Arquivo da categoria ‘Infecções’

O hospital é um lugar muito perigoso

04/12/17

Dificilmente, nos dias de hoje, pelo menos nas regiões urbanas, uma pessoa pode dizer que nunca passou ou que jamais passará por exames ou tratamentos dentro de um hospital. Exames sofisticados são realizados dentro de unidades hospitalares, bem como partos, intervenções cirúrgicas variadas e tratamentos clínicos de toda ordem. Quase todos nós nascemos em hospitais. Quase todos nós fizemos ou faremos intervenções ou exames dentro de hospitais. Muitos de nós morreremos dentro de hospitais. Essa é uma realidade que dificilmente vai mudar nas próximas décadas.
Ainda que os hospitais salvem muitas vidas e nos deem muitas alegrias, como o nascimento de uma criança ou a cura de um câncer, são locais muito perigosos para se frequentar. Um trabalho conduzido pela Universidade Federal de Minas Gerais e pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar, entre julho de 2016 e junho de 2017, baseado em pesquisa conduzida em 133 hospitais que prestam serviços para o SUS, estimou que 829 brasileiros morrem diariamente em hospitais públicos e particulares no Brasil, por falhas, ou “eventos adversos”, que poderiam, em pelo menos 60% dos casos, ser evitados. Erros médicos, erros de enfermagem, erros de administração de medicamentos, infecções hospitalares, quedas de pacientes, trombose venosa em membros inferiores, embolia pulmonar e outros, são responsáveis por 300 mil mortes por ano. Apenas os acidentes vasculares matam mais no Brasil, cerca de 950 brasileiros por dia. Os “efeitos adversos” dentro de hospitais matam mais do que o câncer (cerca de 500 pacientes por dia) no Brasil.
Esse fenômeno é universal. Nos Estados Unidos, morrem mais de 1000 pacientes por dia dentro de hospitais, dos mesmos “efeitos adversos”, mas a população lá é mais de 55% maior do que a nossa, o que torna nossos números muito piores. Todos os hospitais do mundo têm mortes inteiramente evitáveis, causadas por erros e infecções hospitalares, principalmente.
Isso pode, evidentemente, ser minimizado. Há diversos protocolos já elaborados para a redução dos riscos, especialmente aqueles causados por falhas humanas, mas dificilmente a situação será inteiramente controlada num futuro próximo. Os hospitais continuarão a ser lugares muitos perigosos para pessoas que lá precisem ser tratadas.

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Febre amarela

17/01/17

A febre amarela é uma doença encontrada principalmente na América do Sul e na África. Trata-se de uma doença viral, transmitida por meio de picada de mosquitos. O vírus é da família Flaviviridae e é transmitido pelo mosquito Haemagogus, na zona rural, e pelo mosquito Aedes aegypti, nas cidades. O Aedes aegypti também é o mosquito que transmite dengue, zica e chikungunya. O vírus da febre amarela está hospedado somente em seres humanos e em macacos. Não pode ser transmitido de pessoa para pessoa, mas somente por meio da picada de um mosquito que se infectou ao picar um ser humano ou um macaco.
Uma vez transmitido o vírus, entre 3 e 6 dias depois surgem sintomas, que podem ser muito leves ou moderados. Podem surgir febre, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas, vômitos e mal-estar. O quadro dura 3 ou 4 dias e desaparece sozinho. Raramente, podem surgir formas mais graves, que levam a icterícia, insuficiência hepática e renal. Esses casos precisam ser internados em UTI e podem morrer.
Como evitar a febre amarela? Há dois modos:
1-Evitar a picada do mosquito, quer pelo uso de roupas compridas e de repelentes, quer pelo combate ao Aedes aegypti na zona urbana, do mesmo modo que se faz para evitar a dengue;
2-Vacina contra a febre amarela, quando se viaja para uma região sabidamente endêmica. O Ministério da Saúde atualiza regularmente o mapa da febre amarela no Brasil e no mundo. A vacina deve ser aplicada no Centro de Saúde pelo menos 10 dias antes da viagem. Ela confere imunidade por 10 anos. Não pode ser aplicada em gestantes nem em pessoas com imunidade baixa, como aquelas que têm AIDS e que fazem tratamento quimioterápico contra o câncer. A vacina pode ser aplicada em crianças a partir de 9 meses de idade. A vacina também não deve ser aplicada em pessoas que sejam alérgicas à gema do ovo, que é uma matéria-prima da vacina atual.
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Lepra – manchas claras com pouca sensibilidade

