junho, 2011

Queda de cabelos

27/06/11

A queda de cabelos mexe com a vaidade de qualquer um, homem ou mulher.
Tirando alguns astros do cinema e do esporte, que raspam a cabeça todos os dias para criar uma marca e uma imagem, ou para esconder a calvície natural, a grande maioria das pessoas gosta mesmo é de ter cabelos. E muitos!
Algumas pessoas lutam muito para manter os seus cabelos e não conseguem. Tentam tudo, até mágicas e feitiçarias, mas os cabelos caem. Por que em certas pessoas os cabelos teimam em cair?
Há diversas razões para explicar a queda dos cabelos, mas vamos resumir tudo em apenas duas, para simplificar:
Primeira razão: tendência de família. Você já observou isso: filhos de carecas em geral são carecas também. Nem todos, é claro. E, felizmente, em geral, só os homens. Para essa tendência familiar, que aparece entre os vinte e os quarenta anos, não há muito o que fazer. Apesar de vários tratamentos da moda, quem tem a tendência de ficar careca, só mesmo com implante de cabelos ou com peruca. O implante de cabelos é um tratamento relativamente caro; além disso, nem sempre fica bom. A peruca já não é tão cara, mas não costuma agradar nem a quem usa nem a quem olha.
Segunda razão: doença. Pode ser uma doença do couro cabeludo, ou outra doença do organismo como, por exemplo, a sífilis, a anemia, um distúrbio emocional, a desnutrição e o câncer. Sendo doença, pode ser tratada e os cabelos em geral voltam a crescer.
Quem está qualificado para tratar a queda de cabelos? Inicialmente é o médico dermatologista ou especialista de pele. Ele é a maior autoridade para procurar as causas da queda de cabelos e para tentar um tratamento. Alguns cirurgiões plásticos especializados em implantes e enxertos de cabelos, também têm muito a oferecer nesta área da estética, mas só depois de o dermatologista fazer as primeiras avaliações.
Lute por seus cabelos até o último fio, se for possível. Se não der, aceite a sua careca de boa vontade. Há muitos como você por aí. Até na TV. Ser careca está na moda.
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A criança que engatinha

18/06/11

Entre os seis meses de idade e um ano a criança já se locomove por conta própria, quer seja rolando, engatinhando ou até começando a andar. Sua curiosidade natural e seu desconhecimento de riscos fazem com que ela desconheça limites.
Ela põe tudo na boca. Necessita de proteção de modo que possa provar e explorar os objetos em um meio seguro.
Não deixe uma criança sozinha na banheira por nenhuma razão. São necessários apenas alguns segundos para que ela se afogue. Os brinquedos devem ser laváveis, inquebráveis, impossíveis de serem engolidos, não devem ter pontas nem arestas.
A cozinha é uma área de alto risco. Líquidos quentes, alimentos quentes, fios elétricos e forno ligado oferecem perigo à criança. Evite também passar roupa perto da criança, pois ela pode puxar o ferro elétrico pelo fio.
Mantenha produtos de limpeza em prateleiras altas, fora do alcance das crianças. Da mesma forma, os remédios e venenos devem ser mantidos fora da visão e do alcance das crianças. Todos os produtos perigosos devem ser guardados nas embalagens originais para não serem confundidos.
Não ponha correntinha ou cordão de chupeta em torno do pescoço da criança, pois eles podem causar estrangulamento.
Nessa idade a criança adquire a capacidade de fazer pinça com os dedos e consegue recolher objetos pequenos do chão, como agulhas, alfinetes e miçangas e levá-los à boca.
Cuidado com as tomadas; existem no mercado protetores à disposição.
Tesouras, facas e outros objetos cortantes devem ficar fora do alcance das crianças. Toalhas de mesa podem ser puxadas e móveis leves, como cadeiras ou mesinhas, podem virar sobre as crianças quando estas buscam apoio para ficar em pé. Um dos maiores riscos que as crianças de famílias pobres correm é quando elas tentam subir num tanque de lavar roupa que não está chumbado na parede, apenas apoiado. O tanque pode virar sobre a criança e esmagá-la contra o chão.
No automóvel continue a protegê-la, mantendo-a sentada no banco traseiro em cadeirinha especial, presa pelo cinto de segurança.
Toda criança precisa ser cercada de anjos da guarda e de familiares cuidadosos. Só anjos não bastam.

