junho, 2013

Ansiedade, um dos males de nosso tempo

24/06/13

A ansiedade é um dos grandes males de nosso tempo. Todo mundo sabe disso. A ansiedade pode ser causada por fantasias inteiramente inconscientes, totalmente fora do controle da vontade consciente, em pessoas sem motivos para ter ansiedade. Pouca gente sabe disso. A ansiedade pode até matar. Nós, os médicos, bem o sabemos porque tratamos de pacientes ansiosos todos os dias e podemos testemunhar quão grandes prejuízos para a saúde traz a ansiedade.
Na verdade, embora comum a quase todos, a ansiedade é difícil de ser definida. De modo muito simplista, pode-se dizer que a ansiedade é um estado físico e psicológico de medo, quer de algo real, quer de algo inteiramente imaginário, fantasioso. Por exemplo: um jovem fica ansioso porque está para fazer seu primeiro vestibular. Nada mais real e natural. É uma ansiedade normal, esperada e passageira.
Outro exemplo: uma mulher vive ansiosa temendo pela vida de seus filhos. Não há motivos maiores para esse medo, que toda mãe sente porque os perigos de fato existem, mas seu medo é desproporcionalmente grande. Ela não dorme direito, não come bem, só fala nisso e fica em pânico cada vez que o telefone toca. Ora, isso não é normal. É ansiedade demais. É doença. Precisa de tratamento, sem dúvida.
Trata-se de um problema enraizado no inconsciente, onde conselhos não penetram.
O estado de ansiedade é uma das doenças mais comuns de nosso tempo. Por causa das pressões do trabalho, dos temores do desemprego, dos perigos no trânsito, da violência urbana e rural, etc., muitas pessoas têm se deixado dominar por um estado de ansiedade crônico, que pode durar anos e anos. Isso pode levar a certas doenças como diabetes, úlcera, pressão alta, desinteresse sexual, enfarte, derrame e outras. Pode matar.
Tratar a ansiedade não é tarefa simples porque depende de vários fatores, alguns totalmente fora de controle. Mesmo assim, é possível combater a ansiedade por meio de remédios, técnicas psicológicas comportamentais e psicanálise.
Se você é desses que tem ansiedade demais, cuidado! A ansiedade precisa ser dominada antes que ela o domine e encurte sua existência. Procure um psicólogo para começar.

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Impot̻ncia sexual Рum problema comum

24/06/13

A potência sexual do homem, definida aqui como a capacidade de o homem ter ciclos de ereção completa e ejaculação, começa ao redor de doze ou treze anos de idade, época da puberdade, e vai, às vezes se arrastando, até os oitenta ou noventa anos. A potência é máxima entre vinte e vinte e cinco anos de idade, isto é, é nessa fase da vida do homem que ele consegue mais vezes ter ereções e ejaculações. Depois disso a potência vai pouco a pouco diminuindo e tende a acabar. Essa é a razão por que muitos homens idosos ficam impotentes. Existe, portanto, motivo orgânico para o declínio paulatino da potência, mesmo em quem não tem problemas de saúde. Todo órgão humano paga um tributo ao envelhecimento. A potência diminui à medida que o homem envelhece, mesmo que seu desejo permaneça o mesmo. No entanto, por doença física ou psicológica, muitos homens ficam impotentes ainda jovens, o que lhes causa grandes e indescritíveis angústias.
A impotência sexual do homem é um dos assuntos mais estudados em Urologia nos últimos trinta anos. A Medicina já desvendou a maior parte dos complexos mecanismos da ereção e da ejaculação. E já sabe como tratar a impotência na maioria dos casos. Nos últimos cinco anos, com a descoberta de novas drogas para melhorar o desempenho sexual do homem, ocorreu uma verdadeira revolução no tratamento das disfunções sexuais masculinas.
Um homem impotente, ou que sente que caminha para isso muito rapidamente, deve procurar um urologista ou um andrologista para ser investigado e tratado. O especialista algumas vezes solicitará a ajuda de um psicólogo ou psiquiatra porque a impotência pode ser causada por um bloqueio psíquico difícil de ser superado.
A maior dificuldade que o paciente impotente tem é a de reconhecer seu problema e procurar o médico. Ele em geral se fecha, esconde seu mal e, quando muito, procura os balconistas de farmácias e os curiosos, no que sempre se dá muito mal.
A impotência sexual masculina não é praga, castigo, nem encosto. É apenas uma doença comum que pode ser superada com o tratamento correto.

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Impotência sexual existe e tem cura