21/10/13

Todos nós temos, vez ou outra, algum problema de pele, ora uma alergia ou uma irritação, ou ainda uma infecção. Às vezes também queimaduras do sol, arranhões, manchas causadas por produtos químicos ou as inexoráveis marcas do tempo: rugas e manchas senis.
Certas alterações da pele, no entanto, merecem maior atenção: são as regiões de pele que ficam despigmentadas ou desbotadas e com menor sensibilidade. Pode ser lepra. As partes do corpo acometidas ficam mais claras e anestesiadas. Mesmo a picada de uma agulha pode ser mal percebida.
A lepra não é rara no Brasil e está espalhada por aí, muitas vezes sem diagnóstico. Aparece em ricos e pobres. As manchas claras com perda da sensibilidade devem ser investigadas pelos especialistas de pele — os dermatologistas, porque podem ser a primeira manifestação da lepra, ou Doença de Hansen, como preferem hipocritamente nossas autoridades, que julgam que a mudança de nome diminui o problema de Saúde Pública ou o estigma que marca os pacientes.
A lepra, doença conhecida há milhares de anos, exigia no passado uma verdadeira prisão perpétua de seus portadores. Eles, no passado mais longínquo, moravam fora da cidade, em cavernas, como mendigos. Eram proibidos de se aproximar das pessoas sadias. Nos tempos bíblicos eram até apedrejados se se aproximassem. Já nos tempos modernos essa situação dramática mudou um pouco: os leprosos passaram a viver em leprosários, instituições de onde nunca mais saíam; viviam esperando a morte.
Hoje em dia existe tratamento muito eficaz com drogas chamadas sulfonas. Os leprosos não necessitam de afastamento da família, podem ser tratados ambulatorialmente e ficam quase todos curados. Certas formas mais graves de lepra, as chamadas formas lepromatosas, são mais severas, mas também podem ser tratadas do mesmo modo. Os doentes, no entanto, com a forma lepromatosa, ficam com a doença controlada, mas não se livram dela.
Proteja sua pele sempre, principalmente fugindo do sol como o diabo foge da cruz. Quando surgirem as primeiras rugas, procure um cirurgião plástico ou conforme-se, mas se surgirem manchas claras com sensibilidade diminuída em sua pele, procure um dermatologista. Pode ser a primeira manifestação da lepra.
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Lepra – devo ter medo do contágio?