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Quem quer emagrecer não come sobremesa

14/06/11

Pesquisa recente do IBGE mostrou que 52% dos homens brasileiros têm sobrepeso, isto é, são gordinhos, gordos ou muito gordos (obesos mórbidos). Eles já são maioria, pela primeira vez, em 2011. Já as mulheres estão bem perto, com 48% de sobrepeso. Em números redondos, de cada 100 brasileiros, homens e mulheres, 50 estão com sobrepeso. Consideradas somente as crianças e adolescentes, cerca de um em cada três deles também estão com sobrepeso.

Esses números caracterizam uma epidemia fabulosa de gente fora de forma e são um pesadelo para os gestores da Saúde Pública. Por quê? Porque junto com o sobrepeso vêm outras muitas doenças, como artrose, diabetes, hipertensão arterial, aterosclerose, acidentes cardiovasculares, disfunção sexual e diversas formas de câncer (mama, cólon, próstata e rim, entre outros).

O sobrepeso pode ser aritmeticamente definido como um índice de massa corpórea (IMC) acima de 25kg/m2. Se a pessoa conhece sua altura e peso, pode fazer a conta com facilidade. Exemplo: um homem tem 1,80m de altura e pesa 125kg. Seu IMC é peso/quadrado da altura, ou seja, 125/1,8×1,8, o que dá 38,58.  Ele está obeso. Para chegar ao IMC de 25, ele precisa perder cerca de 40kg.
A Organização Mundial de Saúde usa um critério simples para definir sobrepeso:

 

 

 Condição       IMC em adultos

�
 abaixo do peso       abaixo de 18,5
 no peso normal       entre 18,5 e 25
 acima do peso       entre 25 e 30
 obeso        acima de 30

 

 

Obesidade é doença. Sobrepeso é doença. E está aumentando muito no mundo ocidental, também no Brasil. A causa principal desse fenômeno é a indisciplina na alimentação, é comer de modo errado. Não é outro o motivo de tanta gente estar com sobrepeso. Outra razão, muito menos importante, é o sedentarismo, que é a lei do menor esforço. O número de automóveis no Brasil, sozinho, já reflete essa lei do menor esforço. Ir de carro até a padaria em vez de ir caminhando, por exemplo.

Os milhões de indivíduos que precisam emagrecer, para poderem viver mais e melhor, devem se concentrar em primeiro lugar em seus hábitos alimentares e, secundariamente, na atividade física regular. A dieta é o caminho mais curto e eficaz para perder peso. Carnes magras, frutas, verduras e legumes são a base da dieta que corrige o sobrepeso. O ritmo de perda de peso deve ser de 0,5 a 1,0kg por semana, isto é, bem devagar. Emagrecer depressa leva à perda de massa muscular e a desnecessário sofrimento físico e psicológico. Emagrecer com saúde é emagrecer devagar e comendo bem.

Os exercícios devem ser feitos regularmente. O exercício mínimo, para quem não tem problemas ortopédicos, é caminhar durante uma hora, três vezes por semana. O ritmo ideal, que pode ser alcançado aos poucos, é de 6km por hora, preferencialmente em terreno irregular, com descidas e subidas. Os exercícios na água são menos eficazes, mas são às vezes os únicos exercícios possíveis para quem tem artrose nos membros inferiores.

O ingrediente essencial para quem quer emagrecer é a força de vontade, que falta para a maioria. Largar os refrigerantes, o álcool, os doces e os lanches. Comer várias vezes por dia em pequena quantidade, conforme a orientação preciosa dos nutricionistas, profissionais indispensáveis para orientar os regimes.

Você quer conhecer um obeso que quer mesmo emagrecer? Que não pratica o auto-engano? Veja se ele(a) come sobremesa. Se comer, não quer emagrecer porque quem quer emagrecer de verdade não come sobremesa. E não come fast-food, não toma cerveja nem refrigerante. Usa adoçante e faz exercícios com regularidade.

