janeiro, 2013

Herpes, que doença é essa?

28/01/13

Certos nomes de doenças causam calafrios a todos nós. Câncer, leucemia, tetraplegia e paralisia cerebral são algumas das piores. Outras também causam calafrios, não tanto pelo que de terrível encerram, mas pelo mistério e desconhecimento que sugerem. Herpes é um destes nomes como que encantados.
Herpes é um nome que lembra aos médicos imediatamente três doenças causadas por vírus: o herpes zoster, o herpes labial e o herpes genital.
O herpes zoster, vulgarmente conhecido como “cobreiro”, é uma doença causada pelo vírus da catapora e geralmente não se transmite de uma pessoa para a outra. O vírus, que pode ficar no sangue de uma pessoa que já teve catapora, pode causar, numa ocasião de queda da resistência orgânica, o aparecimento de bolinhas muito dolorosas em qualquer lugar do corpo. A doença sara sozinha depois de um longo período de desconforto que pode durar semanas.
Já o herpes labial e o herpes genital são doenças muito parecidas e causadas por vírus quase iguais. Ambas se caracterizam por recorrências, isto é, periodicamente aparecem novamente. O herpes labial, como o nome diz, surge nos lábios. O herpes genital surge nos órgãos genitais de homens e mulheres, mas também em outras regiões.
As duas doenças se iniciam com bolinhas que logo viram pequenas feridas e depois de mais ou menos dez dias desaparecem sem deixar marcas. O ruim dessas doenças é que elas aparecem de vez em quando de novo e de novo e de novo. Em algumas pessoas menos vulneráveis, elas podem aparecer uma vez só e depois nunca mais.
O herpes genital é uma das doenças sexualmente transmissíveis mais frequentes hoje em dia em todo o mundo. Existem algumas centenas de milhões de pessoas aguardando a cura do herpes genital, que ainda não existe.
O herpes labial e o herpes zoster podem aparecer em qualquer pessoa. Não há como evitá-los. Mas o herpes genital acomete somente aqueles que se descuidam, tendo relacionamentos sexuais com mais de uma pessoa ou sem a proteção da camisinha. O herpes genital é uma doença sexualmente transmissível e pode ser evitado. Depende de cada um de nós.

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Herpes genital

21/01/13

Uma das doenças que mais cresceram nas últimas décadas é o herpes genital. Mais de 200 milhões de pessoas no mundo sofrem de herpes genital.
Esta é uma das doenças sexualmente transmissíveis mais estudadas atualmente. É causada por um vírus chamado VHS tipo 2 – ou vírus Herpes simplex tipo 2 – e só se transmite de pessoa para pessoa. Não existe outra forma de transmissão, como por objetos, roupas, banheiro sujo, etc. O vírus passa de uma pessoa à outra durante uma relação sexual ou então da mãe grávida para seu bebê através da placenta.
O herpes genital demora geralmente de dois a seis meses para se manifestar após o contágio. Surgem pequenas bolinhas dolorosas na região genital, tanto do homem como da mulher, que no dia seguinte viram feridas e que desaparecem depois de mais ou menos dez dias, sem deixar cicatrizes.
O herpes genital tipicamente volta outras vezes, sempre da mesma maneira. O herpes genital pode ser transmitido durante a relação sexual, quando as feridas estão presentes, ou mesmo quando aparentemente não há doença alguma, isto é, quem tem herpes genital pode nem saber que tem. É exatamente por esta característica que existe tanta gente com herpes no mundo moderno. A maioria das pessoas não se sente doente, não sabe que tem o vírus e fica passando aos outros em relações sem preservativo.
Não existe cura para o herpes genital. Muito dinheiro em pesquisa tem sido gasto para se chegar a um remédio que cure ou uma vacina que proteja de verdade. Só que até agora somente descobriram dois ou três medicamentos que aliviam, mas não curam o herpes genital. Como todas as demais doenças sexualmente transmissíveis, a melhor maneira de se prevenir do herpes genital é ter uma vida sexual monogâmica, isto é, com um parceiro só, e usar preservativo.
O herpes genital pode causar a morte de um bebê em formação ou defeitos graves em seu cérebro e outros órgãos. Pode também facilitar o desenvolvimento de câncer de colo do útero nas mulheres.
Aceite um conselho: fuja do herpes genital como o diabo foge da cruz.

