Arquivo da categoria ‘AdolescĂȘncia’

AdolescĂȘncia e espinhas

22/02/13

Entre dez e vinte anos de idade todos passamos pela adolescĂȘncia. Logo nos primeiros anos deste perĂ­odo os ovĂĄrios femininos e os testĂ­culos masculinos começam a produzir hormĂŽnios sexuais em enorme quantidade. Tamanha Ă© essa quantidade que todo o organismo reage com intensidade a eles. A pele tambĂ©m reage, formando pĂȘlos, mudando de cor e de cheiro, mudando sua oleosidade e formando “espinhas”. Como as “espinhas” estĂŁo mais relacionadas com os hormĂŽnios sexuais masculinos, que as meninas tambĂ©m produzem, mas em quantidade reduzida, o problemas das “espinhas” Ă© muito mais dos meninos do que das meninas.
NinguĂ©m gosta de “espinhas”, mas a maioria dos adolescentes tem que se preocupar com elas, mesmo que por pouco tempo.
Além dos hormÎnios em franca atividade nesse período, outros fatores podem contribuir para o aparecimento das tão indesejåveis espinhas.
Podemos citar: a tensĂŁo emocional, o ciclo menstrual, a ingestĂŁo de determinadas substĂąncias como o chocolate, o amendoim e as castanhas, o uso de cosmĂ©ticos gordurosos e tambĂ©m a manipulação, ou seja, o costume de espremer as “espinhas”.
Elas começam a aparecer na puberdade e podem persistir até mais ou menos os vinte e cinco ou trinta anos. Em geral ocorre uma melhora lenta e progressiva em meses ou anos, mas às vezes ficam cicatrizes permanentes e deformantes.
Podemos prevenir ou evitar a piora das lesÔes tomando medidas simples como:
Lavar o rosto com ĂĄgua e sabonete pela manhĂŁ e Ă  noite para remover a sujeira e a oleosidade da pele.
Não usar cosméticos gordurosos.
Não manipular ou apertar as “espinhas”.
NĂŁo ingerir chocolate ou castanhas, como amendoim, nozes e amĂȘndoas.
O tratamento específico tem o objetivo de reduzir a reação inflamatória e facilitar a resolução do processo jå estabelecido, mas deve ser orientado por um médico, pois nem todas as peles são iguais e às vezes um cosmético ou um remédio bom para a pele de uma pessoa pode não ser adequado para o da outra.
Que os pais tenham paciĂȘncia com seus adolescentes durante toda a turbulenta fase que tĂȘm que atravessar e que os adolescentes tenham paciĂȘncia com suas “espinhas”.

