agosto, 2012

Adolescência e amor

23/08/12

No processo normal de desenvolvimento humano, primeiro vem a inf√Ęncia, depois a adolesc√™ncia e, em seguida a vida adulta. A vida adulta pode ser subdividida em tr√™s fases: jovem, madura e senil, mas isto n√£o tem import√Ęncia agora. Vamos concentrar-nos somente no adolescente, que est√° entre a crian√ßa e o adulto.
A adolesc√™ncia √© um per√≠odo entre os dez e os vinte anos em que as pessoas passam por mudan√ßas biol√≥gicas, psicol√≥gicas e sociais. No come√ßo s√£o crian√ßas e no final s√£o adultos. √Č claro que isto n√£o vale para todo mundo, mas para a maioria. Voc√™ e eu conhecemos adolescentes de trinta e at√© de quarenta anos, que ainda n√£o amadureceram emocionalmente. Mas, no processo normal, pr√≥ximo dos vinte anos temos um adulto sob todos os pontos de vista. Talvez, emocionalmente falando, a maturidade plena chegue aos vinte e cinco ou trinta anos, como acreditam os psicanalistas, no que provavelmente tenham raz√£o.
As mudan√ßas biol√≥gicas s√£o as mais evidentes. O crescimento em estatura, a puberdade, a explos√£o dos horm√īnios sexuais, isto √© o mais aparente e termina ao redor dos quinze ou dezesseis anos.
As mudanças psicológicas são mais discretas, porém mesmo assim evidentes: a independência emocional dos pais, a vida entre amigos, o interesse no sexo oposto, o desejo de trabalhar e de ganhar seu próprio dinheiro.
As mudanças sociais dependem mais da cultura e da economia. Nas cidades grandes do Brasil de hoje, para as classes média e alta, a adolescência termina na formatura na faculdade; para a classe baixa, na independência financeira, que em geral vem com o primeiro emprego.
O ponto em que mais podemos interferir positivamente é nos aspectos psicológicos, amparando nossos adolescentes assustados e inseguros, dando-lhes o carinho e a atenção de que tanto necessitam. Apesar de enormes e fortes como alguns efetivamente o são, eles se mostram emocionalmente frágeis, delicados e muito vulneráveis. Por isto sua maior necessidade é de amor, principalmente dos familiares.
 Posso recomendar enfaticamente, baseado em uma experiência vivida como filho adolescente que fui e como pai: Ame um adolescente hoje e receba amanhã um adulto amoroso e responsável.
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A import√Ęncia da adolesc√™ncia

23/08/12

Os antigos n√£o conheciam a palavra adolesc√™ncia. Sim, porque a adolesc√™ncia era um fen√īmeno absolutamente sem sentido para eles. As crian√ßas se tornavam adultos na puberdade, isto √©, as meninas se tornavam mulheres assim que tinham a primeira menstrua√ß√£o e os meninos se tornavam homens depois da primeira ejacula√ß√£o. Depois disto podiam se casar e, principalmente, trabalhar como adultos, como eram considerados. Se cometessem crimes, eram penalizados como adultos.
De uns 100 anos para c√° √© que se come√ßou a pensar na adolesc√™ncia e o termo foi popularizado. Hoje em dia, como voc√™ sabe, existe at√© uma declara√ß√£o oficial que garante os direitos das crian√ßas e dos adolescentes ‚ÄĒ o Estatuto da Crian√ßa e do Adolescente.
O mundo mudou muito neste s√©culo. No passado seria absolutamente normal um pai permitir o casamento de sua filha de 13 ou 14 anos. Hoje isto √© anormal na maior parte das regi√Ķes civilizadas e urbanizadas do planeta. Ou voc√™ deixaria seus filhos se casarem nessa idade? Garanto que n√£o.
Sabemos hoje, gra√ßas aos trabalhos de in√ļmeros pesquisadores, que a adolesc√™ncia √© um longo per√≠odo de transforma√ß√Ķes que se inicia mais ou menos aos 10 anos e que termina mais ou menos aos 20 anos. Durante este processo de mudan√ßas a crian√ßa se transforma no adulto.
A Organiza√ß√£o Mundial da Sa√ļde define a adolesc√™ncia como o per√≠odo de transforma√ß√Ķes biol√≥gicas, psicol√≥gicas e sociais por que passam as pessoas entre os 10 e os 20 anos. Uma fase delicada, complexa e important√≠ssima, em que as decis√Ķes mais importantes da vida s√£o tomadas. √Č na adolesc√™ncia que a maioria de n√≥s escolhe a profiss√£o, a f√©, o c√īnjuge, o estilo de vida, os amigos, os esportes, os lazeres e as prefer√™ncias pol√≠ticas. √Č tamb√©m na adolesc√™ncia que os v√≠cios e os comportamentos doentios se instalam. A adolesc√™ncia tamb√©m √© o per√≠odo em a intelig√™ncia e o car√°ter se definem. Trata-se, na verdade, de um per√≠odo fundamental da vida humana, antes desconhecido ou menosprezado.
Por tudo isto, se há uma fase da vida de nossas crianças em que eles mais precisam de amor, paciência, orientação e compreensão é a adolescência.