Se você quer mesmo emagrecer, comece pela sobremesa!

 

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Proteja seu filho dos acidentes

11/06/11

A criança necessita de proteção o tempo todo, principalmente a criança pequena. Sua curiosidade natural aliada à sua inocência e falta de malícia fazem com que ela experimente tudo com a boca e com as mãos, até tomadas elétricas, venenos, bichos mortos, cacos de vidro, fezes e remédios. Os acidentes tendem a acontecer mais freqüentemente quando ela adquire a habilidade de se virar, engatinhar e pegar objetos.
O número de acidentes com crianças durante seus primeiros meses de vida é muito grande. Todo cuidado deve ser tomado pelos pais ou pelos que tomam conta da criança para diminuir os riscos de acidentes dentro e fora de casa.
Anote as seguintes dicas preventivas.
Previna as queimaduras.
Verifique sempre a temperatura da água do banho antes de mergulhar o bebê nela. Não beba líquidos quentes com uma criança no colo e mantenha-os fora do alcance dela.
Previna as quedas.
O berço e o cercadinho são os únicos locais seguros para o bebê ficar sozinho. Assegure-se de que os espaços entre as grades do berço sejam adequados, isto é, não permitam que a cabeça da criança passe por eles. Nunca deixe uma criança sem assistência sobre a mesa de troca ou em cima da cama; ela pode rolar e cair. Tenha tudo o que você irá precisar previamente à mão para trocá-la. Evite o uso de alfinetes de segurança, bem como o uso de talco, pois a criança poderá aspirá-lo.
Previna os acidentes com brinquedos.
Os brinquedos devem ser grandes o bastante para não serem engolidos. Resistentes para não quebrarem. Não devem ter pontas nem arestas agudas. Os brinquedos arredondados, de madeira lisa ou plástico, são os mais seguros.
Previna acidentes de carro.
No automóvel, nunca transporte a criança no colo ou no banco da frente. Procure adquirir uma cadeirinha que se prenda ao cinto de segurança, ou se o bebê for muito pequeno, um cestinho que também deve ser preso ao cinto, sempre no banco de trás.
Ninguém, ou quase ninguém vai elogiar você por proteger cuidadosamente uma criança. Mas conte com críticas e acusações se acontecer qualquer coisa com ela.

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¨Não consigo parar de fumar¨

04/06/11

“Eu fumo dois maços por dia desde os meus 13 anos de idade e não consigo mais largar o maldito cigarro. Estou viciado, meu corpo pede o cigarro. Acordo à noite para fumar. Não tem mais jeito. Eu sou um caso perdido.”
Você já ouviu algum dia um desabafo como este, não ouviu?
Pois aprenda hoje que isto é uma grande bobagem e uma tremenda mentira porque o cigarro não vicia de verdade. Fumar cigarros não é mais do que um hábito, como tomar café, ver televisão ou dormir sem travesseiro. O hábito pode ser deixado a qualquer momento sem grandes dificuldades, ainda que custe um pouquinho de sofrimento, principalmente psicológico.
Preste atenção porque vou repetir. Fumar cigarros não é vício, é hábito que pode ser deixado de repente, sem qualquer problema. Sem riscos à saúde.
Por que então é difícil para a maioria dos fumantes deixar o cigarro?
A resposta é muito simples: porque eles não querem deixar o cigarro e inventam desculpas como essa do vício.
Não é necessário consultar um médico, ou tomar remédios, ou fazer acupuntura, ou usar chás especiais, ou procurar magos e feiticeiros para deixar o cigarro. Basta querer. E pronto.
Também não é preciso parar aos poucos para “desacostumar” o organismo. Quem quer parar de fumar pára de uma vez só e para sempre. Não é necessário que o fumante passe por um processo de desintoxicação como o alcoólatra ou o viciado em heroína.
Você não acredita? Então fale com os que deixaram de fumar de um dia para o outro e confirme o que estou dizendo. E descubra ao conversar com ex-fumantes que o cigarro fez falta apenas nos primeiros dias. A vontade passou com muita facilidade. Em menos de duas semanas o hábito de fumar saiu de sua vida.
Parar de fumar é o maior investimento que um fumante pode fazer para o futuro de sua saúde. E não custa nada. Nem paga imposto. Só os fabricantes e distribuidores ficarão tristes. Também as companhias funerárias.
Não se deixe vencer pelo cigarro. Seja você um vencedor e deixe de fumar hoje mesmo.
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A mulher e o cigarro

