Arquivo da categoria ‘Doa√ß√£o de √≥rg√£os’

Heroína, uma droga muito perigosa

09/08/12

Uma das drogas mais perigosas que existem é a heroína. Perigosa porque causa uma enorme dependência psicológica e física, isto é, vicia mesmo, e porque o uso excessivo dela pode matar. A heroína, até há poucos anos, praticamente não existia no Ocidente, só no Oriente. No entanto, atualmente o uso de heroína é muito difundido em todo o mundo, também aqui no Brasil. Ela era uma droga inacessível por ser muito cara. Hoje ficou barata. Está pouco a pouco se popularizando.
A hero√≠na √© um p√≥ branco derivado de uma esp√©cie de papoula muito cultivada no Oriente hoje em dia. Da papoula derivam-se v√°rias subst√Ęncias al√©m da hero√≠na. A mais conhecida delas √© o √≥pio, que pode ser fumado ou comido. O uso do √≥pio pelo homem existe h√° mais de 5000 anos.
A heroína, como o ópio, causa uma sensação de bem-estar e diminui as dores. Em busca desse efeito o indivíduo usa de novo e de novo e de novo até que se torna dependente da droga. Sem ela ele fica desesperado ao ponto de se prostituir, de roubar e de matar para consegui-la. O viciado, ou dependente químico, em pouco tempo experimenta uma decadência física e moral da qual em geral não se recupera sozinho. Mesmo com muita ajuda pode ser difícil deixar a heroína.
¬†O homem retira, tamb√©m, outras subst√Ęncias da papoula para uso m√©dico, como a morfina, usada para aliviar as dores muito fortes, e a code√≠na, usada para aliviar a tosse. Infelizmente, da mesma planta que se extrai esses rem√©dios maravilhosos tamb√©m se extrai o √≥pio e a hero√≠na.
O que fazer com um dependente de hero√≠na? N√£o se pode prend√™-lo ou tranc√°-lo em casa sem a droga, porque ele pode morrer ‚ÄĒ √© a chamada s√≠ndrome de abstin√™ncia. O correto √© intern√°-lo para tratamento em uma cl√≠nica especializada em dependentes qu√≠micos para que ele sofra um processo de desintoxica√ß√£o. Com apoio psicol√≥gico e rem√©dios, o dependente pode deixar a hero√≠na em poucas semanas e se libertar dela para sempre.
A heroína mata o corpo, o espírito ou os dois. Combata o uso da heroína.

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Droga, responsabilidade de cada um

03/08/12

Você deve estar meio cansado de ouvir falar em drogas como a maconha, a cocaína, o crack e a heroína. Eu não o culpo porque este assunto está em todos os lugares: na vizinhança, nos jornais, na TV e nas revistas.
Voc√™ talvez pense assim: ‚ÄúBons tempos aqueles em que n√£o havia drogas, a juventude era sadia e os traficantes ainda n√£o tinham sido inventados.‚ÄĚ Pois vou contar-lhe uma coisa que vai deix√°-lo surpreso. O uso de drogas existe h√° mais de 5000 anos! Os romanos e os gregos conheciam e usavam diversas drogas, a principal delas era o √≥pio. O √≥pio √© derivado de uma esp√©cie de papoula e dele s√£o produzidas diversas subst√Ęncias, como a morfina, a hero√≠na, e v√°rias outras, muitas delas de uso m√©dico importante. Os povos antigos sabiam que o √≥pio alivia as dores. Na verdade, o √≥pio foi muito usado como anest√©sico at√© o s√©culo XIX, quando foi depois substitu√≠do pelo √©ter e pelo clorof√≥rmio.
O uso e o abuso do √≥pio s√£o muito antigos. Por causa do √≥pio todo um pa√≠s mergulhou na mis√©ria da guerra. Foi a China. H√° cerca de 150 anos houve uma guerra que durou mais de cinco anos entre a Inglaterra e a China por causa do √≥pio, que os livros de hist√≥ria descrevem como a ‚ÄúGuerra do √ďpio‚ÄĚ.
Foi somente no começo do século XX que as autoridades de diversos governos se reuniram para coibir o tráfico internacional do ópio. Atualmente existem leis que permitem a produção do ópio apenas para o uso médico. No entanto, como você lê nos jornais todos os dias, os derivados do ópio estão sendo cada vez mais usados fora do campo da medicina. O uso da heroína, só para citar uma das drogas mais importantes do grupo do ópio, é cada vez mais disseminado no mundo, também no Brasil.
O problema das drogas sempre existiu. N√£o foi inventado por nossa gera√ß√£o. N√≥s apenas aperfei√ßoamos a coisa toda e demos a ela uma import√Ęncia econ√īmica que ela nunca teve no passado. De alguma forma, todos somos respons√°veis por isto.

