Arquivo da categoria ‘AIDS’

A disparada da AIDS entre jovens no Brasil

15/08/17

Dados divulgados pelo Departamento de DST, Aids e hepatites virais, do Ministério da Saúde, mostram que a infecção pelo vírus HIV, o vírus da AIDS, cresceu muito no Brasil entre 2006 e 2015 entre os jovens, principalmente homens homossexuais, entre 15 e 29 anos, enquanto que em outras faixas etárias ficou estável ou diminuiu. O crescimento mais impressionante foi entre jovens entre 15 e 19 anos, cerca de 190%.
As razões desse crescimento decorrem de desinformação, desconhecimento do passado, aumento do uso de drogas injetáveis e descaso para com as medidas preventivas, entre várias outras. As entrevistas com os jovens mostram, ainda, que o tremendo medo da AIDS diminuiu. Os jovens acham que há tratamento eficaz e que a infecção não é “assim tão fácil de pegar”. Ledo engano.
Em quase todos os países desenvolvidos há uma notória redução do número de casos novos de infecção pelo HIV, o que aponta para uma extinção da AIDS no planeta nos próximos 15 a 20 anos. O Brasil e alguns outros países em desenvolvimento da América do Sul estão na contramão do que ocorre no Primeiro Mundo. O Brasil já vem dando sua contribuição negativa para o mundo, que já desistiu de extinguir a AIDS até 2030, como projetado. Os números brasileiros vão obrigar as autoridades sanitárias internacionais a rever suas metas.
Entre as possíveis soluções para combater a AIDS entre os jovens brasileiros, cito algumas:
1-Educação sexual de qualidade: na família, na escola, na igreja, no clube e na mídia social
2-Combate rigoroso às drogas lícitas e ilícitas, na família, principalmente
3-Disponibilização gratuita de preservativos, métodos contraceptivos e seringas descartáveis para os adolescentes e adultos jovens
4-Tratamento dos grupos de risco com PEP (profilaxia pós-exposição) e PreP (profilaxia pré-exposição)

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A nova maneira de se prevenir a AIDS, Prep

29/05/17

Neste ano de 2017, o Ministério da Saúde, por meio da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), vai implantar no SUS o Prep – Profilaxia Pré-Exposição -, uma nova estratégia de combate à AIDS. O Prep compreende a administração de duas drogas antivirais, que impedem que o vírus HIV invada as células humanas e inicie todo o processo de infecção, que termina na doença AIDS. As pessoas a quem se destina essa estratégia, que não é nossa, é internacional e já devidamente testada com sucesso, são homens homossexuais, transgêneros e profissionais do sexo, que não fazem uso regular de preservativo. Tais pessoas, cerca de sete mil, quase todos homens, têm um alto risco de adquirir o vírus HIV. O uso regular do Prep vai impedir que cerca de 15% dessas pessoas se transformem em aidéticos. As drogas, que serão fornecidas gratuitamente pelo SUS, terão uma indicação médica precisa e estarão disponíveis nos próximos meses.
A Profilaxia Pós-Exposição é outra estratégia, já implantada, que compreende o uso de remédios por trinta dias após uma relação de risco sem preservativo, e não se destina ao mesmo grupo de risco que usará Prep. A Profilaxia Pós-Exposição se destina a casos de mulheres estupradas, por exemplo, cuja relação sexual não protegida foi um acidente, e não um hábito.
A AIDS deve ser prevenida por meio de educação sexual, relações protegidas, alerta contra o uso de seringas e agulhas compartilhadas, alerta contra a promiscuidade sexual, profilaxias pré e pós exposição, identificação e tratamento precoce de gestantes com HIV, disponibilização universal de preservativos, entre outras medidas. Apesar de tudo isso estar sendo, de algum modo, feito no Brasil, temos perdido a luta para a AIDS. O Brasil, assim como alguns outros países da América do Sul, tem observado o crescimento da AIDS, na contramão do Primeiro Mundo, em que só tem havido decréscimo.

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Quanto vive uma pessoa contaminada pelo vírus da AIDS?