04/06/11

Segundo a Organização Mundial da Saúde e o Ministério da Saúde, cerca de 10 a 15% de mulheres adultas fumam no Brasil, sendo que mais de 90% delas adquiriram o hábito de fumar antes dos vinte anos de idade, isto é, na infância e na adolescência. O número de fumantes tem crescido sem parar entre as mulheres nas últimas décadas e atualmente é estimado em mais de 11 milhões de brasileiras. O tabagismo é o responsável direto por 40% das mortes de mulheres com menos de 65 anos de idade, segundo o Instituto Nacional do Câncer. O tabagismo provoca problemas de saúde muito sérios nas mulheres e em seus filhos, dentre os quais podem ser destacados os seguintes:

1.O risco de infarto do miocárdio, embolia pulmonar e tromboflebite em mulheres jovens que usam pílulas anticoncepcionais e fumam chega a ser 10 vezes maior que o das que não fumam e usam este mesmo método de controle da natalidade.

2. Mulheres fumantes de dois ou mais maços de cigarros por dia têm 20 vezes mais chances de morrer de câncer de pulmão do que mulheres que não fumam.

3. As mulheres têm risco maior de ter câncer de pulmão com exposições menores do que os homens. Adenocarcinomas ocorrem mais em mulheres fumantes do que em homens, e estão associados ao modo diferenciado de fumar (inalação profunda) e/ou produtos da indústria do tabaco voltados para a mulher.

4. Calcula-se que o tabagismo seja responsável por 10% das mortes por doença coronariana nas mulheres com mais de 65 anos.

5. Mulheres fumantes que não usam métodos contraceptivos hormonais reduzem a taxa de fertilidade de 75% para 57%, devido ao efeito causado pelas taxas de concentração de nicotina nos ovários.

6. As fumantes que fazem uso de contraceptivos orais apresentam risco para doenças do sistema circulatório, aumentando em 39% as chances de desenvolver doenças coronarianas e 22% a de acidentes vasculares cerebrais.

7. Fumar durante a gravidez traz sérios riscos. Abortos espontâneos, nascimentos prematuros, bebês de baixo peso, mortes fetais e de recém-nascidos, complicações com a placenta e episódios de hemorragia ocorrem mais frequentemente quando a grávida é fumante. Tais problemas se devem, principalmente, aos efeitos do monóxido de carbono e da nicotina exercidos sobre o feto, após a absorção pelo organismo materno.

8. Um único cigarro fumado pela gestante é capaz de acelerar em poucos minutos os batimentos cardíacos do feto, devido ao efeito da nicotina sobre seu aparelho cardiovascular.
Fonte: Ministério da Saúde

O alvo da indústria do tabaco nos últimos anos é fidelizar adolescentes, particularmente meninas, com um apelo publicitário muito forte, cativando-as por toda a vida. Isso tem funcionado muito bem. Para a indústria do tabaco. E tem funcionado muito mal para a saúde das mulheres, nas quais a incidência de câncer de pulmão, de câncer de bexiga, de acidentes cardiovasculares e de osteoporose vem crescendo sem parar, entre outras doenças igualmente graves causadas pelo hábito de fumar.
O tabaco é a segunda droga mais consumida por jovens no mundo todo, também no Brasil. Perde só para o álcool. No entanto, o tabagismo é a principal causa de morte evitável no planeta, numericamente muito mais importante do que o alcoolismo. Se pudermos considerar um inimigo público número um da saúde, de homens e mulheres, este é, sem dúvida, o cigarro.
A mulher brasileira tem fumado cada vez mais, apesar de tudo. A propaganda agressiva e desenfreada da indústria do tabaco tem vencido o jogo.

 

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