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Drogas x moderação

27/07/12

Se eu dissesse a você que meu amigo João bebe uma garrafa de uísque todos os dias e que está constantemente embriagado, o que você diria? Que isto é normal? Que João é um alcoólatra? Que o álcool para ele é um vício? Que cada um faz da vida o que quer e que não temos nada com isso? Que ser alcoólatra é apenas um estilo de vida?
E se eu dissesse a voc√™ que outro amigo meu ‚ÄĒ o Ant√īnio ‚ÄĒ toma de 15 a 20 cafezinhos todos os dias, al√©m de fumar dois ma√ßos de cigarros por dia? Voc√™ diria dele o mesmo que disse do meu amigo Jo√£o?
Na verdade, ao fazer essas perguntas, estou tentando levar você a pensar um pouco sobre as drogas. Sim, porque a cafeína do café, a nicotina do cigarro e o álcool do whisky são drogas muito usadas no mundo moderno. São drogas como a cocaína, a morfina, o crack, a heroína e a maconha. Nossa sociedade aprova o uso do café, do cigarro e das bebidas alcoólicas, mas reprova o uso da cocaína, da morfina e da maconha. Em outras sociedades o uso da cocaína é socialmente aceito, como na Bolívia, onde o chá de coca é usado por quase todos. Em alguns países do Oriente a maconha pode ser consumida livremente, mas não o álcool.
Desde que o mundo é mundo as sociedades usam drogas de algum tipo para trazer alegria ou para aliviar o sofrimento, drogas que mexem com o humor, com o sono ou com as dores. Na Bíblia está escrito que o vinho alegra o coração do homem. E de fato alegra. Todo mundo sabe disso.
O problema das drogas √© ao mesmo tempo cultural, social, econ√īmico e moral. √Č muito, muito complicado. Voltaremos por isso mesmo ao assunto outras tantas vezes para entend√™-lo melhor. Enquanto isso, tome seu cafezinho, fume seu charuto e tome seu aperitivo sem dor de consci√™ncia porque s√£o gostosos, ainda que n√£o para todos, e n√£o fazem mal √† sa√ļde desde que apreciados juntos com uma dose de modera√ß√£o e outra de sabedoria.

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Café faz mal?

24/07/12

O cafezinho que voc√™ toma e que √© t√£o popular no Brasil tem uma hist√≥ria e uma import√Ęncia m√©dica que voc√™ precisa conhecer.
O caf√© foi descoberto provavelmente na √Āfrica e depois levado para o mundo √°rabe. Chegou √† Europa mais ou menos no s√©culo XVI e veio para o Brasil no come√ßo do s√©culo XVIII. A cultura do caf√© foi important√≠ssima no Brasil, sendo a principal fonte de riquezas at√© h√° pouco tempo. Ainda hoje, apesar da grande concorr√™ncia internacional, especialmente com a Col√īmbia e alguns pa√≠ses africanos, o Brasil figura na lista dos maiores produtores e exportadores mundiais de caf√©. O Brasil ainda √© conhecido l√° fora como o pa√≠s do futebol, do Carnaval, do Pel√© e do cafezinho.
A bebida que se faz a partir dos grãos do café é estimulante do sistema nervoso por causa de sua alta concentração de cafeína. Especialmente para quem não está habituado a tomar café, a cafeína tira o sono, acelera o coração e o raciocínio, e aumenta a capacidade de trabalho. Muitas experiências científicas já provaram as propriedades altamente estimulantes da cafeína, que não está só no café, mas também no chá e nos refrigerantes à base de cola, como a Coca-Cola e a Pepsi-Cola. Alguns remédios têm cafeína em suas fórmulas, principalmente analgésicos e descongestionantes.
Apesar de ser uma bebida gostosa e agrad√°vel para a maioria das pessoas, nem todos devem tomar caf√©. As crian√ßas n√£o devem tomar caf√©, ch√° ou Coca-Cola habitualmente. As crian√ßas n√£o precisam de estimulantes porque j√° s√£o naturalmente uns furac√Ķes. Tamb√©m os adultos que sofrem de √ļlcera no est√īmago ou que sofrem de certas doen√ßas do cora√ß√£o, n√£o devem beber caf√©. Tomar de vez em quando ainda v√° l√°, mas todos os dias e v√°rias vezes, n√£o.
Beber café em excesso não causa dependência química, isto é, não vicia, mas cria o hábito, que é difícil de deixar para algumas pessoas.
Aprenda de vez o seguinte: Cafe√≠na √© estimulante e est√° no caf√©, no ch√° e em alguns refrigerantes. Tamb√©m est√° presente em alguns medicamentos. O excesso de cafe√≠na pode fazer mal √† sa√ļde.

