julho, 2016

Urina com sangue

19/07/16

Algumas pessoas têm sangue visível na urina. Basta olhar e já dá para perceber a presença de sangue misturado com a urina, às vezes com coágulos. Outras pessoas têm urina aparentemente normal, clara, mas que tem sangue no exame microscópico do sedimento urinário, quando a urina é examinada no laboratório. A presença de sangue na urina, em quantidade mínima, é considerada normal em todas as pessoas e em todas as idades. Todavia, acima de determinado número de hemácias por mililitro de urina, que são as células do sangue, considera-se anormal e a origem do sangramento precisa ser investigada.
A presença de sangue visível ou oculto na urina preocupa o médico quando o paciente tem mais de 40 anos de idade e é ou já foi fumante. O câncer de bexiga é muito mais comum em fumantes e ex-fumantes. Preocupa ainda mais quando não há sintomas, como ardor para urinar, dores abdominais, febre ou aumento da frequência miccional. Absolutamente nada. Quando há sintomas, em geral trata-se de doença benigna, como cálculo urinário, malformação congênita, infecção urinária, hipertensão arterial, diabetes ou um processo inflamatório na próstata. Todavia, a presença de sangue visível ou microscópico, sem sintomas, forçosamente leva o médico a pensar em câncer urológico.
Fumantes e ex-fumantes devem pesquisar sangue oculto na urina todos os anos a partir dos 40 anos de idade, rotineiramente. Isso pode ser solicitado pelo médico que conduz o check-up anualmente. Em caso positivo, isto é, com hematúria, o paciente deve ser encaminhado para investigação com urologista. Deve-se tentar esclarecer todos os casos que apresentem hematúria ou sangue na urina. Uma percentagem não desprezível desses casos terá o diagnóstico de câncer estabelecido pelo urologista. Em caso de câncer, o tratamento é instituído e a cura é muito provável, porque o câncer é quase sempre inicial, se diagnosticado precocemente desta forma.
Visite www.momentosaude.com.br
Visite www.minhashistorinhas.art.br
Algumas pessoas têm sangue visível na urina. Basta olhar e já dá para perceber a presença de sangue misturado com a urina, às vezes com coágulos. Outras pessoas têm urina aparentemente normal, clara, mas que tem sangue no exame microscópico do sedimento urinário, quando a urina é examinada no laboratório. A presença de sangue na urina, em quantidade mínima, é considerada normal em todas as pessoas e em todas as idades. Todavia, acima de determinado número de hemácias por mililitro de urina, que são as células do sangue, considera-se anormal e a origem do sangramento precisa ser investigada.
A presença de sangue visível ou oculto na urina preocupa o médico quando o paciente tem mais de 40 anos de idade e é ou já foi fumante. O câncer de bexiga é muito mais comum em fumantes e ex-fumantes. Preocupa ainda mais quando não há sintomas, como ardor para urinar, dores abdominais, febre ou aumento da frequência miccional. Absolutamente nada. Quando há sintomas, em geral trata-se de doença benigna, como cálculo urinário, malformação congênita, infecção urinária, hipertensão arterial, diabetes ou um processo inflamatório na próstata. Todavia, a presença de sangue visível ou microscópico, sem sintomas, forçosamente leva o médico a pensar em câncer urológico.
Fumantes e ex-fumantes devem pesquisar sangue oculto na urina todos os anos a partir dos 40 anos de idade, rotineiramente. Isso pode ser solicitado pelo médico que conduz o check-up anualmente. Em caso positivo, isto é, com hematúria, o paciente deve ser encaminhado para investigação com urologista. Deve-se tentar esclarecer todos os casos que apresentem hematúria ou sangue na urina. Uma percentagem não desprezível desses casos terá o diagnóstico de câncer estabelecido pelo urologista. Em caso de câncer, o tratamento é instituído e a cura é muito provável, porque o câncer é quase sempre inicial, se diagnosticado precocemente desta forma.
Visite www.momentosaude.com.br
Visite www.minhashistorinhas.art.br