19/05/17

Quando uma pessoa é infectada pelo vírus HIV (vírus da imunodeficiência humana), quer pelo uso compartilhado de drogas injetáveis, como cocaína e heroína, que por via sexual, homo ou heterossexual, quer por transfusão de sangue ou derivados, quer por acidentes em laboratórios, quer por via vertical (da mãe para o feto) ou por qualquer outro modo, muito mais raro, ela pode ficar com o vírus no corpo sem nunca desenvolver a doença AIDS – síndrome da imunodeficiência adquirida. O mais provável, todavia, é que, depois de alguns meses ou poucos anos, essa pessoa comece a apresentar sintomas da doença – febre, perda de peso, diarreia, e muitos outros sintomas e sinais inespecíficos.
Até meados dos anos 90, um aidético tinha uma expectativa de vida de 18 meses no Brasil. No Primeiro Mundo, essa expectativa era de 36 meses. Quando surgiu a terapia antirretroviral, base do “coquetel” de três drogas diferentes, em 1996, a expectativa de vida começou a crescer. De 2008 para cá, com novas drogas, o coquetel tornou-se ainda mais eficiente. Segundo um estudo recente, com 88 mil pacientes, os aidéticos que começaram a se tratar a partir de 2008 têm agora uma expectativa de vida de 78 anos, na Europa e nos Estados Unidos, poucos anos menor do que as pessoas não-aidéticas naqueles mesmos lugares. Isso significa que, atualmente, a doença AIDS ficou tão cronificada, que praticamente pode-se dizer que ela não encurta mais a vida.
No Brasil, a incidência de AIDS vem aumentando nos últimos anos, pela omissão governamental, principalmente. O coquetel oferecido aqui é o mesmo dos países desenvolvidos. Não há estudos semelhantes no Brasil, mas o que se vê na prática é que as nossas vítimas da AIDS, se bem tratadas e bem acompanhadas, têm vidas normais, ainda que não curadas.

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Prevenção da AIDS

08/08/16

A principal ferramenta de prevenção da AIDS até agora era o uso correto do preservativo. Outras medidas secundárias, como o uso individual (não compartilhado) de seringas nas sessões coletivas de uso de drogas injetáveis, o uso de preservativo feminino, o evitar-se a promiscuidade sexual (troca frequente de parceiros), entre outras, têm pouca efetividade numérica. O preservativo tem sido a base da profilaxia da AIDS.
Agora, dois medicamentos associados numa única cápsula, tenofovir e emtricitabitina, com o nome comercial de Truvada, surgiram para fazer a prevenção da AIDS nos principais grupos de risco. Homens homossexuais, prostitutas, travestis e outros que têm comportamento de alto risco para aquisição da AIDS, por serem promíscuos, poderão fazer a prevenção da AIDS por meio do uso do preservativo e pela ingestão diária de um comprimido desse novo medicamento.
O Ministério da Saúde estima que dez mil pessoas tenham acesso no primeiro ano de oferta a este novo medicamento, assim que ele for disponibilizado pelo SUS. O uso contínuo desse novo medicamento se chama PrEP, ou profilaxia pré-exposição, e tem o aval da Organização Mundial da Saúde. O medicamento, usado diariamente, tem o potencial de reduzir o risco de aquisição da AIDS em até 92%.
A AIDS vem crescendo no Brasil e em alguns outros países da América Latina, contrariamente ao que ocorre na maior parte do planeta. Esse crescimento preocupa as autoridades internacionais, que tinham a expectativa de eliminar a AIDS de todo o mundo até 2013. Tudo indica que isso não mais ocorrerá, em parte por causa do que vem ocorrendo no Brasil nos últimos anos. Temos cerca de 830 mil pessoas infectadas pelo vírus da AIDS em nosso país atualmente e estima-se para os próximos anos um acréscimo de 45 mil novos casos por ano. Números preocupantes, que refletem o descaso crônico do governo federal para com a saúde de nosso povo.
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A principal ferramenta de prevenção da AIDS até agora era o uso correto do preservativo. Outras medidas secundárias, como o uso individual (não compartilhado) de seringas nas sessões coletivas de uso de drogas injetáveis, o uso de preservativo feminino, o evitar-se a promiscuidade sexual (troca frequente de parceiros), entre outras, têm pouca efetividade numérica. O preservativo tem sido a base da profilaxia da AIDS.
Agora, dois medicamentos associados numa única cápsula, tenofovir e emtricitabitina, com o nome comercial de Truvada, surgiram para fazer a prevenção da AIDS nos principais grupos de risco. Homens homossexuais, prostitutas, travestis e outros que têm comportamento de alto risco para aquisição da AIDS, por serem promíscuos, poderão fazer a prevenção da AIDS por meio do uso do preservativo e pela ingestão diária de um comprimido desse novo medicamento.
O Ministério da Saúde estima que dez mil pessoas tenham acesso no primeiro ano de oferta a este novo medicamento, assim que ele for disponibilizado pelo SUS. O uso contínuo desse novo medicamento se chama PrEP, ou profilaxia pré-exposição, e tem o aval da Organização Mundial da Saúde. O medicamento, usado diariamente, tem o potencial de reduzir o risco de aquisição da AIDS em até 92%.
A AIDS vem crescendo no Brasil e em alguns outros países da América Latina, contrariamente ao que ocorre na maior parte do planeta. Esse crescimento preocupa as autoridades internacionais, que tinham a expectativa de eliminar a AIDS de todo o mundo até 2030. Tudo indica que isso não mais ocorrerá, em parte por causa do que vem ocorrendo no Brasil nos últimos anos. Temos cerca de 830 mil pessoas infectadas pelo vírus da AIDS em nosso país atualmente e estima-se para os próximos anos um acréscimo de 45 mil novos casos por ano. Números preocupantes, que refletem o descaso crônico do governo federal para com a saúde de nosso povo.
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AIDS outra vez

