outubro, 2016

Outubro rosa

27/10/16

No mês de outubro há uma campanha internacional de alerta sobre os problemas de saúde da mulher. O foco principal é o câncer de mama, mas outros problemas importantes também são objeto de discussão: osteoporose, câncer de ovário e de colo de útero, AIDS, violência contra a mulher, anticoncepção, obesidade, demência e outros.
Quanto ao câncer de mama, que deverá atingir a marca de 58 a 60 mil novos casos em 2016 no Brasil, é o câncer que mais mata mulheres em nosso país. O INCA (instituto Nacional do Câncer) e o Ministério da Saúde lançaram uma campanha intitulada “Câncer de mama: vamos falar sobre isso?”.
A campanha destaca a importância do autoexame das mamas para a identificação de nódulos ou quaisquer outras alterações. Recomenda a mamografia a cada dois anos para todas as mulheres entre 50 e 69 anos de idade. No entanto, para mulheres de alto risco para câncer de mama, como aquelas que têm história familiar (mãe e irmãs), recomenda-se o exame mais cedo, talvez com 40 anos de idade, e um acompanhamento médico individualizado.
A obesidade, a falta de gestações antes do 30 anos de idade, a falta de amamentação, o alcoolismo e o sedentarismo aumentam a chance do surgimento de um câncer de mama em qualquer mulher acima dos 40 anos de idade.
Uma vez detectado um nódulo suspeito, pela palpação e pela mamografia, ele é biopsiado para a confirmação diagnóstica. Em sendo câncer, o nódulo, ou parte da mama, ou a mama inteira devem ser retirados. O tratamento subsequente pode ser a reconstrução da mama, ou a retirada dos gânglios da axila, ou radioterapia ou quimioterapia, dependendo do tipo de tumor e de sua extensão. As chances de cura para tumores pequenos e localizados exclusivamente na mama são muito grandes. Vale a pena investir na prevenção e no diagnóstico precoce.
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No mês de outubro há uma campanha internacional de alerta sobre os problemas de saúde da mulher. O foco principal é o câncer de mama, mas outros problemas importantes também são objeto de discussão: osteoporose, câncer de ovário e de colo de útero, AIDS, violência contra a mulher, anticoncepção, obesidade, demência e outros.
Quanto ao câncer de mama, que deverá atingir a marca de 58 a 60 mil novos casos em 2016 no Brasil, é o câncer que mais mata mulheres em nosso país. O INCA (instituto Nacional do Câncer) e o Ministério da Saúde lançaram uma campanha intitulada “Câncer de mama: vamos falar sobre isso?”.
A campanha destaca a importância do autoexame das mamas para a identificação de nódulos ou quaisquer outras alterações. Recomenda a mamografia a cada dois anos para todas as mulheres entre 50 e 69 anos de idade. No entanto, para mulheres de alto risco para câncer de mama, como aquelas que têm história familiar (mãe e irmãs), recomenda-se o exame mais cedo, talvez com 40 anos de idade, e um acompanhamento médico individualizado.
A obesidade, a falta de gestações antes do 30 anos de idade, a falta de amamentação, o alcoolismo e o sedentarismo aumentam a chance do surgimento de um câncer de mama em qualquer mulher acima dos 40 anos de idade.
Uma vez detectado um nódulo suspeito, pela palpação e pela mamografia, ele é biopsiado para a confirmação diagnóstica. Em sendo câncer, o nódulo, ou parte da mama, ou a mama inteira devem ser retirados. O tratamento subsequente pode ser a reconstrução da mama, ou a retirada dos gânglios da axila, ou radioterapia ou quimioterapia, dependendo do tipo de tumor e de sua extensão. As chances de cura para tumores pequenos e localizados exclusivamente na mama são muito grandes. Vale a pena investir na prevenção e no diagnóstico precoce.
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Vacina contra o HPV para meninos

13/10/16

O Ministério da Saúde do Brasil anunciou um novo programa de vacinação para janeiro de 2017, no calendário oficial, para todo o país – vacina contra o HPV (vírus do papiloma humano) para meninos entre 11 e 13 anos de idade. O objetivo final da vacinação é a redução dos cânceres causados pelo vírus, que é sexualmente transmissível: câncer de pênis, de canal anal (homens e mulheres), de vagina, de colo de útero, de vulva, de boca (homens e mulheres). A vacinação para meninas já está no programa oficial nacional há alguns anos.
No programa de vacinação dos Estados Unidos, que existe há 10 anos, pioneiro na vacinação contra o HPV, a recomendação é a seguinte:
Devem ser vacinados:
-Homens de 11 a 12 anos, até 21 anos
-Homossexuais masculinos até 26 anos
-Homens imunodeprimidos até 26 anos
-Mulheres de 11 a 26 anos
Nos Estados Unidos, o esquema é de 3 doses num período de 6 meses. No Brasil, por diversas razões, houve uma adaptação e atualmente são fornecidas duas doses para as meninas até 14 anos, e não três..
A vacina já foi suficientemente testada em diversos países para ser considerada muito segura, com poucos efeitos colaterais e riscos mínimos para a saúde. O benefício da vacinação é muito grande, em longo prazo.
A proteção conferida pela vacina é para toda a vida. Não há previsão de reforços no atual esquema de vacinação. O problema das vacinas (há 3 apresentações comerciais no presente) é o custo, que é muito alto para a nossa realidade e para quase todos os países em desenvolvimento. As vacinas são caras e o Estado brasileiro não tem recursos para fazer o mesmo esquema dos países desenvolvidos. O objetivo é estender aos poucos para meninos e meninas mais velhos, adolescentes e depois, finalmente, adultos jovens.
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No programa de vacinação dos Estados Unidos, que existe há 10 anos, pioneiro na vacinação contra o HPV, a recomendação é a seguinte:
Devem ser vacinados:
-Homens de 11 a 12 anos, até 21 anos
-Homossexuais masculinos até 26 anos
-Homens imunodeprimidos até 26 anos
-Mulheres de 11 a 26 anos
Nos Estados Unidos, o esquema é de 3 doses num período de 6 meses. No Brasil, por diversas razões, houve uma adaptação e atualmente são fornecidas duas doses para as meninas até 14 anos, e não três.
A vacina já foi suficientemente testada em diversos países para ser considerada muito segura, com poucos efeitos colaterais e riscos mínimos para a saúde. O benefício da vacinação é muito grande, em longo prazo.
A proteção conferida pela vacina é para toda a vida. Não há previsão de reforços no atual esquema de vacinação. O problema das vacinas (há 3 apresentações comerciais no presente) é o custo, que é muito alto para a nossa realidade e para quase todos os países em desenvolvimento. As vacinas são caras e o Estado brasileiro não tem recursos para fazer o mesmo esquema dos países desenvolvidos. O objetivo é estender aos poucos para meninos e meninas mais velhos, adolescentes e depois, finalmente, adultos jovens.
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Sobrepeso infantil