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Quando começa o envelhecimento?

23/08/12

Voc√™ e eu aprendemos na escola que o ser humano nasce, cresce, envelhece e morre. Mas as coisas n√£o s√£o t√£o simples de definir, especialmente quanto ao tempo em que ocorrem. O momento do nascimento e da morte s√£o claros e n√£o existe qualquer d√ļvida a este respeito. Mas o crescimento, quando termina? E o envelhecimento, quando come√ßa?
Na verdade n√£o √© muito dif√≠cil definir o fim do per√≠odo de crescimento f√≠sico. √Č entre 15 e 20 anos de idade para a maioria, variando entre homens e mulheres e de pessoa para pessoa. As mulheres param de crescer antes dos homens. O dif√≠cil √© definir o in√≠cio do processo de envelhecimento. O que voc√™ acha? O envelhecimento come√ßa aos 40? Ou ser√° aos 50? Quem sabe 30?
Infelizmente n√£o existe uma resposta precisa e √ļnica, mas as evid√™ncias da medicina apontam na seguinte dire√ß√£o: N√£o existe um momento certo para que o processo de envelhecimento se inicie. Na verdade, a vida biol√≥gica √© um cont√≠nuo entre a concep√ß√£o e a morte. N√≥s √© que a dividimos artificialmente em etapas, que na verdade n√£o existem.
Sabemos hoje que o organismo humano come√ßa a sofrer processos degenerativos, que aqui podemos chamar didaticamente de envelhecimento, j√° a partir da inf√Ęncia e da adolesc√™ncia. O envelhecimento n√£o se instala de repente no adulto, mas come√ßa a instalar-se na crian√ßa. As art√©rias come√ßam a se enrijecer e a se tornar obstru√≠das antes dos 20 anos, o que em medicina se chama arteriosclerose. E isto, ao evoluir, compromete a circula√ß√£o de todo o organismo e leva √† degenera√ß√£o progressiva de todos os √≥rg√£os.
N√£o seria um exagero de modo algum dizer, √† luz do conhecimento cient√≠fico acumulado, que o envelhecimento come√ßa logo depois do nascimento, superpondo-se ao crescimento. √Č como se todos n√≥s, os seres vivos, incluindo animais e vegetais, f√īssemos programados para morrer. Como se nossos genes tivessem neles codificada a maldi√ß√£o que recaiu sobre Ad√£o: ‚ÄúTu √©s p√≥ e ao p√≥ tornar√°s.‚ÄĚ
 Tenho o doloroso dever de informar que o envelhecimento, a degeneração, a decrepitude, a senilidade e a morte começam quando nascemos.