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Espinhas no rosto

22/02/13

A adolescĂȘncia Ă© uma fase de transição entre a infĂąncia e a vida adulta. Vai mais ou menos dos dez aos vinte anos de idade e caracteriza-se por transformaçÔes profundas, tanto fĂ­sicas como psicolĂłgicas e sociais. É justamente nesta fase delicada e turbulenta da vida que aparecem as “espinhas” em grande parte dos adolescentes. Podem surgir nas costas, no pescoço e no rosto, justamente as regiĂ”es do corpo onde se concentram as glĂąndulas sebĂĄceas, glĂąndulas normais que produzem um lubrificante para a pele.
NinguĂ©m gosta de “espinhas” no corpo, muito menos no rosto, mas este Ă© um problema comum a quase todos os adolescentes, principalmente os meninos.
Nas formas mais leves elas são toleråveis, mas nas formas mais severas podem causar problemas emocionais importantes e também um certo desajuste social.
 O ser humano Ă© intolerante quando se trata das fraquezas dos outros. Na escola quem foge um pouco ao padrĂŁo estĂ©tico acaba levando algum apelido: “Faustinho”, “bolĂŁo”, “esqueleto”, “jacarĂ©â€, “bereba”…
 AlĂ©m do mal-estar gerado pelo apelido, o adolescente enfrenta problemas na formação de sua auto-estima e auto-imagem. As “espinhas” podem gerar apelidos e ainda deixar cicatrizes deformantes e permanentes.
 Em determinada fase da adolescĂȘncia os hormĂŽnios sexuais estimulam a atividade das glĂąndulas sebĂĄceas do rosto, do pescoço e das costas. Em consequĂȘncia, formam-se cravos. As bactĂ©rias e outros germes existentes na pele alteram a secreção dessas glĂąndulas produzindo ĂĄcidos irritantes que provocam a inflamação do local, com o aparecimento de lesĂ”es avermelhadas. Essas lesĂ”es podem evoluir para pĂșstulas, cistos ou abcessos.
 O conhecimento desses fatos ajuda-nos a compreender que o problema tende a piorar muito quando essas lesĂ”es sĂŁo manipuladas, isto Ă© “espremidas” e “cutucadas”.
 Lavar bem o rosto e evitar certos cremes oleosos ajuda. A consulta a um dermatologista é sempre altamente recomendåvel. Hå remédios excelentes no mercado atualmente.
 O adolescente acaba ficando livre de suas espinhas em pouco tempo, mesmo que esse pouco tempo pareça uma eternidade para ele.
 Espremer “espinhas” Ă© um mau negĂłcio! NĂŁo adianta nada e ainda deixa marcas para o resto da vida. Quem tem “espinhas” deve ir ao dermatologista em primeiro lugar.
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AdolescĂȘncia e seus conflitos

13/02/13

AdolescĂȘncia Ă© uma palavra que nĂŁo existia antigamente. Nossos bisavĂłs sĂł conheciam a infĂąncia, a idade adulta e a velhice. Desconheciam totalmente a adolescĂȘncia. As crianças cresciam atĂ© que entravam na puberdade, isto Ă©, menstruavam e ejaculavam; depois disto estavam aptas para o trabalho e para o casamento – eram consideradas como adultos, ainda que tivessem somente doze ou treze anos de idade.
AdolescĂȘncia como a entendemos hoje Ă© o perĂ­odo de transição que vai da infĂąncia Ă  idade adulta e se caracteriza pelo crescimento fĂ­sico, mental e por transformaçÔes nas relaçÔes sociais que o indivĂ­duo estabelece.
Paralelamente ao crescimento em altura, temos o aumento da massa muscular nos meninos, o maior acĂșmulo de gordura nas meninas, o desenvolvimento dos caracteres sexuais secundĂĄrios e a aquisição da capacidade reprodutora.
Na ĂĄrea psicolĂłgica, o adolescente passa por um processo marcado por trĂȘs etapas:
Na primeira ele se afasta da famĂ­lia e questiona os valores ensinados pelos pais.
Na segunda etapa o jovem estabelece novas ligaçÔes, eventualmente superficiais, em busca de um grupo que, eventualmente, pode adotar comportamentos anti-sociais.
A terceira etapa caracteriza-se pelo acerto; pelo encontro com o mundo no qual ele vive.
Todos os jovens passam por essas trĂȘs etapas, com maior ou menor velocidade, com maior ou menor vibração, com maior ou menor conflito com os pais e com a sociedade.
Conhecer o que Ă© normal facilita o relacionamento dos pais com os filhos, pois traz conforto saber que as turbulĂȘncias vividas na adolescĂȘncia nĂŁo durarĂŁo para sempre.
“Ensina a criança no caminho em que deve andar e ainda quando for velho nĂŁo se desviarĂĄ dele.” Este Ă© um antigo provĂ©rbio da BĂ­blia, escrito hĂĄ 3000 anos, que continua vĂĄlido.
O adolescente contesta os valores dos pais, experimenta novos caminhos, desafia limites, mas, em geral, se bem orientado, volta e se ajusta ao seu ambiente.
É grande nossa responsabilidade para com o adolescente. Ensinar demanda tempo, atenção dirigida, paciĂȘncia e persistĂȘncia.
O adolescente precisa de vĂĄrias coisas para tornar-se um adulto sadio e Ăștil para a sociedade, mas o mais importante Ă© o amor explĂ­cito de sua famĂ­lia.
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AdolescĂȘncia e amor