21/10/13

Preste muita atenção neste interessante texto da Bíblia, que se encontra no Evangelho de Marcos:
“Aproximou-se dele um leproso rogando-lhe, de joelhos: Se quiseres, podes purificar-me. Jesus, profundamente compadecido, estendeu a mão, tocou-o, e disse-lhe: Quero, fica limpo! No mesmo instante lhe desapareceu a lepra, e ficou limpo.”
Entre o povo israelita, desde os tempos de Moisés, 1500 anos antes de Jesus, a lepra já era conhecida. A presença dela significava imundície e impureza, da qual todo israelita deveria se afastar. Os leprosos viviam juntos, em comunidade, fora das cidades e eram proibidos de se aproximar de qualquer pessoa. A doença era sabidamente contagiosa e todo cidadão tinha o direto legal de apedrejar o leproso que ousasse se aproximar. Os parentes dos leprosos os visitavam e levavam alimentos e roupas, mas sempre de longe, a uma distância considerada segura. Os leprosos eram assim assistidos durante toda sua existência e nunca retornavam ao convívio social. Criavam sua própria sociedade, casavam-se, tinham filhos e sofriam juntos, totalmente à margem da sociedade onde haviam nascido. Este quadro foi muito bem retratado no clássico filme de cinema “O Manto Sagrado”, com Charleston Heston.
Jesus quebrou muitas regras de seu tempo. Uma delas foi a de permitir a aproximação de leprosos e de tocar neles e de se deixar tocar por eles. Além do caso relatado no Evangelho de Marcos, Jesus teve outros encontros com leprosos e muito provavelmente abraçou e beijou a muitos deles.
A lepra existia e ainda existe hoje. Há milhões de leprosos espalhados pelo mundo, principalmente no Oriente e na África. Felizmente hoje em dia existem remédios que curam ou controlam a lepra, o que praticamente acabou com a necessidade dos leprosários. Os doentes podem ser tratados sem isolamento, vivendo suas vidas normalmente, com baixíssimo risco de transmitirem a doença aos seus familiares. Graças às descobertas da Medicina moderna, hoje os leprosos não precisam viver isolados nem correm o risco de serem apedrejados. Podem ter uma vida normal e produtiva.
A lepra, como a tuberculose e tantas outras doenças, não deve assustar tanto como antigamente. Ela tem tratamento e cura.

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Lepra tem cura

14/10/13

Lepra soa como um palavrão a quase todos os ouvidos. Tanto que nos últimos anos o nome da doença foi trocado por Mal de Hansen, que ninguém sabe o que é, nem mesmo sabe pronunciar direito.
Na verdade a lepra é uma doença muito antiga, conhecida há milênios, que ainda está presente no planeta. Milhões de pessoas sofrem de lepra, principalmente no Oriente e na África. Também no Brasil.
A lepra é causada por uma bactéria descoberta por um médico norueguês chamado Hansen há pouco mais de 100 anos, daí o nome atual da doença — Mal de Hansen. Ela danifica a pele, os nervos e diversos outros órgãos. Sem tratamento pode levar a deformidades graves e à morte.
Felizmente no século XX descobriu-se um tratamento eficaz contra a lepra, o que mudou radicalmente a vida dos pacientes. Antigamente eram obrigados a ficar confinados em leprosários, onde passavam toda a vida isolados da sociedade; atualmente os leprosos podem ser tratados em casa, com certa facilidade, e sem grandes riscos para seus parentes, amigos e vizinhos.
Certas formas de lepra têm 100% de cura. Outras podem ser controladas, mas não totalmente eliminadas — são as formas chamadas lepromatosas da doença, as apresentações clínicas mais graves da lepra.
A lepra se manifesta em muitos pacientes por meio de sinais e sintomas na pele. Surgem manchas mais claras do que a cor da pele, onde a sensibilidade está diminuída. Esta característica de mancha clara com diminuição da sensibilidade deve levar o paciente ao médico. Pode não ser lepra, mas se for está no início e pode ser curada. Outras vezes a lepra leva a inchaços no rosto, diminuição da sensibilidade num membro, feridas que não cicatrizam ou paralisias de certas partes do corpo.
A lepra dever ser tratada por especialistas em moléstias infecciosas e por dermatologistas inicialmente. Às vezes são necessários outros especialistas.
Neste início de século XXI a lepra, a tuberculose e a sífilis, só para citar as mais importantes, carregam em seus nomes todo o peso do pesadelo que foram no passado, mas não devem assustar mais: todas têm tratamento e cura.

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Infecção urinária pode matar