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Cafeína e cocaína

24/07/12

Há pessoas movidas a café. Deu um tempinho, um intervalo no trabalho e lá está ele ou ela tomando um cafezinho.
O caf√© como bebida √© conhecido h√° cerca de trezentos anos no Brasil e √© a mais popular de nossas bebidas. O caf√© √© muito rico em cafe√≠na, que √© uma subst√Ęncia qu√≠mica altamente estimulante do c√©rebro. A cafe√≠na tira o sono, aumenta a capacidade de trabalho, torna o pensamento mais r√°pido e claro, e ainda alivia certas dores de cabe√ßa.
A cafe√≠na tem a√ß√Ķes semelhantes √†s da coca√≠na no sistema nervoso. Sim, porque a coca√≠na tamb√©m estimula, tira o sono, aumenta a disposi√ß√£o e melhora o racioc√≠nio. Mas cafe√≠na e coca√≠na t√™m diferen√ßas muito grandes. A maior delas √© a seguinte: o excesso de cafe√≠na pode fazer mal, mas rarissimamente mata. J√° o excesso de coca√≠na mata com grande facilidade. Por isso √© que tanta gente morre de overdose de coca√≠na. Porque ela √© gostosa como a cafe√≠na do caf√©, a pessoa abusa, entra em coma e pode morrer em minutos. Outra diferen√ßa importante: A cafe√≠na √© uma droga que conta com a aprova√ß√£o de nossa sociedade: Tomar caf√© √© legal e moral. J√° a nossa sociedade condena o uso da coca√≠na: Por isso usar coca√≠na √© considerado ilegal e imoral. No entanto, isto nem sempre foi assim. O livre uso da coca√≠na j√° foi permitido no passado, no in√≠cio do s√©culo XX na Europa e atualmente √© permitido em muitos pa√≠ses, como na Holanda.
O fato de uma droga ter seu uso aprovado ou proibido tem condicionantes culturais e econ√īmicos. Na sociedade moderna o uso da cafe√≠na √© permitido. A cafe√≠na est√° no caf√©, em alguns ch√°s e nos refrigerantes √† base de cola, como Coca-Cola e Pepsi-Cola. Quem sabe se no futuro o uso da cafe√≠na possa ser restrito pela mesma sociedade que hoje a aprova e o uso da coca√≠na seja permitido? O futuro nos dir√°.
Enquanto isto, fique √† vontade para tomar seu cafezinho, mas n√£o exagere. N√£o se torne uma pessoa movida a caf√© porque a cafe√≠na em excesso faz mal √† sa√ļde.