15/07/16

O número de pessoas infectadas pelo vírus da AIDS (vírus da imunodeficiência adquirida) voltou a subir no Brasil, segundo dados de um programa das Nações Unidas (Unaids). De 700 mil pessoas infectadas por AIDS no Brasil em 2010, passamos para 830 mil em 2015. O número de casos novos por ano subiu para 44 mil em 2015 (era 37 mil em 2000 e 43 mil em 2010). O Brasil sozinho responde por mais de 40% das novas infecções na América Latina atualmente.
O Brasil está na contramão da história da AIDS no mundo. Há uma tendência à diminuição em todo o planeta nos últimos anos. Por quê?
Segundo o diretor executivo da Unaids, Michel Sidibé, o aumento no Brasil se deve à complacência do governo. Dito de outra forma, relaxo das autoridades. Segundo o professor do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP, Dr. Mário Scheffer, “arrogância técnica, intolerância ao diálogo, aliança com forças retrógradas e o desmonte do SUS levaram à perda do protagonismo internacional e ao isolamento interno na resposta brasileira à AIDS. O resultado: milhares de infecções e mortes que poderiam ter sido evitadas.”
A AIDS pode infectar uma pessoa pelo uso de seringas compartilhas entre os dependentes químicos, transfusões de sangue e derivados, práticas heterossexuais e homossexuais, acidentes em laboratório ou centro cirúrgico com o sangue de pessoas infectadas, transmissão vertical da mãe para o feto e outros mecanismos mais raros.
A ONU esperava acabar com a AIDS no planeta até 2030. Agora, diante desses números ruins no Brasil e em outros países da América Latina, corre-se o risco de todos os avanços ficarem comprometidos.
Para evitar-se a AIDS: 1. Sexo seguro, com preservativo sempre; 2. Não compartilhar seringas no uso de drogas; 3. Evitar a promiscuidade sexual, que é a troca frequente de parceiros; 4. Pré-natal para todas as gestantes, de modo a permitir o tratamento da mãe infectada, minimizando o risco de passar o vírus para a criança em gestação; 5. Proteção (luvas, óculos, etc.) rigorosa quando em contato com o sangue e as secreções de qualquer pessoa; 6. Seleção mais rigorosa do sangue de doadores.
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O número de pessoas infectadas pelo vírus da AIDS (vírus da imunodeficiência adquirida) voltou a subir no Brasil, segundo dados de um programa das Nações Unidas (Unaids). De 700 mil pessoas infectadas por AIDS no Brasil em 2010, passamos para 830 mil em 2015. O número de casos novos por ano subiu para 44 mil em 2015 (era 37 mil em 2000 e 43 mil em 2010). O Brasil sozinho responde por mais de 40% das novas infecções na América Latina atualmente.
O Brasil está na contramão da história da AIDS no mundo. Há uma tendência à diminuição em todo o planeta nos últimos anos. Por quê?
Segundo o diretor executivo da Unaids, Michel Sidibé, o aumento no Brasil se deve à complacência do governo. Dito de outra forma, relaxo das autoridades. Segundo o professor do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP, Dr. Mário Scheffer, “arrogância técnica, intolerância ao diálogo, aliança com forças retrógradas e o desmonte do SUS levaram à perda do protagonismo internacional e ao isolamento interno na resposta brasileira à AIDS. O resultado: milhares de infecções e mortes que poderiam ter sido evitadas.”
A AIDS pode infectar uma pessoa pelo uso de seringas compartilhas entre os dependentes químicos, transfusões de sangue e derivados, práticas heterossexuais e homossexuais, acidentes em laboratório ou centro cirúrgico com o sangue de pessoas infectadas, transmissão vertical da mãe para o feto e outros mecanismos mais raros.
A ONU esperava acabar com a AIDS no planeta até 2030. Agora, diante desses números ruins no Brasil e em outros países da América Latina, corre-se o risco de todos os avanços ficarem comprometidos.
Para evitar-se a AIDS: 1. Sexo seguro, com preservativo sempre; 2. Não compartilhar seringas no uso de drogas; 3. Evitar a promiscuidade sexual, que é a troca frequente de parceiros; 4. Pré-natal para todas as gestantes, de modo a permitir o tratamento da mãe infectada, minimizando o risco de passar o vírus para a criança em gestação; 5. Proteção (luvas, óculos, etc.) rigorosa quando em contato com o sangue e as secreções de qualquer pessoa; 6. Seleção mais rigorosa do sangue de doadores.
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AIDS, como evitá-la?