AIDS outra vez

15/07/16

O número de pessoas infectadas pelo vírus da AIDS (vírus da imunodeficiência adquirida) voltou a subir no Brasil, segundo dados de um programa das Nações Unidas (Unaids). De 700 mil pessoas infectadas por AIDS no Brasil em 2010, passamos para 830 mil em 2015. O número de casos novos por ano subiu para 44 mil em 2015 (era 37 mil em 2000 e 43 mil em 2010). O Brasil sozinho responde por mais de 40% das novas infecções na América Latina atualmente.
O Brasil está na contramão da história da AIDS no mundo. Há uma tendência à diminuição em todo o planeta nos últimos anos. Por quê?
Segundo o diretor executivo da Unaids, Michel Sidibé, o aumento no Brasil se deve à complacência do governo. Dito de outra forma, relaxo das autoridades. Segundo o professor do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP, Dr. Mário Scheffer, “arrogância técnica, intolerância ao diálogo, aliança com forças retrógradas e o desmonte do SUS levaram à perda do protagonismo internacional e ao isolamento interno na resposta brasileira à AIDS. O resultado: milhares de infecções e mortes que poderiam ter sido evitadas.”
A AIDS pode infectar uma pessoa pelo uso de seringas compartilhas entre os dependentes químicos, transfusões de sangue e derivados, práticas heterossexuais e homossexuais, acidentes em laboratório ou centro cirúrgico com o sangue de pessoas infectadas, transmissão vertical da mãe para o feto e outros mecanismos mais raros.
A ONU esperava acabar com a AIDS no planeta até 2030. Agora, diante desses números ruins no Brasil e em outros países da América Latina, corre-se o risco de todos os avanços ficarem comprometidos.
Para evitar-se a AIDS: 1. Sexo seguro, com preservativo sempre; 2. Não compartilhar seringas no uso de drogas; 3. Evitar a promiscuidade sexual, que é a troca frequente de parceiros; 4. Pré-natal para todas as gestantes, de modo a permitir o tratamento da mãe infectada, minimizando o risco de passar o vírus para a criança em gestação; 5. Proteção (luvas, óculos, etc.) rigorosa quando em contato com o sangue e as secreções de qualquer pessoa; 6. Seleção mais rigorosa do sangue de doadores.
Visite www.momentosaude.com.br
Visite www.minhashistorinhas.art.br
O número de pessoas infectadas pelo vírus da AIDS (vírus da imunodeficiência adquirida) voltou a subir no Brasil, segundo dados de um programa das Nações Unidas (Unaids). De 700 mil pessoas infectadas por AIDS no Brasil em 2010, passamos para 830 mil em 2015. O número de casos novos por ano subiu para 44 mil em 2015 (era 37 mil em 2000 e 43 mil em 2010). O Brasil sozinho responde por mais de 40% das novas infecções na América Latina atualmente.
O Brasil está na contramão da história da AIDS no mundo. Há uma tendência à diminuição em todo o planeta nos últimos anos. Por quê?
Segundo o diretor executivo da Unaids, Michel Sidibé, o aumento no Brasil se deve à complacência do governo. Dito de outra forma, relaxo das autoridades. Segundo o professor do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP, Dr. Mário Scheffer, “arrogância técnica, intolerância ao diálogo, aliança com forças retrógradas e o desmonte do SUS levaram à perda do protagonismo internacional e ao isolamento interno na resposta brasileira à AIDS. O resultado: milhares de infecções e mortes que poderiam ter sido evitadas.”
A AIDS pode infectar uma pessoa pelo uso de seringas compartilhas entre os dependentes químicos, transfusões de sangue e derivados, práticas heterossexuais e homossexuais, acidentes em laboratório ou centro cirúrgico com o sangue de pessoas infectadas, transmissão vertical da mãe para o feto e outros mecanismos mais raros.
A ONU esperava acabar com a AIDS no planeta até 2030. Agora, diante desses números ruins no Brasil e em outros países da América Latina, corre-se o risco de todos os avanços ficarem comprometidos.
Para evitar-se a AIDS: 1. Sexo seguro, com preservativo sempre; 2. Não compartilhar seringas no uso de drogas; 3. Evitar a promiscuidade sexual, que é a troca frequente de parceiros; 4. Pré-natal para todas as gestantes, de modo a permitir o tratamento da mãe infectada, minimizando o risco de passar o vírus para a criança em gestação; 5. Proteção (luvas, óculos, etc.) rigorosa quando em contato com o sangue e as secreções de qualquer pessoa; 6. Seleção mais rigorosa do sangue de doadores.
Visite www.momentosaude.com.br
Visite www.minhashistorinhas.art.br