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Problemas do envelhecimento

20/08/12

As mulheres, ao envelhecerem, passam pela menopausa e pelo climat√©rio. Menopausa √© o nome que se d√° ao fen√īmeno da parada das menstrua√ß√Ķes. J√° o climat√©rio √© o per√≠odo de vida da mulher em que ocorrem importantes transforma√ß√Ķes f√≠sicas e psicol√≥gicas, como a pr√≥pria menopausa. O climat√©rio come√ßa ao redor dos 45 anos e vai at√© depois dos 50. Neste per√≠odo, as mulheres passam por mudan√ßas f√≠sicas e emocionais muito importantes.
Os homens n√£o t√™m menopausa nem climat√©rio e n√£o apresentam transforma√ß√Ķes abruptas ao envelhecer como as mulheres, mas gradativas. N√£o existe a t√£o propalada andropausa! Mas os homens envelhecem do mesmo jeito, s√≥ que de modo diferente. A maioria das mudan√ßas que o corpo apresenta s√£o comuns a homens e mulheres: os cabelos ficam brancos, os olhos tendem a formar catarata, os ossos se desgastam, a pele enruga, a altura diminui, etc. Mas outras mudan√ßas acontecem s√≥ nos homens, por exemplo, na pr√≥stata. Afinal as mulheres n√£o t√™m pr√≥stata. Todos os homens depois de mais ou menos 45 anos come√ßam a ter um crescimento da pr√≥stata que, com o tempo, pode dificultar a mic√ß√£o. √Č por causa disto que os homens muito idosos v√£o toda hora ao banheiro para fazer xixi.
Os homens, ao envelhecerem, também notam mudanças na sua sexualidade. A potência sexual diminui, o volume de esperma e a força da ejaculação também. Mas, ao contrário das mulheres, os homens não perdem a capacidade de se reproduzir. Mesmo em idade muito avançada, a maioria dos homens pode gerar filhos.
Depois dos 50 anos v√°rias formas de c√Ęncer se tornam mais frequentes nos homens. A mais comum delas √© o c√Ęncer da pr√≥stata, que acomete um em cada doze homens.
Por tudo isto que foi dito, √© muito importante que todo homem v√° ao m√©dico depois da chamada meia-idade, depois dos 40 a 45 anos. Muitas dessas transforma√ß√Ķes podem ser atenuadas ou retardadas com tratamento adequado.
 Se você é homem e já passou dos 40 ou 45 anos, mesmo que se sinta um adolescente, procure um médico para ajudá-lo a entrar em forma na perigosíssima idade do lobo.

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Menopausa e climatério

20/08/12

Todos envelhecemos. √Č inevit√°vel. No entanto, entre homens e mulheres existem algumas diferen√ßas importantes. Nem poderia ser de outra maneira; afinal, homens e mulheres t√™m diferen√ßas muito grandes, tanto f√≠sicas como emocionais. Voc√™ sabe disso. ‚ÄúEst√° na cara‚ÄĚ!
As mulheres t√™m dois ov√°rios que come√ßam a produzir horm√īnios mais ou menos aos dez anos de idade. Por causa desses horm√īnios, as mulheres experimentam grandes transforma√ß√Ķes. Da√≠ por diante os ov√°rios produzem horm√īnios sem parar um s√≥ dia at√© perto dos cinquenta anos de idade. Ent√£o, por mecanismos que a medicina ainda n√£o entendeu perfeitamente, os ov√°rios param de funcionar e se tornam √≥rg√£os in√ļteis para o organismo da mulher. √Č por causa dessa parada de funcionamento que as mulheres de mais de cinquenta anos n√£o menstruam mais nem engravidam. Naturalmente, isso ocorre aos cinq√ľenta anos para umas mulheres, aos quarenta e cinco para outras e aos cinquenta e poucos para algumas. Isso varia conforme a constitui√ß√£o de cada mulher, a hist√≥ria familiar e as condi√ß√Ķes de vida de cada pessoa.
Quando os ov√°rios deixam de produzir os horm√īnios, a mulher sofre in√ļmeras transforma√ß√Ķes e tende a envelhecer mais depressa da√≠ para frente. √Č por isso que, atualmente, os ginecologistas e os geriatras receitam horm√īnios femininos para as mulheres quando os ov√°rios come√ßam a dar sinais de cansa√ßo. Ao fazer isso, os m√©dicos de alguma forma prolongam os efeitos positivos dos horm√īnios femininos, retardando o processo de envelhecimento da mulher. No entanto, nem todas as mulheres podem usar horm√īnios. Existem certas doen√ßas que impedem o uso dessas subst√Ęncias. De uma forma ou de outra, n√£o √© somente de horm√īnios que as mulheres necessitam. H√° outros rem√©dios e cuidados que os m√©dicos prescrevem. Por isso √© muito importante que todas as mulheres tenham um acompanhamento m√©dico cuidadoso nesse importante per√≠odo da vida, perto dos cinquenta anos, ao que se d√° o esquisit√≠ssimo nome de climat√©rio.
Se voc√™ √© mulher e tem perto de cinq√ľenta anos, procure um ginecologista e converse com ele a respeito de seus horm√īnios. O que est√° em jogo √© bem mais do que a apar√™ncia ‚Äď √© a sa√ļde!