17/06/13

Antigamente só se falava de impotência sexual masculina aos cochichos e em particular. Na verdade, todos os temas sexuais eram tratados assim. Hoje o assunto impotência é tratado em matérias de jornais, internet, revistas e televisão. Fala-se abertamente da impotência masculina. Oferecem-se tratamentos nos jornais e revistas de grande circulação.
Contudo nem sempre o que ouvimos e lemos é informação de boa qualidade. Com frequência as informações são dadas por pessoas sem gabarito e sem escrúpulos, que vêem na impotência sexual masculina apenas uma ótima oportunidade de ganhar dinheiro fácil. E como ganham! O tema raramente é tratado de modo científico e ético na mídia, mas com sensacionalismo e incompetência jornalística.
Quando eu era um estudante de Medicina, nos anos 70 e começo dos anos 80, quase não se falava em impotência. Hoje em dia há congressos internacionais só de impotência sexual. O que mudou? Mudamos nós os médicos ou mudou a doença?
Na verdade, a doença não mudou. Ela sempre existiu, mas foi relativamente ignorada pela medicina do passado. Por preconceito e ignorância. Mudamos nós, os médicos, porque passamos a estudar e aprendemos muito nos últimos trinta anos sobre a impotência. Sabemos tanto hoje que podemos resolver quase todos os casos de impotência. No entanto, cuidado! Existem inúmeras clínicas de tratamento da impotência com pouca ciência e muito comércio, oferecendo verdadeiros milagres, prometendo transformar um claudicante senhor da terceira idade num verdadeiro maratonista sexual. Mentira! Os tratamentos científicos são eficazes, mas não são mágicos.
Os homens que sofrem de dificuldades de ereção devem, em primeiro lugar, procurar os médicos especialistas no problema – os urologistas e os andrologistas, sempre com referências de outras pessoas, jamais por intermédio de anúncios de jornal, tv ou revistas. Em segundo lugar, devem fazer uma avaliação crítica do diagnóstico e das propostas de tratamento. Se necessário, devem buscar uma segunda opinião médica antes do tratamento definitivo. Em último lugar, devem empenhar-se no tratamento, fazendo sua parte, que é seguir rigorosamente as prescrições médicas.
Impotência sexual existe e tem cura. Se este é o seu problema, procure um médico de verdade e não um milagreiro.

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Existe solução para a impotência?

10/06/13

Com a honrosa exceção dos bebês de proveta, a esmagadora maioria de nós, humanos, foi gerada essencialmente do mesmo modo: uma relação sexual entre um homem e uma mulher. Pode ser que daqui a cem anos isso mude, mas até este ponto de nossa história humana, o sexo entre um homem e uma mulher tem sido o meio de se reproduzir e preservar-se a espécie.
O sexo normal pressupõe um homem e uma mulher adultos ou pelo menos púberes, isto é, maduros sexualmente. As relações sexuais entre dois homens ou duas mulheres, ou ainda entre um adulto e uma criança, embora existam e sejam até aceitas e incentivadas em alguns meios, são absolutamente anormais do ponto de vista biológico.
Para que um homem e uma mulher sejam bem sucedidos em sua atividade sexual é necessário que o pênis se encha de sangue e fique duro ou rígido o suficiente para a penetração vaginal. Pode faltar quase tudo na relação sexual, mas um pênis ereto é básico.
Está justamente aí um dos grandes problemas médicos de nosso tempo: a dificuldade de enrijecimento do pênis, ou a impotência sexual. O número de homens que tem dificuldade de ereção é enorme, mesmo entre homens jovens sadios. O problema nem sempre se deve a uma desordem de natureza predominantemente psíquica, como se pensava no passado. Hoje em dia já se sabe que na maioria dos casos de impotência sexual masculina existe uma mistura de fatores físicos e psicológicos causadores do mal.
A necessidade de estudar melhor o problema da impotência levou ao desenvolvimento de uma especialidade: a andrologia, um desdobramento da urologia e da cirurgia vascular. A andrologia é a especialidade médica que se ocupa de estudar e tratar a impotência e outras disfunções sexuais e reprodutivas do homem.
Infelizmente muitos homens ignoram a ajuda da medicina neste particular e se escondem atrás de desculpas esfarrapadas ou, pior, transferem a responsabilidade do problema para suas companheiras.
Todos os homens que apresentam dificuldades eretivas podem ser tratados hoje em dia, com grande chance de sucesso. O primeiro e mais corajoso passo é procurar o médico.

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Infertilidade Рde quem ̩ a culpa?

03/06/13

Em nossa moderna cultura ocidental, não ter filhos é uma coisa mais ou menos comum e perfeitamente aceitável. Um número crescente de casais modernos optam por não ter filhos. Preferem dedicar-se a outros ideais ou às suas profissões. A maioria dos casais, no entanto, prefere ter filhos, ou pelo menos tentar tê-los.
Isso nem sempre foi assim. No passado, dependendo da geografia e da cultura, não ter filhos era uma maldição, uma enorme e insuperável vergonha, motivo de discriminação social e até religiosa. Infelizmente, a culpa sempre recaía sobra a mulher. Hoje sabemos que o problema não é da mulher somente. Pode ser do homem. Mas antigamente não se sabia nada disso e o machismo dominante fazia da mulher a grande culpada e do homem a vítima de um casamento mal-sucedido. Mesmo nos dias de hoje, em determinadas culturas orientais, a mulher que não pode conceber, qualquer que seja o motivo, é considerada uma cidadã de segunda classe.
A História está repleta de exemplos de reis e rainhas, príncipes e princesas, nobres e plebeus, que não conseguiram ter seus próprios filhos.
Na Bíblia Sagrada há também diversos exemplos de casais inférteis que viveram enormes conflitos conjugais por não terem filhos quando o desejaram. Abraão e Sara, Isaque e Rebeca, Jacó e Raquel são talvez os melhores exemplos. É possível que nesses três casos a linhagem masculina tivesse problemas médicos, mas a cultura hebraica extremamente machista daquela época não permitiria que outra fosse a responsabilizada que não a pobre da mulher.
Atualmente, graças às conquistas da Medicina na área da reprodução humana, sabe-se que tanto a mulher como o homem são igualmente responsáveis pela fertilidade ou infertilidade conjugal. Nenhuma mulher, pelo menos no Ocidente, seria abandonada sem o devido amparo da Lei, em caso de impossibilidade de gravidez.
Ter filhos é uma bênção, mas a impossibilidade de tê-los não é uma maldição. Além disso, existe tratamento muito eficiente para quase todos os casos de infertilidade conjugal.
A infertilidade conjugal não é um problema do homem nem da mulher. É sempre um problema do casal e pode ser superado com ajuda médica.

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