janeiro, 2018

Alguns benefícios que os exercícios trazem

30/01/18

Aqueles que fazem exerc√≠cios f√≠sicos moderados, regularmente, 3 horas por semana, t√™m benef√≠cios j√° comprovados para sua sa√ļde. Vejamos alguns deles.
1. Controle do peso. Hoje há mais de 50% dos adultos brasileiros com sobrepeso. Os exercícios regulares promovem perda de calorias, fortalecimento da musculatura e redução da massa gordurosa do corpo. Aqueles que precisam perder peso, devem associar dieta e exercícios.
2. Elevação do colesterol bom, o HDL, e dos níveis de testosterona (em homens), o que reduz o risco de acidentes vasculares, além de promover a redução do colesterol ruim e dos triglicérides.
3. Melhora do humor e da sensa√ß√£o de bem-estar. Os exerc√≠cios promovem a produ√ß√£o de horm√īnios e melhoram a apar√™ncia f√≠sica. Podem ajudar muito na melhora da imagem corporal e da autoestima. Os exerc√≠cios f√≠sicos fazem parte do tratamento de uma das doen√ßas mais prevalentes de nosso tempo, a depress√£o.
4. Sono melhor. Quem se exercita de modo correto e regularmente, tem uma qualidade do sono melhor. Todavia, os exercícios muito próximos da hora de dormir, podem promover uma excitação, que atrapalha o sono.
5. Diminuição do risco da demência. A doença de Alzheimer pode ter seu risco reduzido para aquelas pessoas que têm um estilo de vida sadio e que fazem exercícios com regularidade.
6. Preservação da massa óssea da massa muscular. O envelhecimento leva à perda de massa muscular e óssea em todas as pessoas, mas os exercícios regulares podem preservar o esqueleto e a musculatura até a idade avançada.
7. Redu√ß√£o do risco de c√Ęncer. Trabalhos cient√≠ficos t√™m demostrado, com consist√™ncia, que a pr√°tica de exerc√≠cios, por toda a vida, reduz de modo significativo a incid√™ncia de c√Ęncer.
8. Sexo melhor. Quem faz exercícios sistematicamente, tem uma vida sexual mais ativa e mais satisfatória.

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O problema do álcool na adolescência

29/01/18

Organiza√ß√£o Mundial da Sa√ļde (OMS), em 2014, publicou dados relativos ao consumo de √°lcool no mundo. Nas conclus√Ķes da pesquisa, destaca-se que seu consumo excessivo causa cerca de 4% de todas as mortes por ano no mundo, cerca de 2,5 milh√Ķes. Isso √© muito significativo e excede o n√ļmero de mortes causadas pela AIDS e pela tuberculose. A OMS tamb√©m estimou o n√ļmero de alco√≥latras no mundo, cerca de 76,3 milh√Ķes, em 2014.
A Sociedade Brasileira de Pediatria publicou, em 2017, um manual sobre os riscos de bebidas alco√≥licas na inf√Ęncia e na adolesc√™ncia (‚ÄúBebidas alco√≥licas s√£o PREJUDICIAIS √† sa√ļde da crian√ßa e do adolescente‚ÄĚ). Seu extenso trabalho baseou-se em pesquisas nacionais, que revelaram um n√ļmero muito alto de adolescentes tomando √°lcool com regularidade, especialmente em festas de final de semana, frequentemente em grande quantidade.
H√° dois problemas que se destacam na quest√£o do consumo de √°lcool antes dos 18 anos: o alto risco de alcoolismo futuro e o risco de les√Ķes cerebrais que se instalam no c√©rebro ainda n√£o completamente desenvolvido, acarretando mudan√ßas de comportamento, tais como envolvimento com o crime, a depend√™ncia de outras drogas, o envolvimento com acidentes de tr√Ęnsito e mortes por suic√≠dio ou homic√≠dio.
O √°lcool √© uma subst√Ęncia psicotr√≥pica e √© considerada a droga legal mais utilizada no planeta. Por essa raz√£o, h√° leis que controlam a venda e o consumo de bebidas alco√≥licas em todo o mundo. No Brasil, embora haja leis, n√£o h√° rigor na fiscaliza√ß√£o, nem a consci√™ncia familiar de vigiar seus filhos menores de idade. Muitos pais acham que os filhos podem e devem beber para se integrarem socialmente. Em pesquisas realizadas no Brasil, grande parte dos quase 40% de adolescentes que j√° experimentaram alguma bebida alco√≥lica, o fizeram em casa, com o conhecimento de seus pais.

