fevereiro, 2013

A asma e seus sintomas

25/02/13

Quase todas as doenças têm nomes científicos, geralmente mais de um, e também nomes populares, geralmente vários. A asma é um nome científico para uma doença pulmonar. Mais corretamente, asma brônquica. Seus outros nomes médicos são bronquite asmática, bronquite alérgica, espasmo brônquico e outros. O povo geralmente se refere a ela como bronquite, carregação no peito e chiadeira.
A asma é um problema pulmonar crônico. O pulmão do asmático é mais sensível que o de outras pessoas. Esta sensibilidade maior do pulmão a determinados fatores está presente no indivíduo que sofre de asma, mesmo nos dias em que os sintomas não são evidentes.
As vias respiratórias sensíveis reagem a elementos irritantes contidos no ar que provocam uma reação inflamatória.
Os músculos das paredes dos brônquios se contraem e a secreção produzida normalmente se torna mais espessa e abundante.
Juntos, esses fenômenos reduzem o espaço dos canais respiratórios por onde passa o ar, provocando sintomas como: tosse, falta de ar, chiado, aperto, dor ou peso no peito e dificuldade para respirar.
Os sintomas da asma aparecem quando certos fatores desencadeantes atuam. Esses fatores variam de pessoa para pessoa.
Um indivíduo pode ser sensível a apenas um fator ou a vários; entre eles podem ser citados: pelos de animais, poeira doméstica, mofo ou ácaros, infecções, gripes ou resfriados, odores de sprays, perfumes ou tintas, pólen de plantas, situações de estresse, fumaça de cigarro, ar frio, poluição, choro, grito ou risada, aspirina e outros medicamentos, certas comidas ou condimentos.
Por último valeria a pena citar os exercícios físicos, embora estes, quando bem conduzidos, façam parte do tratamento e controle da asma. Muitas pessoas só têm crises quando começam a se exercitar.
Cada pessoa com asma deve tentar identificar os fatores que desencadeiam seus sintomas.
Conhecendo o que costuma trazer o desconforto, o doente deve procurar evitar expor-se a eles; desta forma manterá a doença sob controle. Fica claro que, vez por outra, mesmo este cuidado não será suficiente e haverá necessidade do uso de medicamentos; neste caso procure um médico, pois de acordo com a intensidade dos sintomas será escolhida a medicação mais apropriada.

Visite meu site www.momentosaude.com.br

Adolescência e espinhas

22/02/13

Entre dez e vinte anos de idade todos passamos pela adolescência. Logo nos primeiros anos deste período os ovários femininos e os testículos masculinos começam a produzir hormônios sexuais em enorme quantidade. Tamanha é essa quantidade que todo o organismo reage com intensidade a eles. A pele também reage, formando pêlos, mudando de cor e de cheiro, mudando sua oleosidade e formando “espinhas”. Como as “espinhas” estão mais relacionadas com os hormônios sexuais masculinos, que as meninas também produzem, mas em quantidade reduzida, o problemas das “espinhas” é muito mais dos meninos do que das meninas.
Ninguém gosta de “espinhas”, mas a maioria dos adolescentes tem que se preocupar com elas, mesmo que por pouco tempo.
Além dos hormônios em franca atividade nesse período, outros fatores podem contribuir para o aparecimento das tão indesejáveis espinhas.
Podemos citar: a tensão emocional, o ciclo menstrual, a ingestão de determinadas substâncias como o chocolate, o amendoim e as castanhas, o uso de cosméticos gordurosos e também a manipulação, ou seja, o costume de espremer as “espinhas”.
Elas começam a aparecer na puberdade e podem persistir até mais ou menos os vinte e cinco ou trinta anos. Em geral ocorre uma melhora lenta e progressiva em meses ou anos, mas às vezes ficam cicatrizes permanentes e deformantes.
Podemos prevenir ou evitar a piora das lesões tomando medidas simples como:
Lavar o rosto com água e sabonete pela manhã e à noite para remover a sujeira e a oleosidade da pele.
Não usar cosméticos gordurosos.
Não manipular ou apertar as “espinhas”.
Não ingerir chocolate ou castanhas, como amendoim, nozes e amêndoas.
O tratamento específico tem o objetivo de reduzir a reação inflamatória e facilitar a resolução do processo já estabelecido, mas deve ser orientado por um médico, pois nem todas as peles são iguais e às vezes um cosmético ou um remédio bom para a pele de uma pessoa pode não ser adequado para o da outra.
Que os pais tenham paciência com seus adolescentes durante toda a turbulenta fase que têm que atravessar e que os adolescentes tenham paciência com suas “espinhas”.