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Herpes labial

14/01/13

Quem já foi à praia deve ter tido a oportunidade de ver algumas pessoas com feridas nos lábios, usando pomadas e cremes que chamam ainda mais a atenção de quem passa. Alguns dão o nome de “boqueira” a tais feridas e outros as chamam pelo nome correto – herpes labial. Esta doença é muito comum tanto em crianças como em adultos e aparece mais quando as pessoas se expõem ao sol. Surgem pequenas bolinhas – as vesículas – nos lábios, que logo viram feridas e que demoram mais ou menos dez dias para sarar. Geralmente não deixam cicatrizes e voltam a aparecer outras vezes do mesmo jeito. Nem sempre é o sol que provoca o aparecimento do herpes labial. Pode ser um excesso alimentar, um excesso de tensão ou de trabalho, ou a diminuição da resistência do organismo depois de uma gripe forte.
O herpes labial é causado por um vírus chamado VHS tipo 1 e se transmite de pessoa para pessoa como os vírus causadores de outras doenças como sarampo, gripe, rubéola e caxumba. Basta falar perto ou tossir ou espirrar e…pronto, o contágio já aconteceu.
A primeira vez que o vírus entra no corpo humano, e isto ocorre quase sempre na infância, a doença pode ser mais forte, acompanhada de muitas feridas nos lábios, na boca e até na garganta, com febre alta e mal-estar grande. Nas outras aparições do herpes surgem só as lesões nos lábios.
Ainda não existe cura para o herpes labial, nem vacina eficaz. Quem tem herpes labial sara sozinho ou fica com a doença por muitos anos, às vezes por toda a vida.
Quem sofre de herpes deve evitar a exposição ao sol em demasia, usando chapéu e protetor solar. Deve ainda evitar os excessos de qualquer coisa, inclusive de trabalho.
Existem certos remédios que podem ajudar muito, embora não curem a doença. Os dermatologistas, ou especialistas em doenças de pele, são as pessoas indicadas para diagnosticar e tratar as pessoas que sofrem de herpes labial. Se você tem herpes, procure um dermatologista. Enquanto isso, tire os exageros de sua vida, principalmente de sol.

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Olhos – que preciosidade!

07/01/13

“Pois onde está no mundo um escritor que nos ensine uma beleza igual a uns olhos de mulher?”
Esta frase foi escrita por Shakespeare no século XVI. Preste atenção nestes outros versos de Shakespeare.
“Nos olhos das mulheres é que aprendi minha doutrina, neles é que está viva a verdadeira chama de Prometeu, são eles os livros, as artes, as academias que mostram, contêm e nutrem o mundo inteiro.” Shakespeare escreveu sobre a beleza dos olhos das mulheres.
Sem discordar de uma só vírgula de Shakespeare, eu gostaria de falar da beleza dos olhos de qualquer um, homem ou mulher, criança, adulto ou velho.
Os olhos nos permitem ver o mundo, apreciar a beleza do ser humano e da natureza. Por isso é importante que cuidemos bem dos nossos olhos, porque eles são só dois e podemos perdê-los por doenças ou acidentes.
Os ventos da primavera e do outono, o sol e a água do mar ou da piscina no verão, a poluição do inverno, a leitura e a TV no dia a dia podem danificar os olhos.
Ouça alguns conselhos práticos para o bem-estar de seus olhos:
1- Não use óculos sem receita médica. Muita gente empresta os óculos dos outros ou os compra em qualquer lugar, sem a prévia consulta médica e sem a garantia de uma boa óptica. Isto é um erro perigoso.
2- Nunca use colírios por prescrição de curiosos, somente com receita do oculista.
3- Se seus olhos estiverem irritados por causa do vento, do cloro da água ou do excesso de trabalho, lave-os com água filtrada ou com água boricada.
4- Nunca olhe diretamente para o sol, mesmo de óculos escuros. Os raios ultravioletas podem queimar sua retina de modo irreversível.
5- Vá ao oftalmologista pelo menos uma vez a cada dois anos, mesmo sem ter queixas. Certas doenças podem ser descobertas no início, antes mesmo de provocar sintomas.
Fique com os maravilhosos versos de Paulo Mendes Campos, de 1922: “Certos olhos são vitrais onde dá a luz de Deus. Deus me deu os meus e os teus para a dor de dar-te adeus”.

