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Sangue, um ótimo remédio

29/07/13

Quando se fica doente, é preciso procurar tratamento. O tratamento de uma doença pode ser feito de muitas maneiras diferentes. Por exemplo: Uma pessoa gripada pode ser tratada só com repouso, ou então com vitaminas, ou com remédios antigripais, ou com chás, ou com tudo junto. Modernamente, os tratamentos dependem em grande parte da indústria farmacêutica, que produz soros, comprimidos, pomadas, injeções, vacinas… a lista vai longe.
Um remédio dos mais importantes e dos mais perigosos é o sangue. São muitas as situações clínicas em que o médico indica para o doente uma transfusão de sangue. Geralmente em momentos de risco de vida. O sangue nessa hora pode salvar a vida. Mas também pode matar, quando surgem reações alérgicas ou de incompatibilidade entre o que recebe o sangue e o que doou o sangue. Ainda há muito que evoluir neste ramo da medicina. Chegará logo o dia em que teremos um sangue inteiramente artificial, sem os riscos do sangue natural como usamos hoje. O sangue artificial poderá ser fabricado em laboratórios e usado como se usam os soros e as injeções. Enquanto esse dia não chega, temos que usar o sangue humano. A necessidade de sangue é muito grande em todo o mundo e o número de doadores é muito pequeno.
Quem doa o seu sangue não corre riscos de ter qualquer doença infecciosa como AIDS, hepatite, sífilis e outras. Doar é seguro. É só quem recebe que corre estes e outros riscos.
Se você é adulto e tem boa saúde, procure um banco de sangue e doe um pouco do seu sangue para quem precisa. Você com certeza vai estar salvando uma vida cada vez que doar o seu sangue. Além disso, você se beneficia muito cada vez que doa sangue porque o banco de sangue faz uma série de exames de laboratório de graça para você e verifica suas condições gerais de saúde. Doar sangue é bom negócio para você.
Apelo para você que tem a felicidade de ter uma boa saúde: Procure um banco de sangue e doe um pouquinho do seu sangue para salvar uma vida.

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Sangue artificial

29/07/13

Faz de conta que existe a máquina do tempo. Voltemos ao tempo cem anos. O cenário? Uma guerra qualquer. Afinal, desde que o mundo é mundo existem guerras, maiores ou menores. Um soldado qualquer, que chamaremos de João, acaba de sofrer um ferimento na perna, que sangra muito. Depois de duas horas no campo de batalha ele é levado ao hospital de campanha; está muito branco e ofegante. Ele perdeu muito sangue naquelas duas horas de espera. O médico que o atende logo estanca o sangramento e faz um curativo compressivo, mas a perda de sangue foi muito grande e João, apesar de forte e jovem, como convém aos soldados, acaba morrendo algumas horas depois de anemia aguda.
Vejamos agora uma das guerras de nosso tempo. Na Bósnia, no Afeganistão, no Iraque ou na Palestina um soldado, também chamado João, sofre um ferimento parecido e perde a mesma quantidade de sangue que o João de cem anos atrás. Chegando ao hospital de campanha, ele recebe a atenção dos médicos e uma transfusão de dois litros de sangue humano, estocados na geladeira. Ele sobrevive.
Vamos agora ajustar a máquina do tempo para o futuro, digamos 2020. Outro soldado chamado João é ferido do mesmo jeito e perde sangue, muito sangue. Seus próprios companheiros de batalha, soldados como ele, pegam bolsas plásticas em suas mochilas e transfundem um líquido incolor no ferido e o levam ao hospital de campanha em condições muito melhores. O homem se salva e fica recuperado muito depressa. Eles usaram o sangue artificial, que não dá reações e pode ser aplicado por qualquer um, médico ou não. Em 2020 já não se usa o sangue humano para transfusões como hoje.
Isto não é ficção. O sangue artificial já existe e está sendo aperfeiçoado. Nossos descendentes no futuro vão ficar horrorizados de saber que no passado o sangue humano era usado como remédio para salvar vidas.
Enquanto isso, dependemos do sangue humano e precisamos de doadores. Muitos Joões dependem vitalmente da geladeira e do sangue que está nela. Doe sangue sem medo. Um João qualquer pode ser salvo por você.