11/10/16

Um estudo recente, encomendado pela Nestlé ao Ibope, mostrou algumas particularidades nutricionais de crianças paulistanas. O título do trabalho publicado foi THE INFANT AND KIDS STUDY (Estudo sobre bebês e crianças).
Alguns destaques do trabalho:
1-As crianças ingerem muito sal e pouco cálcio no seu dia a dia. Isso significa que tomam pouco leite, surpreendentemente, e comem salgadinhos, tomam refrigerantes e sucos com sódio. Ou seja, comem mal, enchem a barriga com coisas com pouco valor nutricional. A ingestão deficiente de leite, que é a fonte mais barata e acessível de cálcio, levará a problemas de desmineralização óssea no futuro. A osteoporose, que acomete cerca de 10 milhões de brasileiros adultos, em parte, teve origem em má alimentação e ingestão deficiente de cálcio nos primeiros 30 anos de vida, fase da vida em que os ossos do corpo fixam cálcio e fortificam-se;
2-Em decorrência da má alimentação, as crianças estão com sobrepeso, mais de 50% delas. Isso as levará, necessariamente, a problemas na adolescência e na vida adulta. Os adultos obesos quase sempre tiveram problemas de peso na sua infância;
3-Um dos motivos para a dieta errada e para o sobrepeso, segundo o estudo, é a associação de pouca atividade física e muito tempo diante da televisão, do celular, do tablet ou do computador. Segundo a pesquisa, mais de 50% das crianças entre 1 e 2 anos de idade passam mais de duas horas por dia diante da tela de um desses aparelhos. Crianças mais velhas, ainda mais;
4-A má alimentação e o sobrepeso não têm uma relação direta com o poder aquisitivo, mas com a ignorância de pais, avós e cuidadores dessas crianças. Mesmo famílias ricas padecem do mesmo problema, mas ele é mais importante nas famílias pobres, que compram nos supermercados produtos industrializados baratos, hipercalóricos e cheios de sódio e de corantes.
Quem entende de nutrição de crianças é o Pediatra, não são as empresas que fabricam alimentos. Ele tem que ser consultados desde o primeiro dia de vida da criança. Pais e avós, mas também as escolas e os cuidadores das crianças têm o dever de seguir as recomendações e prescrições dos Pediatras.
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1-As crianças ingerem muito sal e pouco cálcio no seu dia a dia. Isso significa que tomam pouco leite, surpreendentemente, e comem salgadinhos, tomam refrigerantes e sucos com sódio. Ou seja, comem mal, enchem a barriga com coisas com pouco valor nutricional. A ingestão deficiente de leite, que é a fonte mais barata e acessível de cálcio, levará a problemas de desmineralização óssea no futuro. A osteoporose, que acomete cerca de 10 milhões de brasileiros adultos, em parte, teve origem em má alimentação e ingestão deficiente de cálcio nos primeiros 30 anos de vida, fase da vida em que os ossos do corpo fixam cálcio e fortificam-se;
2-Em decorrência da má alimentação, as crianças estão com sobrepeso, mais de 50% delas. Isso as levará, necessariamente, a problemas na adolescência e na vida adulta. Os adultos obesos quase sempre tiveram problemas de peso na sua infância;
3-Um dos motivos para a dieta errada e para o sobrepeso, segundo o estudo, é a associação de pouca atividade física e muito tempo diante da televisão, do celular, do tablet ou do computador. Segundo a pesquisa, mais de 50% das crianças entre 1 e 2 anos de idade passam mais de duas horas por dia diante da tela de um desses aparelhos. Crianças mais velhas, ainda mais;
4-A má alimentação e o sobrepeso não têm uma relação direta com o poder aquisitivo, mas com a ignorância de pais, avós e cuidadores dessas crianças. Mesmo famílias ricas padecem do mesmo problema, mas ele é mais importante nas famílias pobres, que compram nos supermercados produtos industrializados baratos, hipercalóricos e cheios de sódio e de corantes.
Quem entende de nutrição de crianças é o Pediatra, não são as empresas que fabricam alimentos. Ele tem que ser consultado desde o primeiro dia de vida da criança. Pais e avós, mas também as escolas e os cuidadores das crianças, têm o dever de seguir as recomendações e prescrições dos Pediatras.
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