Arquivo da categoria ‘Envelhecimento’

Aposentadoria e saúde

13/12/16

O Brasil está envelhecendo rapidamente, como um país de Primeiro Mundo. Há cerca de 25 milhões de brasileiros com mais de 60 anos de idade, cerca de 12% da população. Estima-se que esse número poderá dobrar percentualmente até 2050. A expectativa de vida do brasileiro atualmente, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), é de 75,5 anos. Na Itália é de 83,1 e no Japão é de 85,9.
Por outro lado, a renda per capita no Brasil é a de uma nação pobre. Segundo o FMI (Fundo Monetário Internacional), a renda média anual no Brasil é de 15.615 dólares (considerados ativos e inativos), ao passo que na Itália é de 35.708 e no Japão, 38.054.
Isso significa que o número de idosos no Brasil está crescendo, como nos países desenvolvidos, mas que seu ganho não está acompanhando os ganhos do Primeiro Mundo. Temos mais idosos pobres e esse número tende a crescer nas próximas décadas.
Todo idoso precisa de uma boa aposentadoria para viver com dignidade. Ele precisa de moradia, dieta apropriada, segurança, conforto e lazer, como todo mundo. Precisa especialmente de boa assistência médica e odontológica, além de dinheiro para comprar remédios, que em nosso país são caros.
O Estado brasileiro não conseguirá atender a essa demanda crescente sem uma reforma previdenciária profunda, ora em discussão. Os que trabalham, a força ativa da população, em número percentualmente decrescente, terão que fazer sacrifícios ainda maiores para subsidiar a população inativa, de idosos, em sua maioria, nas próximas décadas. O jovem de hoje é o idoso de amanhã. Se não houver uma poupança para o futuro desse jovem, ele ficará um idoso ainda mais pobre do que seus pais e avós. Ter uma boa aposentadoria significa, antes de tudo, ter saúde.

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Viver um século

26/11/12

Há 150 anos a Europa era o lugar mais avançado do mundo. As grandes potências militares e econômicas, o centro da cultura e das artes estavam lá. Mas o europeu morava mal, o esgoto corria à sua porta, a assistência médica era precária e suas condições de trabalho eram péssimas. O europeu de 150 anos atrás vivia em média 44 anos. Morria de tuberculose, peste, desnutrição, pneumonia, sarampo, diarreia, varíola e outras doenças raras na Europa de hoje.
O europeu do século XXI vive mais de 80 anos. Quase o dobro de 150 anos atrás!
Isto se deve principalmente aos avanços da medicina. A assistência ao parto reduziu a mortalidade materna e fetal. Os esquemas de vacinação diminuíram a incidência das doenças infecto-contagiosas. Os antibióticos salvaram milhões de tuberculose, pneumonia, diarreia, meningite… Também as condições de moradia, de saneamento e de trabalho progrediram na Europa. Hoje o indivíduo mora numa casa com água encanada, esgoto e energia elétrica. Trabalha no máximo oito horas por dia, de segunda a sexta, tem aposentadoria, assistência médica e odontológica. E, principalmente, tem o que comer.
Pelas mesmíssimas razões se explica o fato de o brasileiro viver cerca de 10 a 15 anos menos do que o europeu de hoje.
Pelos dados do IBGE — Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística — de 2010, o brasileiro vive em média hoje 73,4 anos, enquanto  o europeu vive mais de 80 anos.
Não é preciso buscar explicações mirabolantes na genética, no clima, no meio ambiente ou na religião. Basta olhar comparativamente para a mesa do brasileiro e do europeu. E olhar também para as condições de moradia, higiene, educação e trabalho para se constatar os motivos de tanta diferença.
É possível viver mais, sim, é perfeitamente possível. Até mesmo 100 anos, o que deverá ocorrer dentro de pouco tempo nos países desenvolvidos, mas isto só se alcança com melhores condições de vida e de trabalho para todos.
Se você quiser que seus filhos e netos vivam o mesmo tanto que seus contemporâneos do mundo desenvolvido, comece a mudar seu país hoje. A experiência européia mostra que é possível melhorar.