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Auto-medicação

16/07/12

O Brasil √© campe√£o do mundo em v√°rias coisas vergonhosas. Tem, por exemplo, um dos piores sal√°rios-m√≠nimos do mundo e uma das piores distribui√ß√Ķes de renda do planeta. Concorre, tamb√©m, aos t√≠tulos de recordista de viol√™ncia urbana, viol√™ncia no campo, viol√™ncia contra os homossexuais e viol√™ncia contra a mulher. Al√©m disso tudo, disputa o recorde mundial da auto-medica√ß√£o. Voc√™ sabe o que √© auto-medica√ß√£o? √Č a mania de comprar rem√©dios por recomenda√ß√£o de curiosos, comadres ou, pior, de balconistas de farm√°cias. Digo pior porque em geral as comadres s√£o bem intencionadas; j√° os balconistas querem vender, o que fazem com maestria. Usualmente vendem o pior, o mais t√≥xico e o mais caro. Al√©m, √© claro, de exercer ilegalmente a medicina do outro lado do balc√£o.
No Brasil se abusa demais da auto-medicação. Em qualquer país desenvolvido só se compra remédio com receita médica. A auto-medicação lá é dificultada e a venda de remédios sem receita é ilegal.
Quais os problemas da auto-medica√ß√£o? Coloca-se em risco a sa√ļde ‚ÄĒ este √© o principal problema. Sem um diagn√≥stico m√©dico preciso n√£o √© poss√≠vel tratar direito. Outro problema: a toxicidade dos rem√©dios. At√© os rem√©dios certos, receitados por m√©dicos nas doses certas, t√™m toxicidade, imagine s√≥ os rem√©dios dados a olho por curiosos. Tamb√©m h√° o problema dos custos. Auto-medicar-se custa em m√©dia muito mais caro do que procurar um m√©dico e tomar o rem√©dio correto.
Nas nossas farm√°cias h√° rem√©dios embalados em caixas sem tarjas. Estes podem ser vendidos sem restri√ß√£o e sem receita. Sua toxicidade √© baixa e seu pre√ßo tamb√©m. Exemplos s√£o as vitaminas e a aspirina. H√° os rem√©dios com tarja vermelha ‚ÄĒ a maioria ‚ÄĒ que s√≥ deveriam ser vendidos com receita, mas que usualmente s√£o vendidos sem restri√ß√Ķes. E h√° ainda um grupo de rem√©dios com tarja preta ‚ÄĒ s√£o rem√©dios potencialmente perigosos e que exigem uma receita especial que fica retida na farm√°cia.
Tente respeitar sua pr√≥pria sa√ļde e a de seus familiares: n√£o pratique a auto-medica√ß√£o. Procure um servi√ßo m√©dico mesmo que aparentemente seja mais dif√≠cil ou mais caro. N√£o compre sem receita m√©dica. A sa√ļde n√£o tem pre√ßo.

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Maconha

16/07/12

“Erva”, “baseado”, “fumo”, maconha. Voc√™ com certeza j√° ouviu falar nisso. Hoje a maconha ainda √© muito usada, mas tem outros concorrentes mais sofisticados como o “crack”, a coca√≠na, a hero√≠na e diversos outros.
A maconha √© produzida a partir das folhas de uma planta chamada Cannabis sativa ou c√Ęnhamo-da-√≠ndia, que √© conhecida h√° pelo menos 3500 anos. √Č na forma de cigarro ou “baseado” que ela √© mais popular em nosso meio, mas a maconha pode ser preparada de outras formas para ser mastigada e engolida.
O princ√≠pio ativo da maconha √© uma subst√Ęncia qu√≠mica chamada THC ou tetrahidrocanabiol. Esse THC provoca depois de alguns minutos altera√ß√Ķes no pensamento e nas sensa√ß√Ķes. Podem ser altera√ß√Ķes agrad√°veis que fazem a pessoa rir √†-toa e se sentir bem, ou altera√ß√Ķes extremamente desagrad√°veis, que provocam mal-estar e p√Ęnico. Depende da constitui√ß√£o de quem usa e tamb√©m do ambiente em que a pessoa se encontra.
Al√©m dessas altera√ß√Ķes nos sentidos e nos pensamentos, a maconha provoca diminui√ß√£o dos reflexos, acelera√ß√£o dos batimentos do cora√ß√£o e uma vermelhid√£o caracter√≠stica nos olhos. Depois de umas duas horas os efeitos de um cigarro de maconha passam e a pessoa volta ao normal. Dificilmente a maconha mata, mesmo usada em excesso. No entanto ela pode causar dano permanente a certos √≥rg√£os, especialmente o c√©rebro, levando a pessoa eventualmente at√© √† loucura.
A maconha n√£o vicia, ao contr√°rio do que muita gente diz. Por isso √© poss√≠vel deixar a maconha de uma s√≥ vez. Basta querer. N√£o √© mais dif√≠cil largar a maconha do que o cigarro comum. √Č s√≥ deixar e pronto. O organismo n√£o pede esse tipo de droga, o que acontece no caso do √°lcool, este sim causador de v√≠cio.
Usar maconha alguma vez na vida faz parte da história de uma porção de gente de bem, inclusive de presidentes americanos. Agora, usar maconha com regularidade depois da adolescência é sinal de imaturidade emocional.
Fa√ßo um convite a voc√™ que porventura usa maconha: Cres√ßa e troque seu “baseado” por um pouco de maturidade. A maconha, com o perd√£o da palavra, vai deixar voc√™ burro.