19/08/13

Valter era um moço forte e sadio, até que descobriu que tinha um problema no coração. Não era nada grave, mas precisava ser operado. Imagine só o tamanho do susto que ele, seus parentes e amigos levaram. Ser operado do coração!!!
A cirurgia foi um enorme sucesso. Não ocorreu hemorragia e o coração ficou mais forte do que era. No entanto, três dias depois da cirurgia, já no quarto, Valter começou a ter febre. Procura daqui, procura dali, chegou-se ao diagnóstico de infecção de urina. Isso provavelmente ocorreu porque ele tinha ficado com uma sonda na bexiga durante dois dias depois de operado – a causa de sua infecção.
Apesar do tratamento pronto e correto, Valter acabou morrendo uma semana depois de septicemia, que é uma infecção grave generalizada.
Você acabou de ouvir a triste história da famigerada infecção hospitalar. Uma pessoa entra no hospital com um problema e sai de lá, quando sai, com outro. A pneumonia e a infecção urinária são as duas principais infecções hospitalares atualmente. Podem surgir em qualquer doente internado, mesmo os que não precisam passar por cirurgia. Mesmo os que nem doentes estão, como aqueles que se submetem a cirurgias plásticas estéticas.
A história de Valter se repete todos os dias, nem sempre com o final trágico que ele teve, mas sempre com uma boa dose de sofrimento e de despesas.
As infecções de urina não estão somente dentro dos hospitais, infelizmente. Elas estão em todos os lugares, em todas as casas. É muito difícil encontrar-se uma família onde não houve infecção de urina pelo menos uma vez. Muito difícil.
Como fazer para “pegar a coisa” logo no início e não ter uma infecção grave? Você gostaria de saber? Pois eu também. Não existe uma regra que sirva para todos, infelizmente. Nem existe prevenção efetiva para a maioria dos casos. O jeito é procurar o médico assim que surgir qualquer sinal ou sintoma urinário, como urina com cheiro forte, urina escura, queimação, dor nos rins ou febre mal explicada.
Infecção de urina existe, é comum e pode ser grave. Preste atenção na sua urina!

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Infecção urinária – um mal para qualquer um

12/08/13

Maria tem dois anos de idade e está com febre alta, calafrios, vômitos e grande prostração. Sua barriguinha ficou um pouco estufada. Sua urina está escura e com cheiro forte. Sabe o que ela tem? Infecção de urina.
Rita tem dezoito anos e está com muita queimação para urinar. Ela vai ao banheiro a cada meia hora e sofre muito  para esvaziar o pouquinho de urina que tem. Ela percebeu também que no final da urina sai sangue. Adivinhe o que ela tem? Acertou: Infecção de urina.
João tem sessenta e cinco anos e está com a urina “presa”. Ele faz uma força enorme para esvaziar a bexiga, mas não consegue. Isto tudo já faz um bom tempo. Só que agora ele está com febre, calafrios, mal-estar e vômitos. João na verdade está muito mal. Sabe o que ele tem? Exatamente. Infecção de urina.
Estes três exemplos são tirados da prática diária de um urologista. A infecção de urina é extremamente comum e ocorre em qualquer idade, tanto em homens como mulheres. E ela não tem a mesma apresentação clínica, como você bem percebeu. Também a gravidade de cada caso é diferente. Vai desde uma simples cistite até uma infecção generalizada seguida de morte.
A infecção de urina interessa a todas as especialidades, sem qualquer exceção. Por isso é que todos os estudantes de Medicina e os residentes de todas as áreas são treinados para diagnosticar, tratar e prevenir a infecção de urina.
Agora vou contar o final da história de cada um dos três casos que citei no início. A menininha de dois anos fez um tratamento rigoroso e depois foi operada porque tinha um defeito de nascença. Ela ficou boa.
A Rita, de dezoito anos, tinha apenas uma cistite aguda. Tomou dois comprimidos de um remédio moderno e ficou boa no dia seguinte.
E o seu João, aquele senhor de sessenta e cinco anos, ficou bom só depois de um longo tratamento, que culminou em cirurgia da próstata e retirada de inúmeros cálculos da bexiga. Hoje ele urina normalmente como um menino.
Final feliz para todos eles.

