outubro, 2013

Transplante Рum caso muito s̩rio

28/10/13

Maria é uma moça de apenas vinte e cinco anos de idade e está morrendo. Ela tem uma doença grave de nascença no coração. Maria, que sempre foi fraquinha quando criança, agora nem sai de casa. Fica deitada a maior parte do tempo, com constante falta de ar. Ela não vive mais, vegeta. Está esperando a morte. Ou um milagre!
Sua família, que sempre cuidou muito bem dela, está desesperada. Que pai ou mãe se conforma em perder uma filha, seja por que motivo for?
Sua única esperança é o transplante de coração. Seus médicos já a prepararam para o transplante, mas ainda não surgiu um doador. Como o transplante de coração só pode ser feito atualmente a partir de uma pessoa que morre, Maria está esperando que alguém morra para receber seu coração. Só que a espera já dura alguns anos e ela não vai poder aguentar muito tempo mais. Quando surge uma pessoa de quem se poderia retirar o coração, o sangue não combina com o dela, ou a família do morto não aceita doar o coração, ou surge qualquer outro empecilho burocrático. O tempo está passando e não surge um coração para Maria.
Essa história está acontecendo neste mesmo instante. Existem centenas de pessoas aguardando um rim, um coração, um pulmão ou um fígado para poder continuar vivendo. Como a medicina ainda não evoluiu ao ponto de usar órgãos de animais ou artificiais com segurança, ou órgãos humanos clonados, ela depende de órgãos de pessoas vivas ou mortas para realizar os transplantes. No futuro próximo teremos a possibilidade de mudar essa situação, mas neste momento em que Maria está morrendo, é necessário que alguém morra para que ela viva.
A questão da doação de órgãos é muito séria e tem sido intensamente debatida. Leis estão sendo aperfeiçoadas para que casos como o de Maria não fiquem tanto tempo à espera de um órgão.
Pare e pense um pouco no assunto. Seja criativo e tente se colocar por um instante no lugar de Maria ou de seus pais. Você ficaria conformado em esperar passivamente por uma doação?

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Lepra – manchas claras com pouca sensibilidade

21/10/13

Todos nós temos, vez ou outra, algum problema de pele, ora uma alergia ou uma irritação, ou ainda uma infecção. Às vezes também queimaduras do sol, arranhões, manchas causadas por produtos químicos ou as inexoráveis marcas do tempo: rugas e manchas senis.
Certas alterações da pele, no entanto, merecem maior atenção: são as regiões de pele que ficam despigmentadas ou desbotadas e com menor sensibilidade. Pode ser lepra. As partes do corpo acometidas ficam mais claras e anestesiadas. Mesmo a picada de uma agulha pode ser mal percebida.
A lepra não é rara no Brasil e está espalhada por aí, muitas vezes sem diagnóstico. Aparece em ricos e pobres. As manchas claras com perda da sensibilidade devem ser investigadas pelos especialistas de pele — os dermatologistas, porque podem ser a primeira manifestação da lepra, ou Doença de Hansen, como preferem hipocritamente nossas autoridades, que julgam que a mudança de nome diminui o problema de Saúde Pública ou o estigma que marca os pacientes.
A lepra, doença conhecida há milhares de anos, exigia no passado uma verdadeira prisão perpétua de seus portadores. Eles, no passado mais longínquo, moravam fora da cidade, em cavernas, como mendigos. Eram proibidos de se aproximar das pessoas sadias. Nos tempos bíblicos eram até apedrejados se se aproximassem. Já nos tempos modernos essa situação dramática mudou um pouco: os leprosos passaram a viver em leprosários, instituições de onde nunca mais saíam; viviam esperando a morte.
Hoje em dia existe tratamento muito eficaz com drogas chamadas sulfonas. Os leprosos não necessitam de afastamento da família, podem ser tratados ambulatorialmente e ficam quase todos curados. Certas formas mais graves de lepra, as chamadas formas lepromatosas, são mais severas, mas também podem ser tratadas do mesmo modo. Os doentes, no entanto, com a forma lepromatosa, ficam com a doença controlada, mas não se livram dela.
Proteja sua pele sempre, principalmente fugindo do sol como o diabo foge da cruz. Quando surgirem as primeiras rugas, procure um cirurgião plástico ou conforme-se, mas se surgirem manchas claras com sensibilidade diminuída em sua pele, procure um dermatologista. Pode ser a primeira manifestação da lepra.
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Lepra – devo ter medo do contágio?