Visite meu site www.momentosaude.com.br

Espinhas no rosto

22/02/13

A adolescência é uma fase de transição entre a infância e a vida adulta. Vai mais ou menos dos dez aos vinte anos de idade e caracteriza-se por transformações profundas, tanto físicas como psicológicas e sociais. É justamente nesta fase delicada e turbulenta da vida que aparecem as “espinhas” em grande parte dos adolescentes. Podem surgir nas costas, no pescoço e no rosto, justamente as regiões do corpo onde se concentram as glândulas sebáceas, glândulas normais que produzem um lubrificante para a pele.
Ninguém gosta de “espinhas” no corpo, muito menos no rosto, mas este é um problema comum a quase todos os adolescentes, principalmente os meninos.
Nas formas mais leves elas são toleráveis, mas nas formas mais severas podem causar problemas emocionais importantes e também um certo desajuste social.
 O ser humano é intolerante quando se trata das fraquezas dos outros. Na escola quem foge um pouco ao padrão estético acaba levando algum apelido: “Faustinho”, “bolão”, “esqueleto”, “jacaré”, “bereba”…
 Além do mal-estar gerado pelo apelido, o adolescente enfrenta problemas na formação de sua auto-estima e auto-imagem. As “espinhas” podem gerar apelidos e ainda deixar cicatrizes deformantes e permanentes.
 Em determinada fase da adolescência os hormônios sexuais estimulam a atividade das glândulas sebáceas do rosto, do pescoço e das costas. Em consequência, formam-se cravos. As bactérias e outros germes existentes na pele alteram a secreção dessas glândulas produzindo ácidos irritantes que provocam a inflamação do local, com o aparecimento de lesões avermelhadas. Essas lesões podem evoluir para pústulas, cistos ou abcessos.
 O conhecimento desses fatos ajuda-nos a compreender que o problema tende a piorar muito quando essas lesões são manipuladas, isto é “espremidas” e “cutucadas”.
 Lavar bem o rosto e evitar certos cremes oleosos ajuda. A consulta a um dermatologista é sempre altamente recomendável. Há remédios excelentes no mercado atualmente.
 O adolescente acaba ficando livre de suas espinhas em pouco tempo, mesmo que esse pouco tempo pareça uma eternidade para ele.
 Espremer “espinhas” é um mau negócio! Não adianta nada e ainda deixa marcas para o resto da vida. Quem tem “espinhas” deve ir ao dermatologista em primeiro lugar.
Visite meu site www.momentosaude.com.br

Adolescência e seus conflitos

13/02/13

Adolescência é uma palavra que não existia antigamente. Nossos bisavós só conheciam a infância, a idade adulta e a velhice. Desconheciam totalmente a adolescência. As crianças cresciam até que entravam na puberdade, isto é, menstruavam e ejaculavam; depois disto estavam aptas para o trabalho e para o casamento – eram consideradas como adultos, ainda que tivessem somente doze ou treze anos de idade.
Adolescência como a entendemos hoje é o período de transição que vai da infância à idade adulta e se caracteriza pelo crescimento físico, mental e por transformações nas relações sociais que o indivíduo estabelece.
Paralelamente ao crescimento em altura, temos o aumento da massa muscular nos meninos, o maior acúmulo de gordura nas meninas, o desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários e a aquisição da capacidade reprodutora.
Na área psicológica, o adolescente passa por um processo marcado por três etapas:
Na primeira ele se afasta da família e questiona os valores ensinados pelos pais.
Na segunda etapa o jovem estabelece novas ligações, eventualmente superficiais, em busca de um grupo que, eventualmente, pode adotar comportamentos anti-sociais.
A terceira etapa caracteriza-se pelo acerto; pelo encontro com o mundo no qual ele vive.
Todos os jovens passam por essas três etapas, com maior ou menor velocidade, com maior ou menor vibração, com maior ou menor conflito com os pais e com a sociedade.
Conhecer o que é normal facilita o relacionamento dos pais com os filhos, pois traz conforto saber que as turbulências vividas na adolescência não durarão para sempre.
“Ensina a criança no caminho em que deve andar e ainda quando for velho não se desviará dele.” Este é um antigo provérbio da Bíblia, escrito há 3000 anos, que continua válido.
O adolescente contesta os valores dos pais, experimenta novos caminhos, desafia limites, mas, em geral, se bem orientado, volta e se ajusta ao seu ambiente.
É grande nossa responsabilidade para com o adolescente. Ensinar demanda tempo, atenção dirigida, paciência e persistência.
O adolescente precisa de várias coisas para tornar-se um adulto sadio e útil para a sociedade, mas o mais importante é o amor explícito de sua família.
Visite meu site www.momentosaude.com.br

