Arquivo da categoria ‘Igualdade entre os sexos’

A independência tem seu preço

27/12/12

A mulher, em todos os tempos, sempre trabalhou muito. A mulher do passado, até muito recentemente, trabalhava só dentro de casa.
A mulher moderna também trabalha muito. Quando casada, ajuda o marido a sustentar a casa nestes tempos difíceis de aperto e de desemprego. Quando solteira, viúva ou descasada, trabalha mais ainda porque tem que se virar sozinha e ainda sustentar os filhos ou os pais.
A mulher moderna também fuma, bebe, toma pílula anticoncepcional, usa drogas e tem doenças sexualmente transmissíveis muito mais do que a mulher antiga, que se casava e passava a vida cuidando do marido e dos filhos.
Na verdade, o estilo de vida da mulher moderna mudou muito. Para melhor em muitos aspectos e para pior em outros. Mudou para melhor quanto aos seus direitos de cidadania, o reconhecimento social de seu valor e sua participação em todas as áreas do conhecimento humano. Mas mudou para pior quanto à sua saúde. Cerca de vinte anos atrás as internações de mulheres em hospitais especializados em doenças do coração respondiam por menos de 5% de todos os casos. Atualmente este número subiu para 30%. A explicação se encontra no cigarro e no estresse da vida moderna. Também bronquite, enfisema pulmonar, AIDS e doenças psiquiátricas vêm aumentando muito nos últimos anos de forma preocupante. Se você é mulher e tem um estilo de vida maluco, agitado, sem tempo para você mesma, preste atenção: Seu bem mais precioso é sua saúde. Reconsidere todo o seu estilo de vida e mude aquilo que for possível mudar. Fume pouco ou, ainda melhor, pare de fumar. Faça caminhadas periódicas e, se possível, algum esporte que lhe agrade, não só para manter a boa forma física, mas também para aliviar as tensões do dia-a-dia. Não viva a comer sanduíches e a beber refrigerantes. Alimente-se melhor. E tome o mínimo de remédios: nada de calmantes, fórmulas para emagrecer e pílulas anticoncepcionais sem prescrição médica.
Ser uma mulher moderna, em sintonia com as mudanças de nossos tempos, é inevitável e representa um avanço. Mas não perca a cabeça nem a saúde por causa disto.
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Igualdade entre os sexos

17/12/12

No passado o valor das mulheres não era reconhecido. A sociedade era dirigida predominantemente por homens de espírito machista e retrógrado. Às mulheres eram vedados até os direitos de aprender a ler e a escrever, de votar e de ser independente. As mulheres eram úteis apenas no sentido sexual da palavra “útil”: serviam para dar prazer aos homens e gerar filhos.
Atualmente a mulher ainda tem esta posição desconfortável em diversas regiões do mundo, principalmente no Oriente. Já no Ocidente, onde estamos, o papel da mulher na sociedade mudou muito. Hoje a mulher tem quase todos os direitos e privilégios dos homens nos países mais desenvolvidos. Essa grande e justa conquista da mulher, no entanto, custou e está custando um preço muito alto. Em primeiro lugar, porque os movimentos feministas mais radicais pretendem fazer a sociedade enxergar uma igualdade que simplesmente não existe entre homens e mulheres. Há enormes diferenças que devem ser respeitadas. Certamente não há superioridade de homens sobre mulheres e vice-versa, mas diferenças físicas e psíquicas que precisam ser consideradas e respeitadas.
Outro preço que o movimento de libertação da mulher tem pago é o da perda da saúde da mulher. Nos últimos anos, doenças como o câncer de pulmão, doença das coronárias, derrame cerebral, doenças mentais e estresse, com suas inúmeras consequências, têm atingido como nunca as mulheres. As causas disso são o hábito de fumar disseminado entre as mulheres, as preocupações do trabalho, a piora da qualidade da alimentação e do estilo de vida, e outras.
Felizmente as coisas não precisam ser oito ou oitenta. É possível alcançar a justa posição de igualdade social, preservando a saúde. Isso pode começar pelo cigarro. O cigarro faz muito mal à saúde da mulher. Do mesmo modo, o álcool em excesso, a vida sedentária, o corre-corre do mundo dos negócios e o abuso de remédios para emagrecer e para dormir.
Aconselho a você, mulher do século XXI: busque oportunidades e direitos iguais aos dos homens na sociedade porque isso é bom e justo. Mas não tente virar um homem porque isto pode fazer muito mal à saúde.
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