21/10/13

Preste muita atenção neste interessante texto da Bíblia, que se encontra no Evangelho de Marcos:
“Aproximou-se dele um leproso rogando-lhe, de joelhos: Se quiseres, podes purificar-me. Jesus, profundamente compadecido, estendeu a mão, tocou-o, e disse-lhe: Quero, fica limpo! No mesmo instante lhe desapareceu a lepra, e ficou limpo.”
Entre o povo israelita, desde os tempos de Moisés, 1500 anos antes de Jesus, a lepra já era conhecida. A presença dela significava imundície e impureza, da qual todo israelita deveria se afastar. Os leprosos viviam juntos, em comunidade, fora das cidades e eram proibidos de se aproximar de qualquer pessoa. A doença era sabidamente contagiosa e todo cidadão tinha o direto legal de apedrejar o leproso que ousasse se aproximar. Os parentes dos leprosos os visitavam e levavam alimentos e roupas, mas sempre de longe, a uma distância considerada segura. Os leprosos eram assim assistidos durante toda sua existência e nunca retornavam ao convívio social. Criavam sua própria sociedade, casavam-se, tinham filhos e sofriam juntos, totalmente à margem da sociedade onde haviam nascido. Este quadro foi muito bem retratado no clássico filme de cinema “O Manto Sagrado”, com Charleston Heston.
Jesus quebrou muitas regras de seu tempo. Uma delas foi a de permitir a aproximação de leprosos e de tocar neles e de se deixar tocar por eles. Além do caso relatado no Evangelho de Marcos, Jesus teve outros encontros com leprosos e muito provavelmente abraçou e beijou a muitos deles.
A lepra existia e ainda existe hoje. Há milhões de leprosos espalhados pelo mundo, principalmente no Oriente e na África. Felizmente hoje em dia existem remédios que curam ou controlam a lepra, o que praticamente acabou com a necessidade dos leprosários. Os doentes podem ser tratados sem isolamento, vivendo suas vidas normalmente, com baixíssimo risco de transmitirem a doença aos seus familiares. Graças às descobertas da Medicina moderna, hoje os leprosos não precisam viver isolados nem correm o risco de serem apedrejados. Podem ter uma vida normal e produtiva.
A lepra, como a tuberculose e tantas outras doenças, não deve assustar tanto como antigamente. Ela tem tratamento e cura.

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Lepra tem cura

14/10/13

Lepra soa como um palavrão a quase todos os ouvidos. Tanto que nos últimos anos o nome da doença foi trocado por Mal de Hansen, que ninguém sabe o que é, nem mesmo sabe pronunciar direito.
Na verdade a lepra é uma doença muito antiga, conhecida há milênios, que ainda está presente no planeta. Milhões de pessoas sofrem de lepra, principalmente no Oriente e na África. Também no Brasil.
A lepra é causada por uma bactéria descoberta por um médico norueguês chamado Hansen há pouco mais de 100 anos, daí o nome atual da doença — Mal de Hansen. Ela danifica a pele, os nervos e diversos outros órgãos. Sem tratamento pode levar a deformidades graves e à morte.
Felizmente no século XX descobriu-se um tratamento eficaz contra a lepra, o que mudou radicalmente a vida dos pacientes. Antigamente eram obrigados a ficar confinados em leprosários, onde passavam toda a vida isolados da sociedade; atualmente os leprosos podem ser tratados em casa, com certa facilidade, e sem grandes riscos para seus parentes, amigos e vizinhos.
Certas formas de lepra têm 100% de cura. Outras podem ser controladas, mas não totalmente eliminadas — são as formas chamadas lepromatosas da doença, as apresentações clínicas mais graves da lepra.
A lepra se manifesta em muitos pacientes por meio de sinais e sintomas na pele. Surgem manchas mais claras do que a cor da pele, onde a sensibilidade está diminuída. Esta característica de mancha clara com diminuição da sensibilidade deve levar o paciente ao médico. Pode não ser lepra, mas se for está no início e pode ser curada. Outras vezes a lepra leva a inchaços no rosto, diminuição da sensibilidade num membro, feridas que não cicatrizam ou paralisias de certas partes do corpo.
A lepra dever ser tratada por especialistas em moléstias infecciosas e por dermatologistas inicialmente. Às vezes são necessários outros especialistas.
Neste início de século XXI a lepra, a tuberculose e a sífilis, só para citar as mais importantes, carregam em seus nomes todo o peso do pesadelo que foram no passado, mas não devem assustar mais: todas têm tratamento e cura.

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Dor no peito? Procure um cardiologista!

07/10/13

No futuro, ainda neste promissor século XXI, com o desenvolvimento da Medicina nas áreas de cardiologia e cirurgia cardíaca, nossos netos olharão para trás e dirão: vencemos a grande causa de morte do século XX — as doenças do coração.
Hoje em dia a doença que mais mata é a doença das coronárias, que são as artérias que levam sangue ao coração. Obstruídas pelo cigarro, pelo excesso de colesterol, pelo diabetes, e, principalmente, pelo estresse, as coronárias impedem a chegada de sangue ao músculo cardíaco e ele pode morrer — isto é o infarto. No infarto agudo do miocárdio, mais de um terço dos pacientes morrem imediatamente. Outra parte morre nos dias subsequentes ao infarto e outra parte ainda morre nas semanas seguintes, de complicações tardias.
Infelizmente, o infarto costuma vir sem aviso prévio. No entanto, algumas pessoas têm a sorte, talvez, de serem avisadas com antecedência de que o infarto se aproxima. É o caso daqueles pacientes que têm angina de peito. O que é a angina? É a dor passageira no peito, como um aperto muito forte, que dura alguns segundos ou minutos, e que é desencadeada por esforços físicos ou por emoções fortes, ou seja, situações que exigem mais do coração.
A angina pode preceder o infarto de meses ou até anos. Na verdade, nem todo mundo que tem angina terá um infarto necessariamente. Certas pessoas podem ter angina por anos a fio sem nunca sofrer algo mais grave.
Geralmente a angina é um sinal de que o sangue não está chegando direito ao coração. A investigação com o cardiologista é o mais apropriado a se fazer.
A angina pode ser tratada com medicamentos, com dilatação das coronárias — a angioplastia, ou com cirurgia — as pontes de safena. O tratamento depende da gravidade da doença, da idade do paciente e dos riscos da cirurgia. Para cada caso, um tratamento individualizado. Mais e mais os métodos minimamente invasivos são empregados, como a colocação de molas metálicas nas coronárias, os stents, em substituição às cirurgias clássicas.
Se você tem dor no peito e não está com uma paixão fulminante, procure um cardiologista.

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