outubro, 2011

Diabetes e diabetólogos

29/10/11

Certas palavras, quando pronunciadas, provocam calafrios nos doentes. Outras provocam calafrios nos doentes e nos médicos. Uma destas palavras é DIABETES.
Diabetes mellitus é o nome complicado de uma doença complicadíssima. Popularmente é conhecida como a doença do açúcar no sangue. É aquela doença que faz com que a urina fique adocicada e atrai formigas ao banheiro.
Todos nós temos um órgão dentro do abdome chamado pâncreas. Este órgão produz continuamente um hormônio chamado insulina. Graças à insulina, todo o açúcar que produzimos e que comemos não fica acumulado no sangue. Ele entra em todas as células do organismo para alimentá-las. Sim, porque a manutenção da vida depende da energia contida nos diferentes açúcares.
Quando o pâncreas começa a diminuir a produção de insulina, por qualquer razão, os açúcares começam a ficar acumulados no sangue e as células passam fome sem eles. A isto se dá o nome de diabetes. Dito de outro modo: Se o pâncreas não produz insulina direito, as taxas de açúcar se elevam no sangue, causando muitos problemas sérios. Cegueira, insuficiência renal, impotência sexual, má circulação e perda de sensibilidade e força nos membros inferiores são algumas das conseqüências do diabetes a longo prazo, especialmente nos casos que não são tratados de modo correto.
Como todo o organismo é afetado, todos os médicos estudam esta doença por ela interessar a todas as especialidades. Só que alguns especialistas se aprofundam nos estudos do diabetes: São os diabetólogos ou diabetologistas. Também os endocrinologistas sabem muito sobre diabetes e estão aptos a tratar de qualquer diabético, criança ou adulto.
Diabetes é uma doença crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. É uma das doenças que mais tem crescido em incidência, o que promete fazer dela uma das doenças mais importantes do século XXI. As causas deste fenômeno não estão completamente esclarecidas, mas contribuem para ele o aumento da longevidade, o aumento do estresse nas grandes cidades, o aumento do consumo de açúcar e de álcool, o aumento do número de obesos e o aumento da poluição ambiental.
O diabetes deverá ser a grande doença do século XXI!
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Eletricidade e epilepsia

29/10/11

O sistema nervoso humano é bastante sofisticado em relação ao dos animais. O cérebro, mais corretamente chamado de encéfalo, é grande, muito desenvolvido. Há milhões e milhões de células nervosas chamadas neurônios, que se intercomunicam de um modo tão complexo que até hoje, mesmo com todo o conhecimento acumulado, não se sabe muito sobre o cérebro humano.
No cérebro existe uma constante atividade elétrica. Isso mesmo! No cérebro há eletricidade! Ela é diferente sob diferentes condições, como o sono, o sonho, a convulsão, o exercício e a dor. Esta é a razão por que se faz um exame chamado eletroencefalograma: Mede-se a quantidade e o padrão da atividade elétrica cerebral. O eletroencefalograma é um dos exames que existem para se investigar o que ocorre lá dentro do crânio. Os neurologistas, que são os grandes estudiosos do cérebro, examinam a sensibilidade, os reflexos e a força muscular do indivíduo para tentar imaginar o que ocorre no cérebro. Depois pedem radiografias, exame do liquor (ou líquido da espinha) e o eletroencefalograma. Desta forma os neurologistas podem chegar a conclusões diagnósticas corretas e tratar convenientemente.
O eletroencefalograma é um exame realizado por um técnico especializado, que põe eletrodos no couro cabeludo, que captam toda a atividade elétrica debaixo do crânio, tanto sob condições normais, como sob estimulação. A atividade observada é registrada e comparada com o padrão normal. Os distúrbios elétricos podem ser definidos e localizados a partir o eletroencefalograma.
Pelo estudo do eletroencefalograma o neurologista pode encontrar doenças elétricas, digamos assim — uma eletricidade anormal no cérebro. Isso pode causar dores de cabeça, convulsões, esquecimentos, comportamentos agressivos, depressão, desmaios, ausências e até mesmo alucinações. Os distúrbios elétricos podem até matar. A muitos dos desarranjos elétricos se dá o nome de epilepsia. Há diversas epilepsias diferentes, mas, de modo geral, aos problemas elétricos se dá o nome genérico de epilepsia, no singular.
Os neurologistas são os médicos treinados para pedir e interpretar os dados do eletroencefalograma. São eles também que tratam da epilepsia, que pode ser controlada ou curada.
Se você desconfia que sofre de epilepsia, procure um neurologista para deixá-lo eletricamente bem ajustado.

