junho, 2018

Como funcionam os remédios para ereção?

20/06/18

Desde que o Viagra foi lançado no mercado, em 1998, outros remédios parecidos com ele surgiram: Cialis, Helleva, Levitra, Zydena e inúmeros genéricos desses originais. Hoje o mercado está abarrotado de remédios para melhorar a ereção peniana. Esses medicamentos funcionam muito bem para quem tem boa saúde física e mental. Todavia, funcionam razoavelmente mal para quem realmente precisa, isto é, para pessoas doentes, seja por diabetes, hipertensão, aterosclerose e outras. Não funcionam quando há doenças severas ou o tabagismo é muito acentuado e de longa data.

Enganam-se aqueles que pensam que esses remédios ajudam a todos. Ajudam a alguns, especialmente aqueles que têm boa circulação arterial para o pênis. Os fumantes e os diabéticos são os homens que mais rapidamente ficam impotentes por obstrução da circulação peniana. Para esses, os remédios funcionam mal ou não funcionam.

O que fazem esses remédios? Eles ativam a circulação do tecido erétil peniano por meio da acumulação de duas substâncias químicas vasodilatadoras, óxido nítrico e monofosfato de guanosina cíclico, 1 ou 2 horas depois da ingestão. Em havendo estímulo sexual, esses vasodilatadores são liberados no tecido erétil e ocorre uma vasodilatação que permite a ereção mais rápida e mais completa. É como se fosse um rejuvenescimento agudo. Essa mágica dura algumas horas e depois tudo volta a ser como antes. Para uma nova boa performance, tem que haver a ingestão do remédio de novo.

O uso dos inibidores da enzima fosfodiesterase tipo 5, que são todos esses remédios, promoveu uma nova revolução sexual, ainda em curso. Outras moléculas estão sendo desenvolvidas, na mesma direção, também para mulheres. Nos próximos anos haverá o aperfeiçoamento dessa linha farmacêutica e casos mais difíceis poderão ser tratados.

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Quando se aproxima a hora da morte

05/06/18

A morte é inexorável. Todos morreremos, de um jeito ou de outro. Nos lugares mais civilizados do planeta, não se morre senão de doenças crônicas, em idade avançada. Nos lugares incivilizados, como há em várias partes do Brasil e nos piores países do mundo, a morte vem cedo, pela bala, pela faca, pelo espancamento, pelo acidente de trânsito, pela fome e pelo abuso de drogas.
De um modo ou de outro, a morte chegará para todos, democraticamente. Durante o processo crônico de morrer, nos casos de morte natural, por doença, há três maneiras de se encarar a morte, do ponto de vista médico: a eutanásia, a ortotanásia e a distanásia.
Na eutanásia, proibida, ainda, no Brasil, há uma intervenção médica para interromper o sofrimento de quem está morrendo de uma doença incurável. Assim, na Holanda, na Bélgica e em Luxemburgo, há uma legislação em vigor que normatiza a eutanásia já a partir da adolescência. O paciente que está sofrendo e morrendo aos poucos, por vontade própria, tem sua existência abreviada por meio de injeção de substâncias letais, realizada por dois médicos.
A ortotanásia, aprovada no Brasil, não prolonga o sofrimento humano por medidas artificiais protelatórias. O médico permite que o paciente morra naturalmente, e com a ajuda de medicamentos para aliviar seu sofrimento, sem intubação e respiração artificial, por exemplo, medidas estas que prolongariam o sofrimento contra a vontade do paciente e de seus familiares.
A distanásia, praticada no Brasil, infelizmente, e em boa parte do mundo, ao contrário da ortotanásia, prolonga a vida junto com o sofrimento, às vezes por dias ou semanas, não mais do que isso. Pratica-se isso em nossas UTIs, principalmente, onde pacientes sem nenhuma chance de cura, são artificialmente mantidos semi-vivos até onde for possível. Ou até o dinheiro da família acabar.

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