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Expectativa de vida

13/11/12

Você sabia que as mulheres vivem mais do que os homens no Brasil? E que isso acontece também na maioria dos países?
A expectativa ou esperança de vida de uma brasileira hoje é de 77,3 anos, segundo dados do IBGE de 2010.
A de um homem brasileiro é de 69,7 anos. Já nos países desenvolvidos, onde a assistência médica é melhor, bem como as demais condições de vida, espera-se que uma mulher viva bem mais de 80 anos e um homem um pouquinho menos.
Cento e cinquenta anos atrás, na Europa, onde se vive hoje mais ou menos 80 anos, a expectativa de vida era de 44 anos. As pessoas morriam cedo de epidemias, desnutrição, doenças infecto-contagiosas relacionadas às más condições de higiene e de habitação.
Graças aos enormes avanços da medicina e às melhores condições de moradia, saneamento, educação e trabalho, o ser humano está vivendo cada vez mais. Dentro de pouco tempo, homens e mulheres deverão chegar bem perto dos 100 anos de vida. Pense só nisso: um século de existência!
As estatísticas mostram claramente o aumento da longevidade de homens e mulheres nas últimas décadas, principalmente nos países desenvolvidos. Já nos países pobres, como o nosso, esse aumento é menos acentuado. Um homem europeu vive cerca de 15 anos mais que um homem brasileiro. Uma mulher européia vive cerca de 10 anos mais. E não se trata absolutamente de uma raça mais forte ou de uma genética superior. Trata-se de melhores condições de vida de modo global, desde os cuidados médicos quando o indivíduo está ainda na barriga de sua mãe, até os recursos médicos, sociais e econômicos disponíveis para os idosos.
O descaso governamental, a pobreza, as péssimas condições de moradia e de trabalho que imperam em nosso país encurtam a vida média de nosso povo em cerca de 10 a 15 anos, quando se compara com os povos de outras regiões do planeta. Dura a realidade que vivemos!
O tanto que nossos filhos, netos e bisnetos vão viver no futuro depende em parte do que fizermos hoje, depende principalmente das melhorias que conquistarmos como nação.
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Menopausa é um recomeço

26/10/12

Toda mulher normal ao nascer tem um útero e dois ovários. Ao redor dos dez ou doze anos de idade os ovários começam a produzir hormônios sexuais e o útero começa a descamar todo mês, causando as chamadas regras ou menstruações. Isto anuncia à mulher sua capacidade de engravidar. Enquanto tem menstruações, a mulher tem possibilidade real de engravidar.
A menstruação é o sinal de que naquele mês não aconteceu a gravidez. Isto se repete até perto dos 50 anos, quando os ovários param naturalmente de funcionar e as menstruações não ocorrem mais. A esta parada das menstruações se dá o nome de menopausa. É por isso que raramente se vê uma mulher grávida depois dos 50 anos. Por causa da menopausa.
Do mesmo modo que a fase da vida da mulher em que as menstruações se iniciam na adolescência é cheia de mudanças rápidas e intensas, a menopausa também. Ocorrem transformações físicas e emocionais profundas, ao que se chama popularmente de “passagem da idade” e que nós médicos chamamos de climatério. É por causa dessas grandes transformações que nessa época da vida as mulheres merecem mais atenção, não só de seus ginecologistas, mas também e principalmente de seus maridos e familiares.
Embora a menopausa seja um acontecimento esperado em todas as mulheres, elas passam por ela de modo muito diferente umas das outras. Algumas chegam até a sofrer, na maioria das vezes por medo e desinformação, pensando que serão menos mulheres do que antes, ou menos atraentes ou menos femininas. Bobagem! A menopausa não deveria meter medo em ninguém. É apenas uma etapa a mais no percurso da vida humana, e uma das mais interessantes.
O climatério e a menopausa coincidem em geral com casamento de filhos, a vinda de netos, realização profissional, possibilidade de viagens, folga financeira, e outras tantas coisas, a maioria delas muito positivas. Coincide também com mudanças negativas para algumas mulheres: divórcio, viuvez, aposentadoria, dificuldades financeiras e doenças.
A menopausa anuncia um período de mudanças, do mesmo jeito que as chuvas anunciam a chegada da primavera. A beleza que se segue pode ser equivalente.

