Câncer de mama e sobrepeso

Cerca de 60 mil mulheres recebem a má notícia de que têm câncer de mama no Brasil todos os anos. A maioria delas tem mais de 40 anos de idade, mas há muitas com menos de 40 anos engrossando as filas dos serviços especializados. Este número vem crescendo ao longo das últimas décadas, em parte graças ao crescimento populacional e o aumento da sobrevida, mas também, em parte, por conta do sobrepeso, que vem crescendo assustadoramente. O sobrepeso abrange o sobrepeso (gordinha), a obesidade (gorda) e a obesidade mórbida (muito gorda).
As mulheres brasileiras adultas com sobrepeso são, hoje, maioria na população, passam de 50%. Essa doença, chamada sobrepeso, está vinculada a diversas outras, intimamente: hipertensão arterial, diabetes, artrose, acidentes vasculares e câncer, notadamente o câncer de mama.
Nos Estados Unidos, país com a maior concentração de obesos no mundo, há uma incidência muito grande de câncer de mama, especialmente em mulheres obesas depois da menopausa. Este é um fator de risco muito especial – a associação da fase pós-menopausa com sobrepeso.
O sobrepeso facilita o desencadeamento de outras formas de câncer, entre eles o de pâncreas, de cólon, de rim, de tireoide, de ovário e de fígado, entre outros. Não se conhecem os exatos mecanismos por que isso ocorre, mas a estatística é implacável. Sobrepeso e tabagismo são as principais condições de câncer evitável em todo o mundo. Particularmente o câncer de mama.
As mulheres que passam pela menopausa têm uma dificuldade maior de controlar seu peso, especialmente se forem sedentárias, mas devem se esforçar para que o peso não fuja de seu controle, não só por razões de saúde, mas também por razões estéticas, psicológicas, sexuais e sociais. Sobrepeso é doença. Câncer de mama é mais do que isso, uma tragédia pessoal.
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