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Vegetais e hemorroidas

07/01/13

Você sabia que uma alimentação equilibrada, variada, pobre em gorduras e açúcares e rica em proteínas e fibras vegetais pode prevenir várias doenças e até prolongar a vida? Pois é verdade, do mesmo modo que uma alimentação desequilibrada, baseada em sanduíches, salgadinhos e refrigerantes pode provocar diversas doenças, algumas graves. Eu darei a você dois exemplos de doenças que a má alimentação pode trazer. O primeiro exemplo: câncer do intestino grosso. Uma das formas mais graves e mais comuns de câncer hoje em dia, tanto em homens como mulheres, é o câncer do cólon ou do intestino grosso. Não se sabe exatamente o porquê do aumento da incidência desse câncer, mas um dos motivos já detectado é a alimentação pobre em celulose, isto é, pobre em vegetais, como frutas, verduras e legumes. Outra causa possível é a alimentação à base de enlatados, que contêm aditivos, corantes e conservantes químicos.
Segundo exemplo: hemorroidas. As hemorróidas, ao contrário do câncer do intestino grosso, não matam, mas judiam um bocado. As hemorroidas são varizes do ânus e dependem em grande parte da alimentação errada para se desenvolver. Dependem também da postura: quem vive muito sentado tem mais hemorroidas. Uma certa tendência para o aparecimento de hemorróidas existe em certas famílias. Se uma pessoa tem tendência familiar para ter hemorroidas, trabalha sentada e come mal, provavelmente terá de fato hemorroidas ainda jovem. Se tem a tendência, mas tenta compensar com uma alimentação rica em vegetais, controle do peso e exercícios físicos, talvez fique livre ou então desenvolva uma forma mais leve da doença.
A melhor forma de se alimentar de modo a se evitar essas e outras doenças é comer de tudo um pouco, mas sem gordura de origem animal, com poucos condimentos e bastante vegetal — frutas, verduras e legumes.
Só gosta dessa alimentação quem aprendeu desde pequeno, por isso procure ensinar seus filhos e netos a comer assim. Não os leve ao Mac Donald’s nem ao Pizza Hut com frequência. Leve-os à feira e ao supermercado para comprar vegetais desde pequenos. Fazendo isto você estará contribuindo para a boa saúde deles no futuro.

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Como prevenir as hemorroidas

02/01/13

De vez em quando a gente lê no jornal ou escuta na TV que uma pessoa importante do governo ou mesmo um artista famoso foi internado para ser operado de hemorroidas. Bem que eles tentam esconder essa informação dos jornalistas, mas geralmente não conseguem e ficam constrangidos quando são abordados pelos jornalistas e fotógrafos à saída do hospital para responder às nem sempre brilhantes perguntas que lhes são dirigidas: “Sr. Ministro, o que o Sr. tem a dizer a respeito de suas hemorroidas?” Ou ainda: “Sr. Presidente, como o Sr. está se sentindo neste momento sem as suas hemorroidas?”
Na verdade, hemorroidas, que são veias dilatadas na região do ânus, são um mal frequentíssimo que acomete cerca de 20 a 30% da população adulta. Às vezes as hemorroidas aparecem também em crianças, principalmente as que têm intestino ressecado.
As hemorroidas provocam sangramento discreto no momento da evacuação enquanto são pequenas. Aquele sangue vivo que aparece só no papel higiênico ou em volta das fezes. Quando crescem, as hemorroidas podem sangrar mais e provocar dores. Nos casos mais sérios as hemorroidas saem para fora – são as hemorroidas externas – causando maior desconforto.
As hemorroidas dependem muito da dieta, dos hábitos e da herança. As dietas pobres em verduras, frutas e legumes podem contribuir para o aparecimento de hemorróidas. Também o costume de ficar muitas horas do dia sentado ou agachado. A tendência familiar para ter hemorroidas existe e é conhecida há tempos pelos médicos.
Ao primeiro sinal de hemorroidas, e esse sinal quase sempre é o sangramento no papel higiênico, sem dor, você deve procurar um médico especialista, o proctologista, porque no início é possível tratar sem cirurgia. No entanto, as hemorroidas muito desenvolvidas, só com cirurgia.
Para prevenir o surgimento de hemorroidas, siga estes dois conselhos práticos: não passe o dia sentado e coma mais vegetais – frutas, verduras e legumes. Se um dia você ficar famoso, precisar ser operado e tiver que responder às perguntas dos jornalistas à saída do hospital, diga com firmeza: “Minhas hemorroidas eram de estimação, mas acho que suportarei viver sem elas daqui por diante.”
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