agosto, 2016

Edentulismo

30/08/16

Edentulismo é a falta de dentes na boca de uma pessoa. Ao contrário do que muita gente pensa, o edentulismo não é uma consequência natural do envelhecimento. Usar dentadura não é de modo algum o destino de um ser humano. A falta de dentes só ocorre se não houver cuidados preventivos e tratamento dentário. Uma pessoa sadia deveria morrer com idade avançada, com todos os dentes na boca.
O edentulismo é um enorme problema no Brasil, alcançando índices médios de 30%, isto é, cada brasileiro perdeu 30% de seus dentes, por falta de cuidados e por ignorância. Na terceira idade, ainda mais. Cerca de 80% dos idosos brasileiros têm menos de 20 dentes na boca, o que os impede de mastigar de forma eficiente e de falar de modo correto. Pior, no Brasil, eles têm muitas dificuldades de conseguir próteses corretivas – implantes, pontes, dentaduras.
Uma criança normal tem 20 dentes de leite na boca, 10 em cima e 10 embaixo. Um adulto tem 32 dentes na boca, a metade no maxilar superior e a metade no maxilar inferior. A perda de até 12 dentes no adulto, em geral não prejudica a fala nem a mastigação, mas prejudica a estética enormemente.
A odontologia preventiva existe e funciona muito bem. Desde a implantação da Política Nacional de Saúde Bucal, em 2004, a situação vem melhorando pouco a pouco, mas ainda há cerca de 8 milhões de idosos precisando de próteses totais, isto é, dentadura em cima e embaixo. Número que se assemelha aos números dos países mais atrasados do mundo.
Comer pouco açúcar, escovar os dentes pelo menos três vezes por dia e visitar o dentista uma vez por ano, leva inexoravelmente à preservação dos dentes, da saúde bucal e do sorriso. Não é tão caro, nem tão difícil.
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Edentulismo é a falta de dentes na boca de uma pessoa. Ao contrário do que muita gente pensa, o edentulismo não é uma consequência natural do envelhecimento. Usar dentadura não é de modo algum o destino de um ser humano. A falta de dentes só ocorre se não houver cuidados preventivos e tratamento dentário. Uma pessoa sadia deveria morrer com idade avançada, com todos os dentes na boca.
O edentulismo é um enorme problema no Brasil, alcançando índices médios de 30%, isto é, cada brasileiro perdeu 30% de seus dentes, por falta de cuidados e por ignorância. Na terceira idade, ainda mais. Cerca de 80% dos idosos brasileiros têm menos de 20 dentes na boca, o que os impede de mastigar de forma eficiente e de falar de modo correto. Pior, no Brasil, eles têm muitas dificuldades de conseguir próteses corretivas – implantes, pontes, dentaduras.
Uma criança normal tem 20 dentes de leite na boca, 10 em cima e 10 embaixo. Um adulto tem 32 dentes na boca, a metade no maxilar superior e a metade no maxilar inferior. A perda de até 12 dentes no adulto, em geral não prejudica a fala nem a mastigação, mas prejudica a estética enormemente.
A odontologia preventiva existe e funciona muito bem. Desde a implantação da Política Nacional de Saúde Bucal, em 2004, a situação vem melhorando pouco a pouco, mas ainda há cerca de 8 milhões de idosos precisando de próteses totais, isto é, dentadura em cima e embaixo. Número que se assemelha aos números dos países mais atrasados do mundo.
Comer pouco açúcar, escovar os dentes pelo menos três vezes por dia e visitar o dentista uma vez por ano, leva inexoravelmente à preservação dos dentes, da saúde bucal e do sorriso. Não é tão caro, nem tão difícil.
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Esporte pode fazer mal?