09/08/12

O vírus da AIDS começou a se alastrar pela humanidade há pouco mais de 20 anos. Ele já existia antes disto, mas estava confinado a poucas regiões do planeta. Atualmente já existem no mundo dezenas de milhões de pessoas que têm o vírus em seus corpos, alguns doentes e outros apenas portadores, isto é, têm o vírus mas ainda não apresentaram a doença. Os especialistas no assunto estimam que nos próximos anos o número de pessoas infectadas pelo vírus da AIDS poderá chegar a 100 milhões, dos quais somente 10% estarão nos países ricos e os restantes 90% estarão nos chamados países em desenvolvimento como o nosso, ou dito de forma mais clara e honesta, a maioria dos doentes e dos portadores estarão morando nos países pobres do terceiro mundo, como o nosso Brasil.
As perspectivas são sombrias para o futuro próximo e há muito pouco que se possa fazer para reverter esta situação. A AIDS, que já está dizimando as populações de vários países africanos, provavelmente matará em nosso país, nos próximos anos, várias dezenas de milhares de pessoas, em sua maioria jovens e crianças, de ambos os sexos.
O que podemos fazer, nós simples cidadãos desamparados, enquanto a vacina não vem, o que é esperado para muito breve? Podemos educar nossos filhos e netos para não entrarem no mundo das drogas nem no da promiscuidade sexual. Podemos estudar os mecanismos de transmissão da AIDS e passar as informações para nossos amigos, parentes, colegas de trabalho e alunos. Podemos e devemos participar das campanhas de esclarecimento promovidas em escolas e patrocinadas pelas entidades não-governamentais. Podemos continuamente exigir dos nossos governantes melhores condições de saúde e de educação. E, finalmente, podemos estender nossas mãos para ajudar aqueles que foram atingidos pela AIDS, dando-lhes apoio material e emocional. AIDS é uma doença crônica que requer muito remédio, muita atenção humana, apoio médico e psicológico.
Peço a você, homem ou mulher, jovem ou velho, rico ou pobre, que reflita um pouco sobre a AIDS que nos ameaça a todos, inclusive a você e a mim, e se pergunte: “Como eu posso ajudar?”
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AIDS sem querer