Como tratar a enxaqueca

04/02/13

Existem diversos tipos de dor de cabeça e quase todo mundo já experimentou um deles. Pode ser aquela dorzinha depois de uma noite mal dormida, ou aquele peso depois de um exagero na bebida, ou ainda aquela dor nos olhos depois de ler muito ou de dirigir à noite. Também o jejum prolongado, a miopia, os ruídos muito altos, a postura errada, o estresse e certos medicamentos podem associar-se à dor de cabeça.
No entanto, existe um tipo especialmente desagradável de dor de cabeça chamado de enxaqueca. Trata-se de uma dor forte que atinge só a metade da cabeça – é a chamada dor hemicraniana, isto é, na metade do crânio. A dor chega a ser fortíssima e geralmente é acompanhada de vômitos ou náuseas, perturbação visual, tontura, formigamentos e depressão. Algumas pessoas sofrem crises tão fortes que ficam completamente incapacitadas durante horas ou mesmo vários dias. Elas precisam ficar num quarto escuro e silencioso, além de ingerir comprimidos e tomar injeções para aliviar seu enorme sofrimento físico e emocional.
A enxaqueca é uma doença comum e que acomete mais de 5% das pessoas do planeta, crianças ou adultos, homens ou mulheres. Um número crescente de crianças tem sido diagnosticada com enxaqueca nos últimos anos.
A enxaqueca pode ser causada por um distúrbio neurológico ou da circulação. Pode também ser provocada por excesso alimentar, tensão emocional, medicamentos e abuso do álcool. Às vezes, infelizmente, a enxaqueca surge do nada, sem qualquer motivo, sem aviso prévio.
Não existe apenas uma forma de enxaqueca, mas diversas. Por isso é importante que um especialista trate de quem tem enxaqueca. Esse especialista é o neurologista.
Depois de alguns exames, o neurologista pode esclarecer o diagnóstico e iniciar o tratamento, que inclui remédios, dieta e mudança de hábitos.
A enxaqueca pode ser prevenida, curada ou, pelo menos, ficar bastante reduzida com um tratamento correto.
Quem tem enxaqueca, além de sofrer, perde muitos dias de trabalho durante o ano e, às vezes, até seu emprego. É muito ruim.
Se você padece desse mal ou conhece alguém que sofre de enxaqueca, guarde este conselho: vá ao neurologista.

Visite meu site www.momentosaude.com.br

Enxaqueca não é castigo

04/02/13

Certas doenças atingem todas as pessoas pelo menos uma vez na vida. Gripe, resfriado, dor de garganta, diarréia e dor de cabeça são algumas dessas doenças das quais praticamente ninguém escapa. Outras doenças, menos democráticas, acometem somente certos grupos de pessoas. Exemplos: gonorréia, AIDS tuberculose e câncer.
Uma doença que faz sofrer pelo menos 5% da espécie humana é a enxaqueca. Certamente você já ouviu este nome antes e deve guardar uma impressão ruim associada a ele. Enxaqueca lembra dor, sofrimento, mau humor e falta ao trabalho.
Enxaqueca é uma doença muito desagradável que provoca um conjunto de sintomas que vêm, às vezes, todos juntos; outras vezes só alguns aparecem. São eles: Dor de cabeça forte latejante, em pontada ou em peso em metade da cabeça, do lado esquerdo ou do lado direito. Esta dor de cabeça muito forte é em geral acompanhada de ânsia de vômito, dificuldade para enxergar com o olho do mesmo lado da dor de cabeça, tontura, irritabilidade, falta de apetite e até mesmo dificuldade para falar ou para andar. O quadro pode durar horas ou até dias e causa sérios problemas para quem precisa estudar e trabalhar. Muitos já foram despedidos injustamente por faltarem ao trabalho periodicamente durante suas crises de enxaqueca.
A enxaqueca pode vir uma única vez na vida em algumas pessoas ou pode vir freqüentemente em outras.
A enxaqueca pode surgir depois de excessos alimentares, ingestão exagerada de álcool, por mudança rápida do clima, por tensão emocional, pela presença de um cheiro forte de cigarro, perfume ou fumaça. Às vezes a crise de enxaqueca vem do nada, sem qualquer motivo aparente.
Não existe somente um tipo de enxaqueca e não é muito fácil de se chegar ao diagnóstico correto. O profissional mais bem treinado para cuidar de pacientes com enxaqueca é o médico neurologista. Muitas formas de enxaqueca têm cura hoje em dia. Outras não saram, mas têm um controle muito bom com os medicamentos modernos.
Enxaqueca não é castigo, nem praga nem encosto. É uma doença neurológica que tem tratamento e pode sarar. Se você padece deste mal, procure um neurologista.

Visite meu site www.momentosaude.com.br