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Sangue é…

22/10/11

Além de ser vermelho, o sangue tem outras propriedades importantes: Ele leva oxigênio para todas as células do corpo e recolhe o gás carbônico produzido por elas. O sangue também leva as armas de defesa contra as infecções e os tumores que tentam acabar com a saúde — são os anticorpos e os glóbulos brancos.
O sangue é produzido dentro dos ossos compridos do corpo. Esta você provavelmente não sabia! Exatamente. Dentro dos ossos longos, como o fêmur, a tíbia e as costelas. O sangue é produzido sem parar a vida toda e vai sendo renovado. A cada três meses mais ou menos todo o sangue do corpo é trocado por sangue novo. Quando acontece um sangramento muito grande, ocorre a anemia aguda, que é a falta de sangue. Se a anemia não for muito grave, em menos de um mês os ossos produzem o que falta e tudo fica normal. No entanto, quando a anemia é grave, não dá para esperar nem um dia. Tem que ser feita uma transfusão de sangue, isto é, o sangue de outra pessoa é retirado, preparado e transfundido na veia de quem está com anemia.
Muitos pesquisadores estão lutando para desenvolver um sangue inteiramente artificial, fabricado em laboratório, para acabar com as dificuldades das transfusões de sangue humano. Sim, porque o sangue humano estocado nos bancos de sangue dura só algumas semanas e tem que ser jogado fora se não for logo usado. Além disso, o sangue humano pode transmitir doenças como AIDS, hepatite e outras.
Enquanto a medicina não dá esse passo gigantesco produzindo sangue artificial, temos que depender do sistema atual e incentivar as doações voluntárias. No Brasil há poucos doadores e muitos doentes. É preciso educar o povo para doar sangue regularmente.
Se você entendeu tudo o que leu agora, então está consciente de que pode faltar sangue para alguém enquanto você está lendo este parágrafo. E esse alguém pode morrer. Doe sangue e traga seus amigos para doar também. Procure um banco de sangue.
Enquanto o sangue artificial não vem, doar sangue é um ato de cidadania e de compaixão.

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Doe sangue

14/10/11

Acidentes acontecem. Sangramentos acontecem. Desde um pequeno corte no dedo, com uma faca de cozinha dentro de casa, até um grave acidente de avião. Basta estar vivo que o risco de acidente está presente.
Você já sofreu algum acidente? Talvez um osso quebrado, ou um corte, ou uma queimadura, ou um tiro ou uma facada? Estou certo de que algum acidente você já sofreu. Pelo menos uma vez na vida você precisou de um Band-Aid, não é?
Nos acidentes maiores a perda de sangue costuma ser preocupante. As vítimas de tais acidentes podem morrer se o sangramento não for estancado e se uma parte do sangue perdido não for reposta por meio de transfusões de sangue. Não dá para esperar de jeito nenhum. É por isso que os grandes hospitais têm um estoque de sangue pronto para o uso. Justamente para atender a essas situações de urgência.
Você é capaz de imaginar uma pessoa sangrando até morrer, dentro de um hospital que não tem sangue no seu estoque? Pois saiba que isto acontece todos os dias em algum lugar, tanto no Brasil como em outros países.
As razões para essa tragédia são muito fáceis de entender: faltam doadores de sangue. Muitos são os doentes necessitados e poucos os doadores. Por causa disso, muitas e muitas pessoas morrem.
Difícil de acreditar? Acredite porque é verdade. E não fique só na indignação, mas dê uma colaboração de verdade. Doe sangue de vez em quando. Doe sangue pelo menos uma vez na vida. Não faz mal à saúde de modo algum.
Para tornar a coisa prática: Vá ao hospital mais próximo de sua casa e pergunte como fazer para doar seu sangue. Se não quiser ir, telefone. Lá mesmo ou num outro endereço você vai encontrar um banco de sangue, onde um funcionário vai explicar a você as condições para a doação. Esteja certo de que seu sangue pode salvar uma vida. Talvez duas.
Tenha a consciência de que sobram doentes e faltam doadores. Doe sangue você que tem saúde e salve a vida de seu semelhante. Amanhã poderá faltar sangue para você.

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Por que doar sangue?

09/10/11

Tenho certeza de que você já foi visitar um doente no hospital. Talvez amigo ou parente. Se você já esteve, mesmo que rapidamente, dentro de um hospital, como visitante ou como paciente, sabe que muitos necessitam de transfusões de sangue para poder sarar ou ter seus sofrimentos aliviados. A maioria dos hospitais pede doações aos visitantes, não só para aquele visitado específico, mas para todos os internados.
O sangue e seus subprodutos como os fatores de coagulação, as plaquetas, o plasma e vários outros são usados largamente em medicina. Como a ciência ainda não conseguiu produzir um sangue inteiramente artificial tão bom quanto o sangue humano, o que certamente fará dentro de poucos anos, os doentes dependem da boa vontade de seus amigos e parentes para poder receber as transfusões necessárias. Sem o sangue dos doadores voluntários, muitas vidas se perdem.
Você sabe o que acontece com você quando doa um pouco de sangue?
Em primeiro lugar, você não corre qualquer risco. O pessoal do banco de sangue verifica primeiro se você tem peso e idade adequados e se está em condições para doar; se estiver, retira cerca de um copo dos grandes de seu sangue com todo o cuidado e com material descartável. Como você tem mais de quatro litros de sangue no seu corpo, essa quantidade não faz a menor falta.
Em segundo lugar, os seus ossos, que produzem sangue sem parar, em poucos dias produzem mais sangue e repõem o sangue doado. É por isso que algumas pessoas doam seu sangue regularmente e estão sempre perfeitamente bem de saúde. Nunca desenvolvem anemia pelas doações.
Em terceiro lugar, o banco de sangue faz diversos exames laboratoriais no seu sangue e depois passa a você de graça os resultados. É uma forma de fazer check-up de vez em quando e de graça.
Doar sangue é um ato de amor e de responsabilidade para com o semelhante. Se você tem boa saúde e não tem doenças infecciosas como hepatite, AIDS, sífilis e doença de Chagas, procure um hospital ou um banco de sangue, doando um pouco do seu sangue.
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