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Cistite da lua-de-mel

05/08/13

No tempo em que havia lua-de-mel para quase todos os casais, isto é, no tempo em que, pelo menos para a mulher, casar-se virgem era a norma social vigente, havia um quadro clínico interessante que os médicos antigos descreveram como a cistite da lua-de-mel. Isso nada mais era do que uma infecção na bexiga das mulheres no início de sua vida sexual ativa, às vezes imediatamente após a primeira relação. O que acontecia? Algumas mulheres iam para sua lua-de-mel muito bem de saúde, radiantes de felicidade e voltavam doentes, urinando com ardência e, às vezes, até com sangue. Depois tinham que ficar vários dias sem poder ter relação sexual porque a soma das dores das primeiras relações com as dores da cistite tornavam o relacionamento sexual insuportável.
Hoje em dia a cistite da lua-de-mel ainda existe, mas tem o nome mais apropriado de cistite pós-coito, isto é, cistite que vem depois de uma relação sexual. Ela aparece em moças bem jovens com frequência cada vez maior, uma vez que a iniciação sexual tem sido mais precoce nas últimas décadas.
A infecção da bexiga – a cistite, ocorre em quase todas as mulheres, mais dia, menos dia. Em geral, na mulher que tem atividade sexual, embora possa ocorrer em mulheres que não têm relacionamento sexual. A cistite caracteriza-se por vontade de fazer xixi toda hora, queimação na uretra e dor na bexiga. A infecção não é grave, mas judia bastante e precisa de tratamento que, aliás, é bem simples. Alguns comprimidos e… pronto! A cistite vai embora. Mas pode voltar com a mesma facilidade.
As mulheres que têm uma vida sexual mais ativa, as que têm problemas ginecológicos ou intestino preso, ou as mulheres que usam roupas muito abafadas, como aquelas que têm tecidos sintéticos como a “lycra”, estão mais sujeitas à cistite. Também as mulheres que já passaram pela menopausa.
Toda mulher que tem cistite, especialmente aquela que tem cistite várias vezes no mesmo ano, precisa ser investigada e tratada. Na maioria dos casos existe tratamento simples e rápido.
Apesar da possível cistite pós-coito, a lua-de-mel é sempre inesquecível.

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Gripe tem cura?

06/05/13

Joãozinho está com gripe. E agora? O que fazer?
A gripe é uma infecção causada por vírus e que quase todo mundo tem de vez em quando. A gripe não respeita fronteiras, nem ideologias e nem situação sócio-econômica. Ela ataca pretos, brancos, amarelos e vermelhos. Ricos e pobres, crianças de rua e crianças de apartamento, pessoas que tomam cuidado com a saúde e pessoas desleixadas.
O vírus da gripe nunca é exatamente o mesmo. Ele tem a capacidade de mudar. Por isso é que a gripe do ano passado não foi igual à deste ano. Por esta rapidíssima capacidade de mutação – mudanças que o vírus sofre – não se conseguiu ainda fabricar uma vacina única e definitiva contra a gripe. Naturalmente existem vacinas contra certas gripes epidêmicas, mas que só funcionam em certas regiões do mundo e por um período curto. Ainda não existe uma vacina universal e duradoura como a vacina do sarampo e da caxumba. As vacinas contra a gripe que existem no mercado valem por um ano apenas porque os vírus vão mudando ao longo dos meses e a vacina de um ano não funciona bem no outro ano. Para ficar relativamente protegido, o que é altamente aconselhável no idoso, a vacina tem que ser reaplicada anualmente.
A gripe pode levar a complicações graves, mas geralmente só na criança muito pequena e no indivíduo muito idoso. A gripe também pode evoluir muito mal em pessoas que estão com suas imunidades alteradas: é o caso dos que têm câncer, AIDS ou desnutrição.
Joãozinho está com gripe. Que fazer? Primeiro: Não perca a calma. Afinal, é só uma gripe e o Joãozinho é forte. Segundo: Dê um remédio para combater a febre e o mal-estar. Terceiro: Espere alguns dias porque a gripe sara sozinha. Não leve o Joãozinho ao farmacêutico para tomar uma injeção antigripal; isto não funciona e pode ser perigoso. Em último lugar: Se o Joãozinho não melhorar, procure o médico.
 A gripe é inevitável. Sendo assim, quando ela o pegar, relaxe e aproveite. Fique em casa, descanse um pouco e evite contato com outras pessoas.
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