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A passagem da idade

26/10/12

Se você é mulher ou tem uma mulher em casa, preste atenção neste assunto: ME-NO-PAU-SA.
Menopausa é o fim das menstruações. A mulher, que começa a menstruar aos dez, onze ou doze anos de idade, quando chega perto do 50 anos, pára de ter as menstruações, o que é absolutamente normal, porém precisa de acompanhamento médico.
Durante todas as três ou quatro décadas em que menstrua, a mulher tem seus ovários funcionantes, produzindo hormônios sexuais – estrógeno e progesterona basicamente. Tais hormônios exercem papel primordial na reprodução. Sem esta função não há gravidez. Além da função reprodutiva, os hormônios regulam outras funções orgânicas importantes. Assim, quando os ovários param de funcionar, as menstruações também param. Na verdade, a menopausa indica o fim da função ovariana e uma das conseqüências deste fenômeno é a falta de menstruações.
Quando vem a menopausa, a mulher experimenta várias transformações em seu corpo, e também em sua mente. Os ossos começam a se desgastar mais depressa depois da menopausa, a pele enruga mais rapidamente, a vagina fica mais seca e delicada, e as emoções ficam mais à flor da pele. Há também, em algumas mulheres, manifestações de depressão. Ela experimenta fantasias de abandono e morte. Principalmente quando ocorrem transformações dentro da família, como divórcio, viuvez e casamento de filhos.
O médico ginecologista deve ser consultado todos os anos por todas as mulheres adultas. Perto da menopausa isto não muda. Todo ano e, se necessário, algumas vezes por ano, a mulher que se aproxima da menopausa deve consultar seu médico para que ele possa pedir alguns exames e ajudar a mulher na chamada “passagem da idade” com medicamentos e conselhos. Sem tratamento a mulher também passa pela menopausa, mas com muitos traumas. Com tratamento a passagem pela menopausa é mais suave e traz menos angústias.
Menopausa não é doença, mas precisa de tratamento. Do mesmo modo que gravidez não é doença, mas precisa de acompanhamento médico sério.
Toda mulher que se aproxima da menopausa deve procurar seu médico e seguir o tratamento corretamente. Menopausa não é um ponto final na vida da mulher, é apenas uma vírgula.

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A passagem da idade

15/10/12

Se você é mulher ou tem uma mulher em casa, preste atenção neste assunto: ME-NO-PAU-SA.
Menopausa é o fim das menstruações. A mulher, que começa a menstruar aos dez, onze ou doze anos de idade, quando chega perto do 50 anos, pára de ter as menstruações, o que é absolutamente normal, porém precisa de acompanhamento médico.
Durante todas as três ou quatro décadas em que menstrua, a mulher tem seus ovários funcionantes, produzindo hormônios sexuais – estrógeno e progesterona basicamente. Tais hormônios exercem papel primordial na reprodução. Sem esta função não há gravidez. Além da função reprodutiva, os hormônios regulam outras funções orgânicas importantes. Assim, quando os ovários param de funcionar, as menstruações também param. Na verdade, a menopausa indica o fim da função ovariana e uma das consequências deste fenômeno é a falta de menstruações.
Quando vem a menopausa, a mulher experimenta várias transformações em seu corpo, e também em sua mente. Os ossos começam a se desgastar mais depressa depois da menopausa, a pele enruga mais rapidamente, a vagina fica mais seca e delicada, e as emoções ficam mais à flor da pele. Há também, em algumas mulheres, manifestações de depressão. Ela experimenta fantasias de abandono e morte. Principalmente quando ocorrem transformações dentro da família, como divórcio, viuvez e casamento de filhos.
O médico ginecologista deve ser consultado todos os anos por todas as mulheres adultas. Perto da menopausa isto não muda. Todo ano e, se necessário, algumas vezes por ano, a mulher que se aproxima da menopausa deve consultar seu médico para que ele possa pedir alguns exames e ajudar a mulher na chamada “passagem da idade” com medicamentos e conselhos. Sem tratamento a mulher também passa pela menopausa, mas com muitos traumas. Com tratamento a passagem pela menopausa é mais suave e traz menos angústias.
Menopausa não é doença, mas precisa de tratamento. Do mesmo modo que gravidez não é doença, mas precisa de acompanhamento médico sério.
Toda mulher que se aproxima da menopausa deve procurar seu médico e seguir o tratamento corretamente. Menopausa não é um ponto final na vida da mulher, é apenas uma vírgula.

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Quando começa o envelhecimento?