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Cuide de seu filho na gravidez

05/11/12

Quando a mulher espera um bebê, ela se preocupa com o futuro dele. Dificilmente ela deixa de imaginar como ele ou ela será, a cor de seus olhos e de seus cabelos, seus gostos e dons, seu corpo e sua saúde. Poucas, porém, são as grávidas que pensam na saúde presente de seus filhos em formação.
Nas doze primeiras semanas de gravidez, nos primeiros três meses, portanto, quando mal dá para se perceber a barriguinha da mamãe, todo o processo de formação dos órgãos do bebê já está completo. Daí para frente ele cresce e os órgãos já formados vão amadurecendo e se preparando para funcionar independentemente do útero. Muitos acidentes podem acontecer durante o processo de formação dos órgãos e também durante a fase de crescimento e amadurecimento do feto. Algumas dessas tragédias são inevitáveis, mesmo diante da medicina mais avançada de nossa época. Outros, no entanto, são perfeitamente evitáveis.
O programa de exames médicos durante toda a gravidez se chama pré-natal e está disponível para a grande maioria das mulheres de nosso país e em grande parte do mundo.
A finalidade básica do pré-natal é diminuir as doenças e as mortes da mãe e da criança durante a gestação.
Antigamente, só para dar um exemplo que todo mundo conhece, pensava-se que as mães deveriam comer muito para que seus filhos nascessem fortes. As grávidas engordavam exageradamente e apresentavam depois muitos problemas durante o parto e depois dele. Hoje já se sabe que a grávida deve engordar pouco, entre cinco e dez quilos, para preservar sua saúde e ter seu filho sadio. É por isso que os ginecologistas não deixam que suas pacientes engordem muito na gravidez.
Está mais do que comprovado, em estudos científicos em todo o mundo, que as mulheres que têm um acompanhamento pré-natal adequado têm partos melhores e filhos mais sadios. Os índices de mortalidade materno-infantil são menores onde se faz pré-natal.
Se você pensa no futuro de nossas crianças, aconselhe a gestante mais próxima de você a fazer seu pré-natal. Explique a ela os enormes benefícios que ela e seu filho poderão ter.

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Faça o pré-natal

05/11/12

Você sabe o que é pré-natal? Como o próprio nome sugere, é algo que se faz antes do nascimento. O exame pré-natal é o acompanhamento médico da mulher grávida, desde o início até o final da gravidez.
Logo que a mulher descobre que está grávida, geralmente porque a menstruação atrasou ou porque ela está com aqueles sintomas sugestivos, como desejo de comer melancia com leite-moça de madrugada ou enjôos muito freqüentes, ela deve procurar um médico para confirmar ou não a gestação e, principalmente, para se submeter a alguns exames de laboratório. Depois disso, todos os meses ela deve ir ao médico para se pesar e para que o médico acompanhe a saúde dela e do bebê. Muitas são as doenças que podem ser detectadas e tratadas a tempo, antes que se instalem na criança ou que prejudiquem a saúde da mãe.
A sífilis, que é uma doença gravíssima para a criança em desenvolvimento, só passa da mãe para o feto depois do quarto mês de gravidez. Se a mulher descobre que tem sífilis logo no início da gravidez, ela pode ser tratada e curada, preservando a saúde de seu filho. Mas se a descoberta se faz somente no final da gravidez ou, como infelizmente é comum no Brasil, só depois do nascimento, a criança pode nascer com defeitos graves ou com retardamento mental.
Qual é a mulher grávida, mesmo que aborrecida por ter ficado grávida naquele momento de vida, que gostaria de ter um filho retardado ou com defeitos físicos? Creio que qualquer mulher normal deseja ter uma criança bonita, gordinha e com saúde.
O pré-natal é oferecido por todo o sistema de saúde em nosso país. Basta procurar um posto de saúde ou outro serviço médico disponível para fazer o pré-natal de graça, sem qualquer despesa.
Se você está grávida ou tem uma grávida em sua vida, pense nisso. Um simples acompanhamento pré-natal pode salvar a vida da mãe e também da criança.
Em resumo, os exames pré-natais devem ser feitos por todas as mulheres grávidas desde o início da gravidez, sem qualquer exceção. E sem qualquer desculpa.