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Envelhecer com sa√ļde

13/08/12

‚ÄúSetenta anos √© o tempo da nossa vida, oitenta anos, se ela for vigorosa. E a maior parte deles √© fadiga in√ļtil, pois passam depressa, e n√≥s voamos.‚ÄĚ Voc√™ sabe quem escreveu isto? Foi Mois√©s, o grande profeta judeu, h√° 3500 anos. Diz a B√≠blia que ele morreu com 120 anos de idade. Mois√©s tamb√©m escreveu o seguinte a respeito da velhice: ‚ÄúDiante dos cabelos brancos te levantar√°s, e honrar√°s a presen√ßa do idoso.‚ÄĚ
Envelhecer tem seu lado ruim, que s√£o as limita√ß√Ķes impostas pela idade em raz√£o das deteriora√ß√Ķes naturais do corpo. N√£o se pode correr como os mo√ßos, nem ter o desempenho sexual da juventude, nem ouvir t√£o bem com antes, nem enxergar como uma √°guia. Os reflexos s√£o lentos.
¬†Mas envelhecer tem o seu lado bom, sem d√ļvida. Os filhos, os netos, os bisnetos, os amigos colecionados ao longo de muitos anos, a experi√™ncia, o conhecimento, a sabedoria…
Na verdade, todos n√≥s gostar√≠amos de viver muito, mas sem envelhecer. Parece que todos temos em comum a voca√ß√£o para a imortalidade. √Č por isto que lutamos para permanecer vivos e bem. Fazemos exerc√≠cios para perder a barriga, pintamos os cabelos, fazemos cirurgias pl√°sticas, usamos maquiagem, roupas jovens, corrigimos nossas coron√°rias com pontes de safena, tomamos vitaminas e usamos √≥culos para enxergar de perto. Fazemos tudo isto para combater, de alguma forma, as conseq√ľ√™ncias da idade que chega. E ela sempre chega!
Se pudéssemos escolher, viveríamos para sempre e sempre jovens. Esta é a nossa verdadeira vocação!
No entanto, na nossa presente realidade, temos que encarar o processo de envelhecimento, n√£o s√≥ procurando os recursos da ci√™ncia para amenizar os problemas do envelhecimento, mas tamb√©m estudando os processos pelos quais nossos corpos e mentes envelhecem para melhor vivermos. Cada √≥rg√£o em nossos corpos tem uma forma peculiar de envelhecer. Importa conhec√™-los. Por isso √© muito importante que voc√™ v√° ao m√©dico a partir de uma certa idade, digamos 40 anos, para come√ßar o tratamento dessas transforma√ß√Ķes.
¬†Envelhecer n√£o √© bom, mas pior do que isso √© envelhecer sem conhecimento, sem autocr√≠tica e sem ajuda m√©dica. Envelhe√ßa com sa√ļde!

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Todos envelhecemos

13/08/12

N√£o existe nada mais democr√°tico do que o envelhecimento e a morte. At√© os ricos e poderosos ficam velhos e morrem. Todos n√≥s, sem distin√ß√£o de cor, ideologia, f√©, situa√ß√£o econ√īmica e social, estamos envelhecendo.
Já que o envelhecimento e a morte nos esperam, o que fazer? Desesperar? Na verdade, tudo o que fizermos na melhor das hipóteses retardará um pouco o inexorável processo de morte que se chama envelhecimento, e que é uma das marcas registradas da vida como a conhecemos. Tudo o que vive na natureza envelhece e morre, mesmo os animais e as plantas que podem viver centenas ou milhares de anos.
Podemos, sim, fazer alguma coisa. Em primeiro lugar, e isto √© o mais dif√≠cil, podemos aceitar o fato de que envelhecemos a cada dia. Olhe-se no espelho, veja as suas fotografias antigas, observe as pessoas ao seu redor. Conclua, ent√£o, que a juventude e o envelhecimento fazem parte da vida de todas as pessoas e que isto em si mesmo n√£o constitui motivo de vergonha nem significa doen√ßa ou anormalidade. Em segundo lugar, podemos nos preparar para o envelhecimento, conhecendo as mudan√ßas que nossos corpos sofrem e adaptando-nos a elas. S√≥ para citar um exemplo dos mais corriqueiros, sabendo de antem√£o que os nossos olhos mudam depois dos 40 anos, devemos procurar um oculista para nos acompanhar e, no momento certo, receitar √≥culos para enxergar melhor de perto. E, em √ļltimo lugar, √© claro, podemos e devemos buscar os recursos da medicina que retardam um pouco o envelhecimento e o tornam menos traum√°tico e mais aceit√°vel. Fazem parte da medicina verdadeiramente cient√≠fica a geriatria, que √© uma especialidade m√©dica voltada para os processos do envelhecimento, a cirurgia pl√°stica, a medicina esportiva, as cl√≠nicas de reabilita√ß√£o e condicionamento f√≠sico, as cl√≠nicas de implante de cabelos, as cl√≠nicas de tratamento da impot√™ncia sexual, e assim por diante. Infelizmente, muitas das propagandas neste campo s√£o enganosas e em nome da ci√™ncia se faz muito com√©rcio e muita malandragem. Tome cuidado!
O envelhecimento é absolutamente inevitável. Sendo assim, relaxe e aproveite o que ele pode trazer de bom.