16/08/16

A mídia sempre divulga os benefícios que a prática regular de esportes traz – diminuição da chance de uma doença vascular, como o infarto do miocárdio, e redução da chance de aparecimento de um câncer. Outros benefícios conhecidos são a redução de colesterol ruim, o aumento do colesterol bom, o fortalecimento dos ossos, a preservação da massa muscular, o desenvolvimento de circulação acessória para o coração e os membros, a prevenção do diabetes, e vários outros. Sem contar os ganhos emocionais e a sensação de bem-estar que quase sempre acompanham os benefícios físicos.
Pouco se fala sobre os males dos exercícios. Destacarei três malefícios que podem ser provocados pelas práticas esportivas, especialmente as que são mal orientadas ou excessivas.
Em primeiro lugar, as lesões de ligamentos, discos intervertebrais e músculos. Todos os esportes estão associados a aumento de lesões, especialmente quando praticados excessivamente ou de modo tecnicamente errado. As lesões podem ser agudas ou crônicas, algumas incapacitantes, como a artrose. Isso pode ser prevenido em grande parte pelo uso de tênis corretos, alongamento, aquecimento, postura, orientação de instrutores e comedimento. Boa parte das lesões esportivas em amadores são causadas por erros e exageros dos praticantes.
Em segundo lugar, sobrecarga cardíaca. Os que praticam exercícios intensos e por muitos anos, como os atletas profissionais, podem desenvolver problemas de coração. Não é raro que ex-atletas morram por problemas decorrentes de lesões cardíacas adquiridas anos antes. Um problema que coexiste com este é o sobrepeso, que os atletas de alta performance frequentemente desenvolvem depois que se aposentam.
Em terceiro lugar, o câncer de pele. Os esportes praticados ao ar livre requerem o uso de protetor solar sempre. A exposição ao sol entre 10 e 16 horas aumenta muito a chance de câncer de pele. Bastam cuidados simples para que isso seja minimizado – mudança de horário dos exercícios, uso de roupas protetoras e o uso de protetor solar e óculos escuros.
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A mídia sempre divulga os benefícios que a prática regular de esportes traz – diminuição da chance de uma doença vascular, como o infarto do miocárdio, e redução da chance de aparecimento de um câncer. Outros benefícios conhecidos são a redução de colesterol ruim, o aumento do colesterol bom, o fortalecimento dos ossos, a preservação da massa muscular, o desenvolvimento de circulação acessória para o coração e os membros, a prevenção do diabetes, e vários outros. Sem contar os ganhos emocionais e a sensação de bem-estar que quase sempre acompanham os benefícios físicos.
Pouco se fala sobre os males dos exercícios. Destacarei três malefícios que podem ser provocados pelas práticas esportivas, especialmente as que são mal orientadas ou excessivas.
Em primeiro lugar, as lesões de ligamentos, discos intervertebrais e músculos. Todos os esportes estão associados a aumento de lesões, especialmente quando praticados excessivamente ou de modo tecnicamente errado. As lesões podem ser agudas ou crônicas, algumas incapacitantes, como a artrose. Isso pode ser prevenido em grande parte pelo uso de tênis corretos, alongamento, aquecimento, postura, orientação de instrutores e comedimento. Boa parte das lesões esportivas em amadores são causadas por erros e exageros dos praticantes.
Em segundo lugar, sobrecarga cardíaca. Os que praticam exercícios intensos e por muitos anos, como os atletas profissionais, podem desenvolver problemas de coração. Não é raro que ex-atletas morram por problemas decorrentes de lesões cardíacas adquiridas anos antes. Um problema que coexiste com este é o sobrepeso, que os atletas de alta performance frequentemente desenvolvem depois que se aposentam.
Em terceiro lugar, o câncer de pele. Os esportes praticados ao ar livre requerem o uso de protetor solar sempre. A exposição ao sol entre 10 e 16 horas aumenta muito a chance de câncer de pele. Bastam cuidados simples para que isso seja minimizado – mudança de horário dos exercícios, uso de roupas protetoras e o uso de protetor solar e óculos escuros.
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Prevenção da AIDS

