa notícia. Além dos filhos do coração poderão também ter filhos biológicos.

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O futuro da infertilidade

27/05/13

Com a tecnologia disponível atualmente, não é necessário copular para ter filhos. Dito de outra forma: um homem e uma mulher não precisam se relacionar sexualmente para conseguir uma gravidez. Muito brevemente, no ritmo que a ciência da reprodução se desenvolve, nem mesmo um útero será necessário. Na verdade nem mesmo pai e mãe serão necessários. Um bebê poderá ser gerado e desenvolver-se em condições de laboratório. Alguns bebês poderão ser clonados, modificados geneticamente, encomendados de acordo com as especificações de seus pais. Mesmo os mais criativos dos autores de ficção não imaginaram que esta área do conhecimento humano estivesse tão desenvolvida no início do século XXI.
Você deve estar se perguntando: e daí? Que tenho eu a ver com isso, eu que já tenho filhos e, talvez, até netos, e que sou um adepto do modo antigo e tradicional de gerar uma criança? Por meio do sexo.
Na verdade esses avanços da ciência da reprodução podem não lhe servir para nada, mas poderão ajudar de modo decisivo um filho ou um neto seu. Sim, porque cerca de 15 entre 100 casais são inférteis, isto é, não conseguem gravidez sem tratamento. Com os recursos técnicos de hoje, existe ajuda efetiva para a maioria destes casos. Dentro em breve, praticamente 100% dos casais poderão ter filhos se assim o desejarem. Isso não é maravilhoso? Ou você nunca conheceu um casal frustrado por não ter filhos?
A infertilidade conjugal acompanha o ser humano desde o início da humanidade. Em certas culturas orientais, mesmo hoje, as mulheres são sempre as culpadas quando o casal não tem filhos. São menosprezadas e maltratadas por isso. Às vezes são até abandonadas por seus maridos com o aval da sociedade e da religião.
Ter filhos é um enorme privilégio. No entanto só 85% dos casais conseguem ter filhos sem ajuda médica. Os outros 15% vivem a dor de não o conseguirem. Pode-se dizer que está muito próximo o dia em que todos, literalmente todos, poderão ter filhos se assim o desejarem. A esterilidade e a infertilidade estão a um pequeno passo de serem derrotadas pelo ser humano.

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