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Faça o pré-natal

04/09/12

Você sabe o que é pré-natal? Como o próprio nome sugere, é algo que se faz antes do nascimento. O exame pré-natal é o acompanhamento médico da mulher grávida, desde o início até o final da gravidez.
Logo que a mulher descobre que está grávida, geralmente porque a menstruação atrasou ou porque ela está com aqueles sintomas sugestivos, como desejo de comer melancia com leite-moça de madrugada ou enjôos muito freqüentes, ela deve procurar um médico para confirmar ou não a gestação e, principalmente, para se submeter a alguns exames de laboratório. Depois disso, todos os meses ela deve ir ao médico para se pesar e para que o médico acompanhe a saúde dela e do bebê. Muitas são as doenças que podem ser detectadas e tratadas a tempo, antes que se instalem na criança ou que prejudiquem a saúde da mãe.
A sífilis, que é uma doença gravíssima para a criança em desenvolvimento, só passa da mãe para o feto depois do quarto mês de gravidez. Se a mulher descobre que tem sífilis logo no início da gravidez, ela pode ser tratada e curada, preservando a saúde de seu filho. Mas se a descoberta se faz somente no final da gravidez ou, como infelizmente é comum no Brasil, só depois do nascimento, a criança pode nascer com defeitos graves ou com retardamento mental.
Qual é a mulher grávida, mesmo que aborrecida por ter ficado grávida naquele momento de vida, que gostaria de ter um filho retardado ou com defeitos físicos? Creio que qualquer mulher normal deseja ter uma criança bonita, gordinha e com saúde.
O pré-natal é oferecido por todo o sistema de saúde em nosso país. Basta procurar um posto de saúde ou outro serviço médico disponível para fazer o pré-natal de graça, sem qualquer despesa.
Se você está grávida ou tem uma grávida em sua vida, pense nisso. Um simples acompanhamento pré-natal pode salvar a vida da mãe e também da criança.
Em resumo, os exames pré-natais devem ser feitos por todas as mulheres grávidas desde o início da gravidez, sem qualquer exceção. E sem qualquer desculpa.

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Sangue é…

22/10/11

Além de ser vermelho, o sangue tem outras propriedades importantes: Ele leva oxigênio para todas as células do corpo e recolhe o gás carbônico produzido por elas. O sangue também leva as armas de defesa contra as infecções e os tumores que tentam acabar com a saúde — são os anticorpos e os glóbulos brancos.
O sangue é produzido dentro dos ossos compridos do corpo. Esta você provavelmente não sabia! Exatamente. Dentro dos ossos longos, como o fêmur, a tíbia e as costelas. O sangue é produzido sem parar a vida toda e vai sendo renovado. A cada três meses mais ou menos todo o sangue do corpo é trocado por sangue novo. Quando acontece um sangramento muito grande, ocorre a anemia aguda, que é a falta de sangue. Se a anemia não for muito grave, em menos de um mês os ossos produzem o que falta e tudo fica normal. No entanto, quando a anemia é grave, não dá para esperar nem um dia. Tem que ser feita uma transfusão de sangue, isto é, o sangue de outra pessoa é retirado, preparado e transfundido na veia de quem está com anemia.
Muitos pesquisadores estão lutando para desenvolver um sangue inteiramente artificial, fabricado em laboratório, para acabar com as dificuldades das transfusões de sangue humano. Sim, porque o sangue humano estocado nos bancos de sangue dura só algumas semanas e tem que ser jogado fora se não for logo usado. Além disso, o sangue humano pode transmitir doenças como AIDS, hepatite e outras.
Enquanto a medicina não dá esse passo gigantesco produzindo sangue artificial, temos que depender do sistema atual e incentivar as doações voluntárias. No Brasil há poucos doadores e muitos doentes. É preciso educar o povo para doar sangue regularmente.
Se você entendeu tudo o que leu agora, então está consciente de que pode faltar sangue para alguém enquanto você está lendo este parágrafo. E esse alguém pode morrer. Doe sangue e traga seus amigos para doar também. Procure um banco de sangue.
Enquanto o sangue artificial não vem, doar sangue é um ato de cidadania e de compaixão.