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Maconha e imaturidade

16/07/12

Se voc√™ for do tipo curioso e muito paciente, poder√° plantar um p√© de maconha em sua casa, no jardim ou num vaso. Ponha um pouco de adubo quando fizer a cova e molhe a planta diariamente. Depois de algum tempo haver√° folhas em quantidade suficiente para voc√™ fazer um “baseado”, um dos muitos nomes que se d√° ao cigarro de maconha. Se voc√™ fumar o “baseado” vai perceber, depois de alguns minutos, sensa√ß√Ķes diferentes, que podem ser de euforia ou ent√£o de terror e mal-estar. Pode tamb√©m n√£o sentir praticamente nada. Depende de sua estrutura f√≠sica e psicol√≥gica. Depende tamb√©m da qualidade da muda que voc√™ plantou e do processo de produ√ß√£o do ‚Äúbaseado‚ÄĚ; n√£o d√° para saber o que voc√™ vai sentir antes de usar.
Outros efeitos que o “baseado” vai provocar s√£o: Acelera√ß√£o do cora√ß√£o e olhos muito vermelhos, al√©m de dificuldade de concentra√ß√£o, perturba√ß√£o da mem√≥ria e diminui√ß√£o dos reflexos. Vai ficar perigoso dirigir depois dessa experi√™ncia. Se voc√™ pensa que a maconha vai aumentar sua disposi√ß√£o sexual, esque√ßa. Est√° mais do que provado que a maconha diminui o desejo e a capacidade sexual. A maconha √© “brochante”.
Terminado o “baseado”, voc√™ ainda vai ficar alterado por umas duas ou tr√™s horas, at√© o efeito passar. Pode sobrar uma certa ressaca do ‚Äúbaseado‚ÄĚ.
Agora que sua experi√™ncia terminou, de duas uma: voc√™ vai voltar a fumar um “baseado” ou n√£o. Ainda h√° folhas na sua planta. Se voc√™ for algu√©m de bem com a vida, maduro emocionalmente, feliz e seguro de si mesmo, nunca mais vai usar a maconha. No entanto, se voc√™ for do tipo que precisa de auto-afirma√ß√£o, imaturo, inseguro e burro, certamente vai voltar a repetir outras tantas vezes a experi√™ncia. At√© que fique definitivamente burro, porque a maconha emburrece.
Naturalmente a vida √© sua e voc√™ decide, mas antes de plantar o p√© de maconha eu devo adverti-lo de que isso √© ilegal e pode dar cadeia. Em vez de fazer a experi√™ncia concretamente, use sua imagina√ß√£o e pense um pouco no que aprendeu hoje. Fa√ßa a experi√™ncia mentalmente. Depois… voc√™ decide!

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Coca√≠na e “overdose”