23/08/12

Você e eu aprendemos na escola que o ser humano nasce, cresce, envelhece e morre. Mas as coisas não são tão simples de definir, especialmente quanto ao tempo em que ocorrem. O momento do nascimento e da morte são claros e não existe qualquer dúvida a este respeito. Mas o crescimento, quando termina? E o envelhecimento, quando começa?
Na verdade não é muito difícil definir o fim do período de crescimento físico. É entre 15 e 20 anos de idade para a maioria, variando entre homens e mulheres e de pessoa para pessoa. As mulheres param de crescer antes dos homens. O difícil é definir o início do processo de envelhecimento. O que você acha? O envelhecimento começa aos 40? Ou será aos 50? Quem sabe 30?
Infelizmente não existe uma resposta precisa e única, mas as evidências da medicina apontam na seguinte direção: Não existe um momento certo para que o processo de envelhecimento se inicie. Na verdade, a vida biológica é um contínuo entre a concepção e a morte. Nós é que a dividimos artificialmente em etapas, que na verdade não existem.
Sabemos hoje que o organismo humano começa a sofrer processos degenerativos, que aqui podemos chamar didaticamente de envelhecimento, já a partir da infância e da adolescência. O envelhecimento não se instala de repente no adulto, mas começa a instalar-se na criança. As artérias começam a se enrijecer e a se tornar obstruídas antes dos 20 anos, o que em medicina se chama arteriosclerose. E isto, ao evoluir, compromete a circulação de todo o organismo e leva à degeneração progressiva de todos os órgãos.
Não seria um exagero de modo algum dizer, à luz do conhecimento científico acumulado, que o envelhecimento começa logo depois do nascimento, superpondo-se ao crescimento. É como se todos nós, os seres vivos, incluindo animais e vegetais, fôssemos programados para morrer. Como se nossos genes tivessem neles codificada a maldição que recaiu sobre Adão: “Tu és pó e ao pó tornarás.”
 Tenho o doloroso dever de informar que o envelhecimento, a degeneração, a decrepitude, a senilidade e a morte começam quando nascemos.

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Problemas do envelhecimento

20/08/12

As mulheres, ao envelhecerem, passam pela menopausa e pelo climatério. Menopausa é o nome que se dá ao fenômeno da parada das menstruações. Já o climatério é o período de vida da mulher em que ocorrem importantes transformações físicas e psicológicas, como a própria menopausa. O climatério começa ao redor dos 45 anos e vai até depois dos 50. Neste período, as mulheres passam por mudanças físicas e emocionais muito importantes.
Os homens não têm menopausa nem climatério e não apresentam transformações abruptas ao envelhecer como as mulheres, mas gradativas. Não existe a tão propalada andropausa! Mas os homens envelhecem do mesmo jeito, só que de modo diferente. A maioria das mudanças que o corpo apresenta são comuns a homens e mulheres: os cabelos ficam brancos, os olhos tendem a formar catarata, os ossos se desgastam, a pele enruga, a altura diminui, etc. Mas outras mudanças acontecem só nos homens, por exemplo, na próstata. Afinal as mulheres não têm próstata. Todos os homens depois de mais ou menos 45 anos começam a ter um crescimento da próstata que, com o tempo, pode dificultar a micção. É por causa disto que os homens muito idosos vão toda hora ao banheiro para fazer xixi.
Os homens, ao envelhecerem, também notam mudanças na sua sexualidade. A potência sexual diminui, o volume de esperma e a força da ejaculação também. Mas, ao contrário das mulheres, os homens não perdem a capacidade de se reproduzir. Mesmo em idade muito avançada, a maioria dos homens pode gerar filhos.
Depois dos 50 anos várias formas de câncer se tornam mais frequentes nos homens. A mais comum delas é o câncer da próstata, que acomete um em cada doze homens.
Por tudo isto que foi dito, é muito importante que todo homem vá ao médico depois da chamada meia-idade, depois dos 40 a 45 anos. Muitas dessas transformações podem ser atenuadas ou retardadas com tratamento adequado.
 Se você é homem e já passou dos 40 ou 45 anos, mesmo que se sinta um adolescente, procure um médico para ajudá-lo a entrar em forma na perigosíssima idade do lobo.