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AIDS, como evit√°-la?

09/08/12

O v√≠rus da AIDS come√ßou a se alastrar pela humanidade h√° pouco mais de 20 anos. Ele j√° existia antes disto, mas estava confinado a poucas regi√Ķes do planeta. Atualmente j√° existem no mundo dezenas de milh√Ķes de pessoas que t√™m o v√≠rus em seus corpos, alguns doentes e outros apenas portadores, isto √©, t√™m o v√≠rus mas ainda n√£o apresentaram a doen√ßa. Os especialistas no assunto estimam que nos pr√≥ximos anos o n√ļmero de pessoas infectadas pelo v√≠rus da AIDS poder√° chegar a 100 milh√Ķes, dos quais somente 10% estar√£o nos pa√≠ses ricos e os restantes 90% estar√£o nos chamados pa√≠ses em desenvolvimento como o nosso, ou dito de forma mais clara e honesta, a maioria dos doentes e dos portadores estar√£o morando nos pa√≠ses pobres do terceiro mundo, como o nosso Brasil.
As perspectivas s√£o sombrias para o futuro pr√≥ximo e h√° muito pouco que se possa fazer para reverter esta situa√ß√£o. A AIDS, que j√° est√° dizimando as popula√ß√Ķes de v√°rios pa√≠ses africanos, provavelmente matar√° em nosso pa√≠s, nos pr√≥ximos anos, v√°rias dezenas de milhares de pessoas, em sua maioria jovens e crian√ßas, de ambos os sexos.
O que podemos fazer, n√≥s simples cidad√£os desamparados, enquanto a vacina n√£o vem, o que √© esperado para muito breve? Podemos educar nossos filhos e netos para n√£o entrarem no mundo das drogas nem no da promiscuidade sexual. Podemos estudar os mecanismos de transmiss√£o da AIDS e passar as informa√ß√Ķes para nossos amigos, parentes, colegas de trabalho e alunos. Podemos e devemos participar das campanhas de esclarecimento promovidas em escolas e patrocinadas pelas entidades n√£o-governamentais. Podemos continuamente exigir dos nossos governantes melhores condi√ß√Ķes de sa√ļde e de educa√ß√£o. E, finalmente, podemos estender nossas m√£os para ajudar aqueles que foram atingidos pela AIDS, dando-lhes apoio material e emocional. AIDS √© uma doen√ßa cr√īnica que requer muito rem√©dio, muita aten√ß√£o humana, apoio m√©dico e psicol√≥gico.
Pe√ßo a voc√™, homem ou mulher, jovem ou velho, rico ou pobre, que reflita um pouco sobre a AIDS que nos amea√ßa a todos, inclusive a voc√™ e a mim, e se pergunte: ‚ÄúComo eu posso ajudar?‚ÄĚ
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Heroína, uma droga muito perigosa