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Doe sangue

14/10/11

Acidentes acontecem. Sangramentos acontecem. Desde um pequeno corte no dedo, com uma faca de cozinha dentro de casa, até um grave acidente de avião. Basta estar vivo que o risco de acidente está presente.
Você já sofreu algum acidente? Talvez um osso quebrado, ou um corte, ou uma queimadura, ou um tiro ou uma facada? Estou certo de que algum acidente você já sofreu. Pelo menos uma vez na vida você precisou de um Band-Aid, não é?
Nos acidentes maiores a perda de sangue costuma ser preocupante. As vítimas de tais acidentes podem morrer se o sangramento não for estancado e se uma parte do sangue perdido não for reposta por meio de transfusões de sangue. Não dá para esperar de jeito nenhum. É por isso que os grandes hospitais têm um estoque de sangue pronto para o uso. Justamente para atender a essas situações de urgência.
Você é capaz de imaginar uma pessoa sangrando até morrer, dentro de um hospital que não tem sangue no seu estoque? Pois saiba que isto acontece todos os dias em algum lugar, tanto no Brasil como em outros países.
As razões para essa tragédia são muito fáceis de entender: faltam doadores de sangue. Muitos são os doentes necessitados e poucos os doadores. Por causa disso, muitas e muitas pessoas morrem.
Difícil de acreditar? Acredite porque é verdade. E não fique só na indignação, mas dê uma colaboração de verdade. Doe sangue de vez em quando. Doe sangue pelo menos uma vez na vida. Não faz mal à saúde de modo algum.
Para tornar a coisa prática: Vá ao hospital mais próximo de sua casa e pergunte como fazer para doar seu sangue. Se não quiser ir, telefone. Lá mesmo ou num outro endereço você vai encontrar um banco de sangue, onde um funcionário vai explicar a você as condições para a doação. Esteja certo de que seu sangue pode salvar uma vida. Talvez duas.
Tenha a consciência de que sobram doentes e faltam doadores. Doe sangue você que tem saúde e salve a vida de seu semelhante. Amanhã poderá faltar sangue para você.

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Por que doar sangue?

09/10/11

Tenho certeza de que você já foi visitar um doente no hospital. Talvez amigo ou parente. Se você já esteve, mesmo que rapidamente, dentro de um hospital, como visitante ou como paciente, sabe que muitos necessitam de transfusões de sangue para poder sarar ou ter seus sofrimentos aliviados. A maioria dos hospitais pede doações aos visitantes, não só para aquele visitado específico, mas para todos os internados.
O sangue e seus subprodutos como os fatores de coagulação, as plaquetas, o plasma e vários outros são usados largamente em medicina. Como a ciência ainda não conseguiu produzir um sangue inteiramente artificial tão bom quanto o sangue humano, o que certamente fará dentro de poucos anos, os doentes dependem da boa vontade de seus amigos e parentes para poder receber as transfusões necessárias. Sem o sangue dos doadores voluntários, muitas vidas se perdem.
Você sabe o que acontece com você quando doa um pouco de sangue?
Em primeiro lugar, você não corre qualquer risco. O pessoal do banco de sangue verifica primeiro se você tem peso e idade adequados e se está em condições para doar; se estiver, retira cerca de um copo dos grandes de seu sangue com todo o cuidado e com material descartável. Como você tem mais de quatro litros de sangue no seu corpo, essa quantidade não faz a menor falta.
Em segundo lugar, os seus ossos, que produzem sangue sem parar, em poucos dias produzem mais sangue e repõem o sangue doado. É por isso que algumas pessoas doam seu sangue regularmente e estão sempre perfeitamente bem de saúde. Nunca desenvolvem anemia pelas doações.
Em terceiro lugar, o banco de sangue faz diversos exames laboratoriais no seu sangue e depois passa a você de graça os resultados. É uma forma de fazer check-up de vez em quando e de graça.
Doar sangue é um ato de amor e de responsabilidade para com o semelhante. Se você tem boa saúde e não tem doenças infecciosas como hepatite, AIDS, sífilis e doença de Chagas, procure um hospital ou um banco de sangue, doando um pouco do seu sangue.
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O que é menopausa?