04/09/12

No processo normal de desenvolvimento humano, primeiro vem a infĂąncia, depois a adolescĂȘncia e, em seguida a vida adulta. A vida adulta pode ser subdividida em trĂȘs fases: jovem, madura e senil, mas isto nĂŁo tem importĂąncia agora. Vamos concentrar-nos somente no adolescente, que estĂĄ entre a criança e o adulto.
A adolescĂȘncia Ă© um perĂ­odo entre os dez e os vinte anos em que as pessoas passam por mudanças biolĂłgicas, psicolĂłgicas e sociais. No começo sĂŁo crianças e no final sĂŁo adultos. É claro que isto nĂŁo vale para todo mundo, mas para a maioria. VocĂȘ e eu conhecemos adolescentes de trinta e atĂ© de quarenta anos, que ainda nĂŁo amadureceram emocionalmente. Mas, no processo normal, prĂłximo dos vinte anos temos um adulto sob todos os pontos de vista. Talvez, emocionalmente falando, a maturidade plena chegue aos vinte e cinco ou trinta anos, como acreditam os psicanalistas, no que provavelmente tenham razĂŁo.
As mudanças biológicas são as mais evidentes. O crescimento em estatura, a puberdade, a explosão dos hormÎnios sexuais, isto é o mais aparente e termina ao redor dos quinze ou dezesseis anos.
As mudanças psicolĂłgicas sĂŁo mais discretas, porĂ©m mesmo assim evidentes: a independĂȘncia emocional dos pais, a vida entre amigos, o interesse no sexo oposto, o desejo de trabalhar e de ganhar seu prĂłprio dinheiro.
As mudanças sociais dependem mais da cultura e da economia. Nas cidades grandes do Brasil de hoje, para as classes mĂ©dia e alta, a adolescĂȘncia termina na formatura na faculdade; para a classe baixa, na independĂȘncia financeira, que em geral vem com o primeiro emprego.
O ponto em que mais podemos interferir positivamente é nos aspectos psicológicos, amparando nossos adolescentes assustados e inseguros, dando-lhes o carinho e a atenção de que tanto necessitam. Apesar de enormes e fortes como alguns efetivamente o são, eles se mostram emocionalmente frågeis, delicados e muito vulneråveis. Por isto sua maior necessidade é de amor, principalmente dos familiares.
 Posso recomendar enfaticamente, baseado em uma experiĂȘncia vivida como filho adolescente que fui e como pai: Ame um adolescente hoje e receba amanhĂŁ um adulto amoroso e responsĂĄvel.
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AdolescĂȘncia e amor