09/08/12

Uma das drogas mais perigosas que existem é a heroína. Perigosa porque causa uma enorme dependência psicológica e física, isto é, vicia mesmo, e porque o uso excessivo dela pode matar. A heroína, até há poucos anos, praticamente não existia no Ocidente, só no Oriente. No entanto, atualmente o uso de heroína é muito difundido em todo o mundo, também aqui no Brasil. Ela era uma droga inacessível por ser muito cara. Hoje ficou barata. Está pouco a pouco se popularizando.
A hero√≠na √© um p√≥ branco derivado de uma esp√©cie de papoula muito cultivada no Oriente hoje em dia. Da papoula derivam-se v√°rias subst√Ęncias al√©m da hero√≠na. A mais conhecida delas √© o √≥pio, que pode ser fumado ou comido. O uso do √≥pio pelo homem existe h√° mais de 5000 anos.
A heroína, como o ópio, causa uma sensação de bem-estar e diminui as dores. Em busca desse efeito o indivíduo usa de novo e de novo e de novo até que se torna dependente da droga. Sem ela ele fica desesperado ao ponto de se prostituir, de roubar e de matar para consegui-la. O viciado, ou dependente químico, em pouco tempo experimenta uma decadência física e moral da qual em geral não se recupera sozinho. Mesmo com muita ajuda pode ser difícil deixar a heroína.
¬†O homem retira, tamb√©m, outras subst√Ęncias da papoula para uso m√©dico, como a morfina, usada para aliviar as dores muito fortes, e a code√≠na, usada para aliviar a tosse. Infelizmente, da mesma planta que se extrai esses rem√©dios maravilhosos tamb√©m se extrai o √≥pio e a hero√≠na.
O que fazer com um dependente de hero√≠na? N√£o se pode prend√™-lo ou tranc√°-lo em casa sem a droga, porque ele pode morrer ‚ÄĒ √© a chamada s√≠ndrome de abstin√™ncia. O correto √© intern√°-lo para tratamento em uma cl√≠nica especializada em dependentes qu√≠micos para que ele sofra um processo de desintoxica√ß√£o. Com apoio psicol√≥gico e rem√©dios, o dependente pode deixar a hero√≠na em poucas semanas e se libertar dela para sempre.
A heroína mata o corpo, o espírito ou os dois. Combata o uso da heroína.

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Droga, responsabilidade de cada um

03/08/12

Você deve estar meio cansado de ouvir falar em drogas como a maconha, a cocaína, o crack e a heroína. Eu não o culpo porque este assunto está em todos os lugares: na vizinhança, nos jornais, na TV e nas revistas.
Voc√™ talvez pense assim: ‚ÄúBons tempos aqueles em que n√£o havia drogas, a juventude era sadia e os traficantes ainda n√£o tinham sido inventados.‚ÄĚ Pois vou contar-lhe uma coisa que vai deix√°-lo surpreso. O uso de drogas existe h√° mais de 5000 anos! Os romanos e os gregos conheciam e usavam diversas drogas, a principal delas era o √≥pio. O √≥pio √© derivado de uma esp√©cie de papoula e dele s√£o produzidas diversas subst√Ęncias, como a morfina, a hero√≠na, e v√°rias outras, muitas delas de uso m√©dico importante. Os povos antigos sabiam que o √≥pio alivia as dores. Na verdade, o √≥pio foi muito usado como anest√©sico at√© o s√©culo XIX, quando foi depois substitu√≠do pelo √©ter e pelo clorof√≥rmio.
O uso e o abuso do √≥pio s√£o muito antigos. Por causa do √≥pio todo um pa√≠s mergulhou na mis√©ria da guerra. Foi a China. H√° cerca de 150 anos houve uma guerra que durou mais de cinco anos entre a Inglaterra e a China por causa do √≥pio, que os livros de hist√≥ria descrevem como a ‚ÄúGuerra do √ďpio‚ÄĚ.
Foi somente no começo do século XX que as autoridades de diversos governos se reuniram para coibir o tráfico internacional do ópio. Atualmente existem leis que permitem a produção do ópio apenas para o uso médico. No entanto, como você lê nos jornais todos os dias, os derivados do ópio estão sendo cada vez mais usados fora do campo da medicina. O uso da heroína, só para citar uma das drogas mais importantes do grupo do ópio, é cada vez mais disseminado no mundo, também no Brasil.
O problema das drogas sempre existiu. N√£o foi inventado por nossa gera√ß√£o. N√≥s apenas aperfei√ßoamos a coisa toda e demos a ela uma import√Ęncia econ√īmica que ela nunca teve no passado. De alguma forma, todos somos respons√°veis por isto.

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