Câncer colorretal

O intestino grosso, que é a parte terminal do tubo digestivo, tem cerca de 150 cm. Nesse tubo, que compreende o cólon, o reto e o canal anal, podem surgir pequenas saliências da mucosa, os chamados pólipos. Esses pólipos geralmente surgem depois da meia idade, mas podem surgir mais cedo por razões genéticas. Os pólipos podem se tornar malignos e causar sangramento intestinal ou obstruções ao trânsito intestinal.
O câncer de cólon é um dos mais frequentes em todo o mundo. No Brasil, é um dos cinco mais frequentes e matou cerca de 20 mil pessoas por ano em anos recentes.
A prevenção do câncer de cólon não é difícil e depende de bons hábitos alimentares, com a adição de frutas, verduras e legumes, isto é, muitos vegetais. O tratamento do intestino preso, ou preguiçoso, também previne o câncer de intestino grosso, além de prevenir hemorroidas, fissuras e divertículos intestinais. Outra forma de prevenir o câncer colorretal é evitar e tratar a obesidade, que é uma das principais causas do câncer atualmente, qualquer câncer. Como a obesidade vem crescendo no Brasil, assim também o câncer colorretal.
Dos exames disponíveis para o diagnóstico de pólipos intestinais ou de câncer inicial de intestino grosso, o mais eficaz é a colonoscopia, que é um exame realizado com um endoscópio de cerca de 2 metros de comprimento e pinças de biópsia para a retirada de lesões suspeitas. O exame não é isento de riscos e tem custos, mas deve ser feito sempre que há motivos para se suspeitar de lesões de cólon. Por exemplo, nos filhos de uma pessoa que foi tratada de câncer colorretal, no indivíduo que já foi tratado com sucesso de um câncer colorretal, em pessoas que apresentem sangue nas fezes, em pessoas que tenham períodos alternados de prisão de ventre e diarreia, entre outros.

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