23/08/12

No processo normal de desenvolvimento humano, primeiro vem a infĂąncia, depois a adolescĂȘncia e, em seguida a vida adulta. A vida adulta pode ser subdividida em trĂȘs fases: jovem, madura e senil, mas isto nĂŁo tem importĂąncia agora. Vamos concentrar-nos somente no adolescente, que estĂĄ entre a criança e o adulto.
A adolescĂȘncia Ă© um perĂ­odo entre os dez e os vinte anos em que as pessoas passam por mudanças biolĂłgicas, psicolĂłgicas e sociais. No começo sĂŁo crianças e no final sĂŁo adultos. É claro que isto nĂŁo vale para todo mundo, mas para a maioria. VocĂȘ e eu conhecemos adolescentes de trinta e atĂ© de quarenta anos, que ainda nĂŁo amadureceram emocionalmente. Mas, no processo normal, prĂłximo dos vinte anos temos um adulto sob todos os pontos de vista. Talvez, emocionalmente falando, a maturidade plena chegue aos vinte e cinco ou trinta anos, como acreditam os psicanalistas, no que provavelmente tenham razĂŁo.
As mudanças biológicas são as mais evidentes. O crescimento em estatura, a puberdade, a explosão dos hormÎnios sexuais, isto é o mais aparente e termina ao redor dos quinze ou dezesseis anos.
As mudanças psicolĂłgicas sĂŁo mais discretas, porĂ©m mesmo assim evidentes: a independĂȘncia emocional dos pais, a vida entre amigos, o interesse no sexo oposto, o desejo de trabalhar e de ganhar seu prĂłprio dinheiro.
As mudanças sociais dependem mais da cultura e da economia. Nas cidades grandes do Brasil de hoje, para as classes mĂ©dia e alta, a adolescĂȘncia termina na formatura na faculdade; para a classe baixa, na independĂȘncia financeira, que em geral vem com o primeiro emprego.
O ponto em que mais podemos interferir positivamente é nos aspectos psicológicos, amparando nossos adolescentes assustados e inseguros, dando-lhes o carinho e a atenção de que tanto necessitam. Apesar de enormes e fortes como alguns efetivamente o são, eles se mostram emocionalmente frågeis, delicados e muito vulneråveis. Por isto sua maior necessidade é de amor, principalmente dos familiares.
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A importĂąncia da adolescĂȘncia

23/08/12

Os antigos nĂŁo conheciam a palavra adolescĂȘncia. Sim, porque a adolescĂȘncia era um fenĂŽmeno absolutamente sem sentido para eles. As crianças se tornavam adultos na puberdade, isto Ă©, as meninas se tornavam mulheres assim que tinham a primeira menstruação e os meninos se tornavam homens depois da primeira ejaculação. Depois disto podiam se casar e, principalmente, trabalhar como adultos, como eram considerados. Se cometessem crimes, eram penalizados como adultos.
De uns 100 anos para cĂĄ Ă© que se começou a pensar na adolescĂȘncia e o termo foi popularizado. Hoje em dia, como vocĂȘ sabe, existe atĂ© uma declaração oficial que garante os direitos das crianças e dos adolescentes — o Estatuto da Criança e do Adolescente.
O mundo mudou muito neste sĂ©culo. No passado seria absolutamente normal um pai permitir o casamento de sua filha de 13 ou 14 anos. Hoje isto Ă© anormal na maior parte das regiĂ”es civilizadas e urbanizadas do planeta. Ou vocĂȘ deixaria seus filhos se casarem nessa idade? Garanto que nĂŁo.
Sabemos hoje, graças aos trabalhos de inĂșmeros pesquisadores, que a adolescĂȘncia Ă© um longo perĂ­odo de transformaçÔes que se inicia mais ou menos aos 10 anos e que termina mais ou menos aos 20 anos. Durante este processo de mudanças a criança se transforma no adulto.
A Organização Mundial da SaĂșde define a adolescĂȘncia como o perĂ­odo de transformaçÔes biolĂłgicas, psicolĂłgicas e sociais por que passam as pessoas entre os 10 e os 20 anos. Uma fase delicada, complexa e importantĂ­ssima, em que as decisĂ”es mais importantes da vida sĂŁo tomadas. É na adolescĂȘncia que a maioria de nĂłs escolhe a profissĂŁo, a fĂ©, o cĂŽnjuge, o estilo de vida, os amigos, os esportes, os lazeres e as preferĂȘncias polĂ­ticas. É tambĂ©m na adolescĂȘncia que os vĂ­cios e os comportamentos doentios se instalam. A adolescĂȘncia tambĂ©m Ă© o perĂ­odo em a inteligĂȘncia e o carĂĄter se definem. Trata-se, na verdade, de um perĂ­odo fundamental da vida humana, antes desconhecido ou menosprezado.
Por tudo isto, se hĂĄ uma fase da vida de nossas crianças em que eles mais precisam de amor, paciĂȘncia, orientação e compreensĂŁo Ă© a adolescĂȘncia.

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