10/07/12

Lembra-se deste nome ‚Äď Elis Regina? √Č claro que se lembra. Elis Regina, nossa cantora maior.
Lembra-se do que ela morreu? Foi de uma “overdose” de coca√≠na. Tinha 36 anos apenas e estava no topo de uma brilhante carreira. Ao que tudo indica, ela andava deprimida, com diversos problemas de relacionamento afetivo, e afogava suas m√°goas no √°lcool e na coca√≠na, geralmente misturados. Um belo dia, talvez por descuido, ela colocou um pouquinho a mais do p√≥ branco e infelizmente morreu. Elis Regina, como tantos outros, provavelmente n√£o conhecia o fato mais importante a respeito da coca√≠na: A dose que afoga as m√°goas e que d√° uma sensa√ß√£o de bem-estar √© muito pr√≥xima da dose que causa convuls√Ķes e morte. N√£o, provavelmente ela n√£o sabia desse risco. Ela buscava na coca√≠na n√£o a morte, mas alegria, euforia, energia e consolo. Sem querer achou a morte. Que pena!
Todos os produtos qu√≠micos, como os rem√©dios, a coca√≠na, o √°lcool, a morfina e a hero√≠na, t√™m uma dose chamada dose terap√™utica, que √© a dose que produz o efeito desejado. Por exemplo, a aspirina na dose de 500 a 1000mg tira a dor de cabe√ßa. Se a dose for, por engano ou de prop√≥sito, aumentada dez vezes, podem ocorrer alguns problemas, mas nenhum deles grave. Isto porque a dose de aspirina que mata ‚Äď a chamada dose letal ‚Äď √© muit√≠ssimo maior que a dose terap√™utica. J√° com a coca√≠na ocorre o contr√°rio: a dose terap√™utica √© muito pr√≥xima da dose letal. Qualquer erro de c√°lculo pode ser fatal.
O que aconteceu com a Elis continua acontecendo todos os dias. Jovens (bem jovens mesmo) se entusiasmam com a coca√≠na, abusam e… tchau. Observe nos notici√°rios de todos os dias quanta gente bonita, talentosa e jovem morre de “overdose” de coca√≠na.
A coca√≠na pode matar sendo aspirada por uma das narinas, ingerida ou injetada na veia. Tanto faz. √Č perigoso de qualquer jeito. E √© exatamente por isto que a coca√≠na √© proibida em quase todo o mundo ‚ÄĒ porque √© perigosa. N√£o experimente coca√≠na. N√£o d√™ qualquer espa√ßo para a coca√≠na em sua vida. Lembre-se da Elis.

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Cocaína versus felicidade

10/07/12

Em todas as grandes cidades do Brasil e em muitas cidades pequenas, sem qualquer dificuldade voc√™ pode comprar ‚ÄĒ e n√£o √© caro ‚ÄĒ um pouco de coca√≠na na forma de p√≥. Vendida como felicidade em p√≥, ela pode ser misturada com bebidas alco√≥licas e ingerida, ou ent√£o dilu√≠da em √°gua e injetada na veia, ou, ainda, inalada com um canudinho pelo nariz. Alguns minutos depois ela provoca uma sensa√ß√£o geralmente agrad√°vel: o usu√°rio se sente sem fome, sem sono, forte, cheio de disposi√ß√£o, com o racioc√≠nio acelerado e claro. No entanto, se ele errar a dose e usar um pouquinho s√≥ a mais, o mal-estar pode ser enorme. Poder√£o ocorrer convuls√Ķes e at√© a morte. Sem considerar a possibilidade de droga impura, que pode fazer mal qualquer que seja a dose. Muitos traficantes misturam p√≥ de m√°rmore, talco, farinha e diversos outros produtos para aumentar seus lucros. Dependendo do produto adicionado √† coca√≠na, a toxicidade aumenta e os riscos tamb√©m.
A coca√≠na n√£o vicia como o √°lcool, a morfina e a hero√≠na. Quem usa coca√≠na pode ficar psicologicamente dependente da droga, mas s√≥ isso. Largar a coca√≠na de repente, de uma vez s√≥, n√£o faz mal √† sa√ļde. N√£o √© necess√°rio largar a droga aos poucos. Pode-se deix√°-la de uma s√≥ vez, sem riscos. √Č claro que uma ajuda m√©dica e psicol√≥gica ajudam, mas coca√≠na definitivamente n√£o vicia do mesmo modo que o √°lcool, a hero√≠na e a morfina. O usu√°rio de coca√≠na corre riscos de vida a cada vez que usa a droga, mas n√£o para larg√°-la. Muitos, ali√°s, querem deixar a coca√≠na, mas pensam que ter√£o terr√≠veis crises de abstin√™ncia, que poder√£o mat√°-los ou enlouquec√™-los. Pura bobagem!
Quem usa coca√≠na pensa que pode afogar as m√°goas e obter felicidade por meio dela. S√≥ que depois que passa o efeito, tudo volta a ser como antes. Volta-se ent√£o √† droga e assim se cria um c√≠rculo vicioso. Quanto mais tristeza e m√°goa, mais droga, at√© que um belo dia l√° se foi a sa√ļde ou mesmo a vida.Se voc√™ usa coca√≠na procure ajuda. N√£o √© t√£o dif√≠cil largar esta droga.

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