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Menopausa e climatério

20/08/12

Todos envelhecemos. É inevitável. No entanto, entre homens e mulheres existem algumas diferenças importantes. Nem poderia ser de outra maneira; afinal, homens e mulheres têm diferenças muito grandes, tanto físicas como emocionais. Você sabe disso. “Está na cara”!
As mulheres têm dois ovários que começam a produzir hormônios mais ou menos aos dez anos de idade. Por causa desses hormônios, as mulheres experimentam grandes transformações. Daí por diante os ovários produzem hormônios sem parar um só dia até perto dos cinquenta anos de idade. Então, por mecanismos que a medicina ainda não entendeu perfeitamente, os ovários param de funcionar e se tornam órgãos inúteis para o organismo da mulher. É por causa dessa parada de funcionamento que as mulheres de mais de cinquenta anos não menstruam mais nem engravidam. Naturalmente, isso ocorre aos cinqüenta anos para umas mulheres, aos quarenta e cinco para outras e aos cinquenta e poucos para algumas. Isso varia conforme a constituição de cada mulher, a história familiar e as condições de vida de cada pessoa.
Quando os ovários deixam de produzir os hormônios, a mulher sofre inúmeras transformações e tende a envelhecer mais depressa daí para frente. É por isso que, atualmente, os ginecologistas e os geriatras receitam hormônios femininos para as mulheres quando os ovários começam a dar sinais de cansaço. Ao fazer isso, os médicos de alguma forma prolongam os efeitos positivos dos hormônios femininos, retardando o processo de envelhecimento da mulher. No entanto, nem todas as mulheres podem usar hormônios. Existem certas doenças que impedem o uso dessas substâncias. De uma forma ou de outra, não é somente de hormônios que as mulheres necessitam. Há outros remédios e cuidados que os médicos prescrevem. Por isso é muito importante que todas as mulheres tenham um acompanhamento médico cuidadoso nesse importante período da vida, perto dos cinquenta anos, ao que se dá o esquisitíssimo nome de climatério.
Se você é mulher e tem perto de cinqüenta anos, procure um ginecologista e converse com ele a respeito de seus hormônios. O que está em jogo é bem mais do que a aparência – é a saúde!

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Envelhecer com saúde

13/08/12

“Setenta anos é o tempo da nossa vida, oitenta anos, se ela for vigorosa. E a maior parte deles é fadiga inútil, pois passam depressa, e nós voamos.” Você sabe quem escreveu isto? Foi Moisés, o grande profeta judeu, há 3500 anos. Diz a Bíblia que ele morreu com 120 anos de idade. Moisés também escreveu o seguinte a respeito da velhice: “Diante dos cabelos brancos te levantarás, e honrarás a presença do idoso.”
Envelhecer tem seu lado ruim, que são as limitações impostas pela idade em razão das deteriorações naturais do corpo. Não se pode correr como os moços, nem ter o desempenho sexual da juventude, nem ouvir tão bem com antes, nem enxergar como uma águia. Os reflexos são lentos.
 Mas envelhecer tem o seu lado bom, sem dúvida. Os filhos, os netos, os bisnetos, os amigos colecionados ao longo de muitos anos, a experiência, o conhecimento, a sabedoria…
Na verdade, todos nós gostaríamos de viver muito, mas sem envelhecer. Parece que todos temos em comum a vocação para a imortalidade. É por isto que lutamos para permanecer vivos e bem. Fazemos exercícios para perder a barriga, pintamos os cabelos, fazemos cirurgias plásticas, usamos maquiagem, roupas jovens, corrigimos nossas coronárias com pontes de safena, tomamos vitaminas e usamos óculos para enxergar de perto. Fazemos tudo isto para combater, de alguma forma, as conseqüências da idade que chega. E ela sempre chega!
Se pudéssemos escolher, viveríamos para sempre e sempre jovens. Esta é a nossa verdadeira vocação!
No entanto, na nossa presente realidade, temos que encarar o processo de envelhecimento, não só procurando os recursos da ciência para amenizar os problemas do envelhecimento, mas também estudando os processos pelos quais nossos corpos e mentes envelhecem para melhor vivermos. Cada órgão em nossos corpos tem uma forma peculiar de envelhecer. Importa conhecê-los. Por isso é muito importante que você vá ao médico a partir de uma certa idade, digamos 40 anos, para começar o tratamento dessas transformações.
 Envelhecer não é bom, mas pior do que isso é envelhecer sem conhecimento, sem autocrítica e sem ajuda médica. Envelheça com saúde!

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