maio, 2013

Soluções para a infertilidade

27/05/13

Há vários anos atrás você teve a oportunidade de acompanhar pelos noticiários a luta de Pelé para ter mais um filho com sua então nova esposa. Ele já havia tido filhos com outras mulheres, mas havia ficado estéril porque ter sido submetido a uma cirurgia de esterilização – a vasectomia. Quando se casou de novo, enfrentou um problema que muitos homens divorciados e viúvos enfrentam quando se casam novamente. Sua nova esposa não tinha filhos e queria tê-los, como qualquer mulher normal.
Para superar sua esterilidade, primeiro Pelé fez a cirurgia de reversão da vasectomia, que dá certo na maioria dos casos, cerca de 75%, mas que no caso dele infelizmente não deu. Depois ele foi tratado por meio de modernas técnicas de fertilização assistida e conseguiu finalmente que sua esposa ficasse grávida dele mesmo, isto é, com seus próprios espermatozoides. E foi feliz porque ela ficou grávida de gêmeos. Pelé foi pai de novo, desta vez de gêmeos. Parabéns a ele, à esposa e à equipe médica que cuidou deles!
 O exemplo de Pelé ilustra um ponto muito importante: a medicina moderna já tem soluções muito eficientes para a maioria dos casos de infertilidade conjugal. O que é muito bom porque o número de casais que não consegue ter filhos é enorme. Cerca de 10 a 15% de todos os casais que tentam ter filhos não o conseguem sem ajuda médica. Até há pouquíssimos anos atrás, a medicina podia ajudar apenas a alguns, mas os outros continuavam vivendo a frustração de não poder ter seus filhos ou recorriam à adoção. Agora, com os recursos tecnológicos disponíveis, quase todos os casais poder ter seus filhos biológicos. Infelizmente, os recursos técnicos para se obter esse sucesso só se encontram em cidades grandes, em algumas poucas universidades e geralmente são caros, muito caros.
 Num futuro próximo, no entanto, o tratamento da infertilidade estará ao alcance de todos, como estão hoje a cirurgia cardíaca, as vacinas e os antibióticos.
 Se você conhece algum casal lutando para ter seus próprios filhos, dê a eles essa boa notícia. Além dos filhos do coração poderão também ter filhos biológicos.

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O futuro da infertilidade

27/05/13

Com a tecnologia disponível atualmente, não é necessário copular para ter filhos. Dito de outra forma: um homem e uma mulher não precisam se relacionar sexualmente para conseguir uma gravidez. Muito brevemente, no ritmo que a ciência da reprodução se desenvolve, nem mesmo um útero será necessário. Na verdade nem mesmo pai e mãe serão necessários. Um bebê poderá ser gerado e desenvolver-se em condições de laboratório. Alguns bebês poderão ser clonados, modificados geneticamente, encomendados de acordo com as especificações de seus pais. Mesmo os mais criativos dos autores de ficção não imaginaram que esta área do conhecimento humano estivesse tão desenvolvida no início do século XXI.
Você deve estar se perguntando: e daí? Que tenho eu a ver com isso, eu que já tenho filhos e, talvez, até netos, e que sou um adepto do modo antigo e tradicional de gerar uma criança? Por meio do sexo.
Na verdade esses avanços da ciência da reprodução podem não lhe servir para nada, mas poderão ajudar de modo decisivo um filho ou um neto seu. Sim, porque cerca de 15 entre 100 casais são inférteis, isto é, não conseguem gravidez sem tratamento. Com os recursos técnicos de hoje, existe ajuda efetiva para a maioria destes casos. Dentro em breve, praticamente 100% dos casais poderão ter filhos se assim o desejarem. Isso não é maravilhoso? Ou você nunca conheceu um casal frustrado por não ter filhos?
A infertilidade conjugal acompanha o ser humano desde o início da humanidade. Em certas culturas orientais, mesmo hoje, as mulheres são sempre as culpadas quando o casal não tem filhos. São menosprezadas e maltratadas por isso. Às vezes são até abandonadas por seus maridos com o aval da sociedade e da religião.
Ter filhos é um enorme privilégio. No entanto só 85% dos casais conseguem ter filhos sem ajuda médica. Os outros 15% vivem a dor de não o conseguirem. Pode-se dizer que está muito próximo o dia em que todos, literalmente todos, poderão ter filhos se assim o desejarem. A esterilidade e a infertilidade estão a um pequeno passo de serem derrotadas pelo ser humano.

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Depressão, tristeza permanente