20/08/11

Você sabe que certas palavras são carregadas de muita emoção para certas pessoas. A palavra câncer, por exemplo, causa arrepios a muita gente. Talvez até mesmo a você. Alguns têm até medo de pronunciar a palavra câncer em voz alta, como se o só falar fosse contagioso ou de algum modo mágico provocasse a doença. Próstata é outra palavra que mexe com as emoções dos homens e lembra para alguns deles a morte, a invalidez e a impotência. Uma das palavras mais carregadas de sentimentos negativos é a palavra MENOPAUSA. As fantasias negativas associadas à palavra menopausa são de velhice, invalidez, desinteresse ou incapacidade sexual, depreciação, doença e morte.
De maneira muito simples, pode-se dizer que a menopausa é o fim do período de menstruações de uma mulher normal. Como você dever saber, toda mulher começa a menstruar lá pelos onze, doze ou treze anos de idade. A cada mês, mais ou menos, ela menstrua, a não ser quando está grávida ou com algum desarranjo hormonal. Ela menstrua até perto dos 50 anos, quando cessam as menstruações. A essa parada se dá o nome de menopausa. É só isso e acontece a todas as mulheres. Mesmo sendo só isso, muita gente pensa que a menopausa é uma doença grave da qual se pode escapar. Não. Não é uma doença e dela ninguém escapa.
A menopausa ocorre em todas as mulheres e não muda profundamente as suas vidas. Elas continuam se relacionando sexualmente do mesmo jeito, sendo mulheres do mesmo jeito em todos os sentidos e vivendo plenamente. A grande diferença da mulher que já passou pela menopausa é que ela dificilmente consegue engravidar depois que as menstruações cessam, uma vez que seus ovários interrompem a produção hormonal ligada à reprodução. Só isto. Em tudo o mais ela é a mesma mulher de antes.
Viu só como as fantasias associadas à palavra menopausa não têm qualquer fundamento? Menopausa não significa nada além do encerramento das menstruações.
Em resumo, menopausa é o sinal do fim das menstruações e do fim da capacidade de gerar filhos. Não é o fim do mundo!
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Menopausa não é palavrão

16/08/11

Algumas palavras soam mal a quase todos os ouvidos, principalmente quando seu significado é mal conhecido.
Menopausa. Você já deve ter escutado esta palavra muitas vezes. Não, não é um palavrão. Nem é o nome de uma doença. Menopausa é uma palavra médica que significa simplesmente o encerramento das menstruações de uma mulher. Repetindo: menopausa é o fim das regras das mulheres. Acontece aí perto dos 45 a 50 anos de idade, em geral, mas às vezes vem antes.
Toda mulher tem menopausa? Sim, toda mulher normal, que menstrua, tem menopausa, mas ela não é igual em todas as mulheres. Em algumas ela vem com tranqüilidade, naturalmente, sem grandes traumas. Em outras, no entanto, a menopausa vem acompanhada de muita irritação, depressão, angústia e até graves perturbações emocionais e físicas. Cada mulher reage de um jeito diferente à menopausa.
Você sabe qual é o maior problema da menopausa? É o medo dela. Porque, na verdade, a menopausa é um fenômeno inteiramente normal e não é doença. Mas o medo e até o pavor da menopausa podem trazer tanta ansiedade, que a pessoa acaba ficando doente de verdade.
Embora a menopausa seja um acontecimento esperado na vida da mulher, ela deve ser acompanhada por um médico especialista em ginecologia, porque existe tratamento muito eficiente para tornar a vida da mulher, nessa fase, mais suave e com menos ansiedade. Toda menopausa dever ser observada pelo ginecologista porque ela sinaliza uma mudança profunda no corpo da mulher. Os hormônios dos ovários deixam de ser produzidos e promovem uma série de mudanças em todo o organismo, desde o útero até a pele. Muitas mulheres necessitam de reposição hormonal para compensar a falta de produção ovariana. Outras não precisam da reposição ou não a aceitam. Seja como for, a avaliação do ginecologista e a discussão de detalhes com cada paciente, precede qualquer tentativa de reposição hormonal após a menopausa e, eventualmente, até um pouco antes que ela aconteça.
Menopausa não é doença, nem palavrão. É apenas uma palavra que significa o fim das menstruações. Toda mulher que menstrua passará pela menopausa mais cedo ou mais tarde
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