03/09/11

Denise é uma menina muito linda de 17 anos. E vai morrer dentro de pouco tempo. Ela tem AIDS e apresenta diversas complicações decorrentes de um câncer de pele chamado sarcoma de Kaposi, muito frequente em aidéticos.
A história de Denise não é muito diferente da história de muitas moças jovens e bonitas como ela. Denise arrumou um namorado na escola quando tinha 15 anos. Linda como é não foi difícil arranjar um garotão bem bonito também, na verdade um dos mais cobiçados de toda a escola. No início eles formavam um belo par e os pais dela ficaram contentes. Pouco tempo depois Denise entrou em crise. Descobriu que seu namorado usava cocaína e diversas outras drogas “pesadas”.
Ela desmanchou o namoro. Depois de seis meses começou a ficar doente. Perdeu o apetite, teve muita diarréia e emagreceu muito. Sua família atribuía seu problema à decepção que ela havia passado – seria tudo emocional. Um médico da família chegou a receitar antidepressivos fortes para ela. Como não melhorasse, foi de novo ao médico que, depois de fazer algumas perguntas e muitos exames, chamou seus pais e contou que Denise estava com AIDS. Ela havia “transado” algumas poucas vezes com seu namorado e ele havia transmitido o vírus da AIDS a ela pelo esperma. Ele não usou camisinha e ela ficou sem jeito de pedir que usasse.
Denise vai morrer e seu ex-namorado também. Ele porque optou pelo mundo das drogas, ela porque não soube se cuidar. Foi extremamente ingênua.
É uma história triste, horrorosa, mas verdadeira. A AIDS está conosco. Ela veio para ficar por muitos e muitos anos. Ela está dizimando populações inteiras da África e já matou milhões de pessoas no Ocidente nos últimos trinta anos, quase todos jovens. Continuará matando até que surja uma vacina eficaz, o que é esperado para dentro de poucos anos.
A AIDS pode ser combatida hoje, enquanto a vacina não vem, com informações corretas e cuidados práticos.
Você também é responsável pela disseminação da AIDS. Informe-se e passe a informação para as pessoas que convivem com você. Quem será a próxima vítima da AIDS?
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AIDS e Carnaval

09/02/11

Se você vê televisão ou lê jornais, então tem sido periodicamente bombardeado com variadas versões de uma mesma mensagem: “Proteja-se da AIDS. Neste Carnaval use camisinha.” A razão desta propaganda é a grande e promíscua atividade sexual durante o Carnaval.

Você sabe o que é AIDS? Sabe como se proteger dela?

AIDS é uma doença muito complicada e muito grave que já matou centenas de milhares de pessoas, jovens em sua maioria, e deverá matar muitos mais nos próximos anos. Os cientistas mais pessimistas acreditam que dentro de poucos anos milhões de brasileiros terão o vírus da AIDS em seus corpos.
A AIDS se transmite de pessoa para pessoa por três mecanismos principais:

Primeiro- Relação sexual. Tanto o homem pode passar o vírus para a mulher, como a mulher para o homem. O homem também pode transmitir o vírus para outro homem numa relação homossexual. Crianças que sofrem abuso sexual de meninos maiores ou de homens adultos podem também ser vítimas da AIDS.

Segundo- Sangue. O sangue de uma pessoa contaminada pode transmitir o vírus para outra pessoa se elas repartirem a mesma seringa para injetar cocaína, heroína, morfina ou outras drogas. Da mesma forma, a transfusão de sangue pode levar à AIDS, o que é cada vez menos freqüente hoje em dia devido ao controle mais rigoroso que os bancos de sangue fazem.

Terceiro- Gravidez. Uma mulher grávida pode passar o vírus da AIDS de seu sangue para o sangue de seu filho.

Cuidado! Preste muita atenção a estes três conselhos:

Primeiro conselho- Só as relações sexuais entre duas pessoas totalmente fiéis uma à outra diminuem o risco da AIDS. Se não é este o seu caso, e se você não é uma pessoa celibatária, então use camisinha sempre!

Segundo conselho- Se você é viciado em drogas injetáveis e não conseguiu ainda se libertar delas, use seringa descartável e não a divida com ninguém.

Terceiro conselho- Se você é mulher e sabe que tem o vírus da AIDS, não engravide sem antes consultar um especialista e avaliar bem os riscos.

Lembre-se: A AIDS ainda não tem cura. Ela mata.

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