08/08/16

A principal ferramenta de prevenção da AIDS até agora era o uso correto do preservativo. Outras medidas secundárias, como o uso individual (não compartilhado) de seringas nas sessões coletivas de uso de drogas injetáveis, o uso de preservativo feminino, o evitar-se a promiscuidade sexual (troca frequente de parceiros), entre outras, têm pouca efetividade numérica. O preservativo tem sido a base da profilaxia da AIDS.
Agora, dois medicamentos associados numa única cápsula, tenofovir e emtricitabitina, com o nome comercial de Truvada, surgiram para fazer a prevenção da AIDS nos principais grupos de risco. Homens homossexuais, prostitutas, travestis e outros que têm comportamento de alto risco para aquisição da AIDS, por serem promíscuos, poderão fazer a prevenção da AIDS por meio do uso do preservativo e pela ingestão diária de um comprimido desse novo medicamento.
O Ministério da Saúde estima que dez mil pessoas tenham acesso no primeiro ano de oferta a este novo medicamento, assim que ele for disponibilizado pelo SUS. O uso contínuo desse novo medicamento se chama PrEP, ou profilaxia pré-exposição, e tem o aval da Organização Mundial da Saúde. O medicamento, usado diariamente, tem o potencial de reduzir o risco de aquisição da AIDS em até 92%.
A AIDS vem crescendo no Brasil e em alguns outros países da América Latina, contrariamente ao que ocorre na maior parte do planeta. Esse crescimento preocupa as autoridades internacionais, que tinham a expectativa de eliminar a AIDS de todo o mundo até 2013. Tudo indica que isso não mais ocorrerá, em parte por causa do que vem ocorrendo no Brasil nos últimos anos. Temos cerca de 830 mil pessoas infectadas pelo vírus da AIDS em nosso país atualmente e estima-se para os próximos anos um acréscimo de 45 mil novos casos por ano. Números preocupantes, que refletem o descaso crônico do governo federal para com a saúde de nosso povo.
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A principal ferramenta de prevenção da AIDS até agora era o uso correto do preservativo. Outras medidas secundárias, como o uso individual (não compartilhado) de seringas nas sessões coletivas de uso de drogas injetáveis, o uso de preservativo feminino, o evitar-se a promiscuidade sexual (troca frequente de parceiros), entre outras, têm pouca efetividade numérica. O preservativo tem sido a base da profilaxia da AIDS.
Agora, dois medicamentos associados numa única cápsula, tenofovir e emtricitabitina, com o nome comercial de Truvada, surgiram para fazer a prevenção da AIDS nos principais grupos de risco. Homens homossexuais, prostitutas, travestis e outros que têm comportamento de alto risco para aquisição da AIDS, por serem promíscuos, poderão fazer a prevenção da AIDS por meio do uso do preservativo e pela ingestão diária de um comprimido desse novo medicamento.
O Ministério da Saúde estima que dez mil pessoas tenham acesso no primeiro ano de oferta a este novo medicamento, assim que ele for disponibilizado pelo SUS. O uso contínuo desse novo medicamento se chama PrEP, ou profilaxia pré-exposição, e tem o aval da Organização Mundial da Saúde. O medicamento, usado diariamente, tem o potencial de reduzir o risco de aquisição da AIDS em até 92%.
A AIDS vem crescendo no Brasil e em alguns outros países da América Latina, contrariamente ao que ocorre na maior parte do planeta. Esse crescimento preocupa as autoridades internacionais, que tinham a expectativa de eliminar a AIDS de todo o mundo até 2030. Tudo indica que isso não mais ocorrerá, em parte por causa do que vem ocorrendo no Brasil nos últimos anos. Temos cerca de 830 mil pessoas infectadas pelo vírus da AIDS em nosso país atualmente e estima-se para os próximos anos um acréscimo de 45 mil novos casos por ano. Números preocupantes, que refletem o descaso crônico do governo federal para com a saúde de nosso povo.
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