13/05/13

Certa vez li um livro chamado “Lamento por um filho”, de um professor norte-americano chamado Nicolas Walterstorff. O autor, um renomado professor universitário de teologia e filosofia, passou por uma das experiências mais dolorosas que alguém pode passar nesta vida: seu filho mais velho, de vinte e cinco anos, havia morrido num acidente durante as férias. O professor Nicolas, que tinha uma vida que podemos chamar de quase perfeita, um sujeito realizado na família e na profissão, uma pessoa de bem com a vida, de repente encontrou-se cara a cara com a morte, na sua pior e mais horrenda apresentação – a morte de um filho querido.
 Movido pela dor e pelo sofrimento, no processo de elaboração do luto por que teve que passar, ele escreveu um livro dolorosamente belo. Uma das frases que ficou na minha memória foi esta: “As tristezas na minha vida eram as ilhas; agora são o oceano”.
 É perfeitamente esperado este estado de espírito em qualquer pessoa normal. Aberta a ferida na alma, ela dói muito. Mas cicatriza com o tempo e a tristeza diminui.
 No entanto, a tristeza que nunca passa, a tristeza que torna a pessoa permanentemente improdutiva, amarga, desleixada e mal-humorada é anormal. Chama-se depressão. Pessoalmente gosto de diferenciar a depressão e a tristeza da seguinte forma: a tristeza, mesmo que intensa, um dia passa. Leva a um amadurecimento grande e ao aperfeiçoamento do caráter. Quem passa por uma experiência de grande dor moral sai dela enriquecido e edificado. A depressão, ao contrário, é improdutiva. Não aperfeiçoa nem faz crescer. Quem sofre de depressão entra num processo de deterioração mental e faz de seus sentimentos o centro de sua existência, levando ao sofrimento todos os que estão ao redor. O triste escreve uma poesia, um livro, uma canção ou pinta um quadro, mas o depressivo geralmente escreve um bilhete suicida. A tristeza o tempo cura, mas a depressão precisa da ajuda de um psiquiatra para tornar a vida pelo menos suportável.
 Quero expressar o mais profundo respeito por todos aqueles que de algum modo estão com seus corações doendo de tristeza.
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Mau humor Рsintoma de depresṣo

13/05/13

Você sabia que existe uma doença que se chama a “doença do mau humor”? Esta doença tem sido bem estudada nos últimos vinte anos pelos psiquiatras e é comprovadamente uma forma de depressão mais leve, a que se dá o nome de distimia. Nem sempre é fácil detectá-la porque pode ser confundida com um temperamento mais esquisito ou uma tendência à introversão.
Na verdade a distimia ou depressão neurótica é muito frequente. Ela pode ser reconhecida naquelas pessoas que estão sempre ou quase sempre de mal com a vida. Tais pessoas têm alterações do apetite, geralmente ficam sem fome e perdem peso, estão sempre cansadas e não conseguem se concentrar. Também têm sentimentos de culpa variados e se sentem meio inúteis na vida. Pensam às vezes na morte, mas não são tipicamente suicidas como os depressivos graves. Não! A distimia, esta forma mais leve de depressão, não mata, mas azeda a vida de quem a tem e principalmente de quem convive com ela – dos familiares e colegas de estudo ou trabalho. Quem tem esta forma de depressão vai aos poucos se isolando, não só por afugentar as pessoas ao seu redor, pelo baixo astral permanente que encarna, mas também pela fuga do contato com outras pessoas.
Quem tem depressão desta forma precisa de ajuda especializada. O tratamento compreende uma abordagem psiquiátrica com medicamentos antidepressivos e apoio psicoterápico. De modo algum o depressivo é efetivamente ajudado por aquelas pessoas que fazem sermões do tipo: “Levante a cabeça. Deixe de tolice. Você tem tudo na vida, não tem de que reclamar.” Ou ainda conselhos pouco profissionais de médicos que não conhecem a depressão: “Você está com estafa. Tire férias, tome umas vitaminas e faça exercícios, que tudo vai desaparecer.” Nada disso ajuda o paciente depressivo. Ele precisa ter sua doença reconhecida, principalmente por aqueles que com ele têm laços afetivos. Ele deseja desesperadamente que seus médicos, amigos e parentes não chamem seu estado de “tolice”, mas de doença.
O mau humor pode ser só mau humor mesmo, mas também pode ser uma forma de doença depressiva, que tem tratamento e pode sarar.
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Gripe tem cura?

06/05/13

Joãozinho está com gripe. E agora? O que fazer?
A gripe é uma infecção causada por vírus e que quase todo mundo tem de vez em quando. A gripe não respeita fronteiras, nem ideologias e nem situação sócio-econômica. Ela ataca pretos, brancos, amarelos e vermelhos. Ricos e pobres, crianças de rua e crianças de apartamento, pessoas que tomam cuidado com a saúde e pessoas desleixadas.
O vírus da gripe nunca é exatamente o mesmo. Ele tem a capacidade de mudar. Por isso é que a gripe do ano passado não foi igual à deste ano. Por esta rapidíssima capacidade de mutação – mudanças que o vírus sofre – não se conseguiu ainda fabricar uma vacina única e definitiva contra a gripe. Naturalmente existem vacinas contra certas gripes epidêmicas, mas que só funcionam em certas regiões do mundo e por um período curto. Ainda não existe uma vacina universal e duradoura como a vacina do sarampo e da caxumba. As vacinas contra a gripe que existem no mercado valem por um ano apenas porque os vírus vão mudando ao longo dos meses e a vacina de um ano não funciona bem no outro ano. Para ficar relativamente protegido, o que é altamente aconselhável no idoso, a vacina tem que ser reaplicada anualmente.
A gripe pode levar a complicações graves, mas geralmente só na criança muito pequena e no indivíduo muito idoso. A gripe também pode evoluir muito mal em pessoas que estão com suas imunidades alteradas: é o caso dos que têm câncer, AIDS ou desnutrição.
Joãozinho está com gripe. Que fazer? Primeiro: Não perca a calma. Afinal, é só uma gripe e o Joãozinho é forte. Segundo: Dê um remédio para combater a febre e o mal-estar. Terceiro: Espere alguns dias porque a gripe sara sozinha. Não leve o Joãozinho ao farmacêutico para tomar uma injeção antigripal; isto não funciona e pode ser perigoso. Em último lugar: Se o Joãozinho não melhorar, procure o médico.
 A gripe é inevitável. Sendo assim, quando ela o pegar, relaxe e aproveite. Fique em casa, descanse um pouco e evite contato com outras pessoas.
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