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O futuro do check-up do c√Ęncer

22/01/18

As estat√≠sticas oficiais do Brasil e da maioria dos pa√≠ses mostram que de cada tr√™s mortes por causas naturais, uma decorre de alguma forma de c√Ęncer. H√° uma estimativa da ONU e da OMS (Organiza√ß√£o das Na√ß√Ķes Unidas e Organiza√ß√£o Mundial da Sa√ļde) de 12 milh√Ķes de mortes por c√Ęncer no mundo, por ano, pelos pr√≥ximos vinte anos.
Bastam esses dados para que qualquer pessoa mentalmente sadia se preocupe em fugir do c√Ęncer. Como faz√™-lo? Atualmente, a melhor maneira de se evitar o c√Ęncer √© adotar um estilo de vida sadio, principalmente n√£o fumando e n√£o engordando. O sobrepeso e o cigarro s√£o as principais causas de c√Ęncer que pode ser evitado, segundo uma pesquisa recente nos Estados Unidos. A estimativa √© de 42 casos em cada 100, n√ļmero muito expressivo.
A segunda maneira de fugir do c√Ęncer √© procur√°-lo ativamente a partir dos 40 anos de idade, em todo o organismo, por meio de consultas m√©dicas e de exames complementares (raio x de t√≥rax, endoscopia digestiva, colonoscopia, ultrassom abdominal, dermatoscopia, Papanicolau ginecol√≥gico, mamografia, etc.).
No futuro haver√° exames de sangue especiais, baseados em pesquisa de fragmentos de DNA na corrente sangu√≠nea de casos com c√Ęncer inicial. Isso j√° vem sendo testado por uma equipe da Johns Hopkins, nos Estados Unidos, com resultados surpreendentemente bons, especialmente para aqueles casos mais dif√≠ceis de salvar, como o c√Ęncer de p√Ęncreas. At√© j√° existe um exame de sangue especial (CancerSEEK), que √© caro (cerca de 500 d√≥lares l√° nos EUA), comercialmente dispon√≠vel, que pesquisa c√Ęncer de ov√°rio, f√≠gado, est√īmago, p√Ęncreas, es√īfago, c√≥lon, pulm√£o e mama.
Mais para o futuro, talvez em 20 anos, faremos apenas exames de sangue e de urina para pesquisar tumores iniciais de todos os órgãos, tumores tão pequenos que não podem ser detectados pelos exames rotineiros atuais. Quem viver, verá.

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C√Ęncer de mama e sobrepeso

08/01/18

Cerca de 60 mil mulheres recebem a m√° not√≠cia de que t√™m c√Ęncer de mama no Brasil todos os anos. A maioria delas tem mais de 40 anos de idade, mas h√° muitas com menos de 40 anos engrossando as filas dos servi√ßos especializados. Este n√ļmero vem crescendo ao longo das √ļltimas d√©cadas, em parte gra√ßas ao crescimento populacional e o aumento da sobrevida, mas tamb√©m, em parte, por conta do sobrepeso, que vem crescendo assustadoramente. O sobrepeso abrange o sobrepeso (gordinha), a obesidade (gorda) e a obesidade m√≥rbida (muito gorda).
As mulheres brasileiras adultas com sobrepeso s√£o, hoje, maioria na popula√ß√£o, passam de 50%. Essa doen√ßa, chamada sobrepeso, est√° vinculada a diversas outras, intimamente: hipertens√£o arterial, diabetes, artrose, acidentes vasculares e c√Ęncer, notadamente o c√Ęncer de mama.
Nos Estados Unidos, pa√≠s com a maior concentra√ß√£o de obesos no mundo, h√° uma incid√™ncia muito grande de c√Ęncer de mama, especialmente em mulheres obesas depois da menopausa. Este √© um fator de risco muito especial ‚Äď a associa√ß√£o da fase p√≥s-menopausa com sobrepeso.
O sobrepeso facilita o desencadeamento de outras formas de c√Ęncer, entre eles o de p√Ęncreas, de c√≥lon, de rim, de tireoide, de ov√°rio e de f√≠gado, entre outros. N√£o se conhecem os exatos mecanismos por que isso ocorre, mas a estat√≠stica √© implac√°vel. Sobrepeso e tabagismo s√£o as principais condi√ß√Ķes de c√Ęncer evit√°vel em todo o mundo. Particularmente o c√Ęncer de mama.
As mulheres que passam pela menopausa t√™m uma dificuldade maior de controlar seu peso, especialmente se forem sedent√°rias, mas devem se esfor√ßar para que o peso n√£o fuja de seu controle, n√£o s√≥ por raz√Ķes de sa√ļde, mas tamb√©m por raz√Ķes est√©ticas, psicol√≥gicas, sexuais e sociais. Sobrepeso √© doen√ßa. C√Ęncer de mama √© mais do que isso, uma trag√©dia pessoal.
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